O acolhimento integrado em um serviço de atenção secundária ao diabético
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Psicologia
|
| Departamento: |
ICH – Instituto de Ciências Humanas
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| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/852 |
Resumo: | O presente estudo tem como objetivo investigar, a partir da visão dos trabalhadores e usuários, as possíveis modificações ocorridas nos processos de produção de saúde após a implantação do Acolhimento Integrado (AI), no Ambulatório de Diabetes do Hospital Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora. Para tal, foi desenvolvida uma pesquisa qualitativa, a qual realizou entrevistas semiestruturadas, gravadas em áudio e transcritas para avaliação através da Análise do Discurso, com os usuários, os trabalhadores de saúde e a chefia do Ambulatório de Diabetes. As entrevistas possibilitaram a identificação de práticas de Educação em Saúde no AI como o ponto de originalidade da ferramenta. Após sua execução foi verificada alterações nas relações entre usuários e equipe de saúde, gerando maior empoderamento dos atendidos, no que tange à elaboração de seu projeto terapêutico, devido ao espaço de trocas possibilitado pelo acolhimento. Minimizando a centralização dos processos de produção de saúde da figura do médico, verificou-se a reorganização do serviço com a alteração do fluxo de atendimento, aumento das trocas de informações e ampliação do acesso às áreas não médicas, gerando maior aproveitamento desses profissionais e a resolutividade das demandas dos atendidos. Pode-se considerar que a prática do acolhimento é valida de pode ser replicada em outros serviços de saúde, desde que conte com a participação ampla dos atores envolvidos nos cuidados em saúde e respeite as particularidades do local onde será executado. Todavia, essa ferramenta não pode ser entendida como algo capaz de solucionar todos os problemas dos usuários ou do serviço de forma isolada, uma vez que ela é uma prática em saúde, a qual deve se integrar as demais ações e diretrizes do SUS, visando à superação dos desafios da saúde pública brasileira. Entre os desafios que o AI precisa superar estão a ampliação e formalização das trocas de informações, rotatividade dos trabalhadores e o preparo da equipe para atuar no Ambulatório com a lógica de atendimento do Acolhimento Integrado. |
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Para tal, foi desenvolvida uma pesquisa qualitativa, a qual realizou entrevistas semiestruturadas, gravadas em áudio e transcritas para avaliação através da Análise do Discurso, com os usuários, os trabalhadores de saúde e a chefia do Ambulatório de Diabetes. As entrevistas possibilitaram a identificação de práticas de Educação em Saúde no AI como o ponto de originalidade da ferramenta. Após sua execução foi verificada alterações nas relações entre usuários e equipe de saúde, gerando maior empoderamento dos atendidos, no que tange à elaboração de seu projeto terapêutico, devido ao espaço de trocas possibilitado pelo acolhimento. Minimizando a centralização dos processos de produção de saúde da figura do médico, verificou-se a reorganização do serviço com a alteração do fluxo de atendimento, aumento das trocas de informações e ampliação do acesso às áreas não médicas, gerando maior aproveitamento desses profissionais e a resolutividade das demandas dos atendidos. Pode-se considerar que a prática do acolhimento é valida de pode ser replicada em outros serviços de saúde, desde que conte com a participação ampla dos atores envolvidos nos cuidados em saúde e respeite as particularidades do local onde será executado. Todavia, essa ferramenta não pode ser entendida como algo capaz de solucionar todos os problemas dos usuários ou do serviço de forma isolada, uma vez que ela é uma prática em saúde, a qual deve se integrar as demais ações e diretrizes do SUS, visando à superação dos desafios da saúde pública brasileira. Entre os desafios que o AI precisa superar estão a ampliação e formalização das trocas de informações, rotatividade dos trabalhadores e o preparo da equipe para atuar no Ambulatório com a lógica de atendimento do Acolhimento Integrado.This research has a purpose of investigate, from the workers and users vision, the possible changes occurred on production methods of health after the establishment of integrated user embracement on Diabetes Clinic of The University Hospital of Juiz de Fora. For this a qualitative review was developed which conducted semi structured interviews with users, health workers and headship of Department of Diabetes, recorded on audio and transcribed for evaluation by Discourse Analysis. The interviews allowed the identification of practices of Health Education in integrated user embracement as the point of originality of the implement. After his execution, changes in the relationships between users and health workers were verified, creating a great patient empowerment, regarding the development of his/her treatment plan, due to space exchanges made possible by user embracement. Minimizing the centralization of production processes of health on the doctor, there was a reorganization of the service to change the flow of care, increase the exchange of information and increased access to non-medical areas, creating greater utilization of these workers and solving the demands of patients. It Can be considered that the practice of user embracement is valid and it can be replicated in other health services, but it must rely on the broad participation of those involved in health care and respect the particularities of where the work will be done. However, this tool can´t be understood as something capable of solving all the problems of users or the service in isolation, and it is a practice in health, which must integrate with the other actions and policies of single health system (SUS, aiming at overcoming the challenges of Brazilian public health). Among the challenges that the integrated user embracement needs to overcome are the expansion and formalization of information exchange, instability of workers in their positions and the preparation of the group to work at the Clinic with the logic of the integrated user embracement.porUniversidade Federal de Juiz de ForaPrograma de Pós-graduação em PsicologiaUFJFBrasilICH – Instituto de Ciências HumanasCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIASaúde ColetivaPsicologiaHumanizaçãoAcolhimentoIntegralidade em SaúdePublic HealthPsychologyHumanizationUser EmbracementIntegrality in HealthO acolhimento integrado em um serviço de atenção secundária ao diabéticoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFJFinstname:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)instacron:UFJFTEXTbrunofeitalbarbosamotta.pdf.txtbrunofeitalbarbosamotta.pdf.txtExtracted texttext/plain321934https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/852/3/brunofeitalbarbosamotta.pdf.txt236ea60fe2b29ef2a6ad0d02814dc2caMD53THUMBNAILbrunofeitalbarbosamotta.pdf.jpgbrunofeitalbarbosamotta.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1329https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/852/4/brunofeitalbarbosamotta.pdf.jpgc440352c7102f752e1c51f1bd46a088cMD54ORIGINALbrunofeitalbarbosamotta.pdfbrunofeitalbarbosamotta.pdfapplication/pdf1409733https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/852/1/brunofeitalbarbosamotta.pdf122ae292e9f764714800c3d438f70f58MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81866https://repositorio.ufjf.br/jspui/bitstream/ufjf/852/2/license.txt43cd690d6a359e86c1fe3d5b7cba0c9bMD52ufjf/8522019-11-07 11:13:41.079oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/852TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGEgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufjf.br/oai/requestopendoar:2019-11-07T13:13:41Repositório Institucional da UFJF - Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)false |
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