As representações do sagrado em Tempo e eternidade, de Murilo Mendes
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Letras: Estudos Literários
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| Departamento: |
Faculdade de Letras
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/527 |
Resumo: | Esta dissertação propõe um exercício de leitura de Tempo e eternidade, publicado por Murilo Mendes, em 1935, a partir das noções do sagrado que exsurgem nos poemas. Apoiado nas reflexões de Mircea Eliade sobre o mito e o sacro e conjugando-as com a fortuna crítica de José Guilherme Merquior, Murilo Marcondes de Moura, Laís Corrêa de Araújo, Júlio Castañon Guimarães, Martin Heidegger, Octavio Paz, dentre outros, quer-se ler a poética muriliana que coloca em jogo o modernismo e a tradição cristã. Um ano antes da publicação da obra, o poeta juiz-forano converte-se ao cristianismo. Em parceria com Jorge de Lima, elabora-se o projeto do referido livro sob a epígrafe “restauremos a Poesia em Cristo”, presente na publicação ao tempo de seu lançamento. Tempo e eternidade também representa, desse modo, esforços da intelectualidade católica brasileira no intuito de reconstruir o lugar da experiência com o divino em um contexto de industrialização e urbanização intensas no país. Todavia, como manifestação poética que é, a obra encerra em si questões que traduzem a condição do ser no mundo e é justamente esse aspecto existencial que se quer investigar no presente trabalho. Assim, propõe-se a leitura do percurso da restauração da poesia no mundo moderno em três movimentos: do mundo caído, ao mundo em Cristo e, por fim, ao mundo vindouro. |
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Apoiado nas reflexões de Mircea Eliade sobre o mito e o sacro e conjugando-as com a fortuna crítica de José Guilherme Merquior, Murilo Marcondes de Moura, Laís Corrêa de Araújo, Júlio Castañon Guimarães, Martin Heidegger, Octavio Paz, dentre outros, quer-se ler a poética muriliana que coloca em jogo o modernismo e a tradição cristã. Um ano antes da publicação da obra, o poeta juiz-forano converte-se ao cristianismo. Em parceria com Jorge de Lima, elabora-se o projeto do referido livro sob a epígrafe “restauremos a Poesia em Cristo”, presente na publicação ao tempo de seu lançamento. Tempo e eternidade também representa, desse modo, esforços da intelectualidade católica brasileira no intuito de reconstruir o lugar da experiência com o divino em um contexto de industrialização e urbanização intensas no país. Todavia, como manifestação poética que é, a obra encerra em si questões que traduzem a condição do ser no mundo e é justamente esse aspecto existencial que se quer investigar no presente trabalho. Assim, propõe-se a leitura do percurso da restauração da poesia no mundo moderno em três movimentos: do mundo caído, ao mundo em Cristo e, por fim, ao mundo vindouro.This work proposes a reading exercise about Tempo e eternidade, published on 1935 by Murilo Mendes, considering the notions of the sacred that arise in the poems. Based on Mircea Eliade’s insights concerning to myth and sacred, an articulation with the critical fortune of José Guilherme Merquior, Murilo Marcondes de Moura, Laís Corrêa de Araújo, Júlio Castañon Guimarães, Martin Heidegger, Octavio Paz and others is made, aiming to read Murilo Mendes’ poetic as a dialogical game between Modernism and Christian tradition. One year after publishing the book, the poet converts himself to Christian faith. Together with Jorge de Lima, a poetry book project is launched under the couplet “lets restore Poetry in Christ”, as the first edition revealed. Tempo e eternidade also represents efforts of the Brazilian Catholic intelligentsia in order to rebuild the place of experience with the divine inside an intense industrialization and urbanization context in Brazil. However, as a poetic expression that is, the literary work arises questions which indicate the condition of being in the world and it is precisely this existential aspect that this dissertation wants to investigate. Therefore, the reading of the restoration course of poetry in the modern world in three movements is proposed: the fallen world, the world in Christ and, finally, the world to come.porUniversidade Federal de Juiz de ForaPrograma de Pós-graduação em Letras: Estudos LiteráriosUFJFBrasilFaculdade de LetrasCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRASPoesiaSagradoMurilo MendesPoetrySacredMurilo MendesAs representações do sagrado em Tempo e eternidade, de Murilo Mendesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFJFinstname:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)instacron:UFJFTEXTedsonmunckjunior.pdf.txtedsonmunckjunior.pdf.txtExtracted texttext/plain262901https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/527/3/edsonmunckjunior.pdf.txt10687d17765151bef819d27e691309c6MD53THUMBNAILedsonmunckjunior.pdf.jpgedsonmunckjunior.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1110https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/527/4/edsonmunckjunior.pdf.jpg11b99d835c4ef6cd750ab8a7750025c1MD54ORIGINALedsonmunckjunior.pdfedsonmunckjunior.pdfapplication/pdf762136https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/527/1/edsonmunckjunior.pdf36858234d1e3f37db116685b8efe4837MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/527/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD52ufjf/5272019-11-07 11:51:12.284oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/527TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufjf.br/oai/requestopendoar:2019-11-07T13:51:12Repositório Institucional da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)false |
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