Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Libério Filho, Adeone lattes
Orientador(a): Souza, João Cândido de
Banca de defesa: Luders, Reginaldo Roberto, Gonçalves, Flávia Maria Avelar
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de Plantas
Departamento: Departamento de Biologia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/10843
Resumo: Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar à dissimilaridade de ambientes, a estabilidade e adaptabilidade fenotípica de genótipos de algodão (Gossypium hirsutum L.) por meio do método GGE biplot, utilizando dados de ensaios valor de cultivo e uso, (VCU). Foi utilizada a produção de algodão em kg/ha como variável resposta. Os ensaios foram conduzidos nos estados de Goiás, Bahia e Mato Grosso. Os dados foram obtidos a partir da avaliação de trinta genótipos de algodão em duas safras agrícolas, 2012/2013 e 2013/2014, e seis locais/ambientes: Trindade-GO/E1, Luís Eduardo Magalhães-BA/E2, Poxoréo-MT/E3, Barreiras-BA/E4, Correntina-BA/E5, Pedra Preta-MT/E6. Os dados foram submetidos primeiro às análises de variância individual e conjunta, em seguida, às análises gráficas com GGE, utilizando os gráficos “Discriminação vs Representatividade”; “Quem ganhou Onde”; “Média vs. Estabilidade”; “Ambiente Ideal”; “Genótipo ideal” para capturar o objetivo proposto. Houve a formação de dois mega-ambientes I e II, onde E3 e E6 foram similares, E2 é o ambiente ideal para seleção de genótipos superiores. Quanto aos genótipos, o G17, foi o mais estável, ideal para recomendação para os seis ambientes. O G19 teve alto desempenho, porém não é estável, apresenta adaptação específica, podendo ser recomendado para o mega-ambiente II. No entanto, necessita-se de mais repetibilidade da experimentação para tomada de atitudes quanto à eliminação de ambientes, de formação de mega-ambientes.
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spelling 2016-02-25T12:22:00Z2016-02-25T12:22:00Z2016-02-252015-08-06LIBÉRIO FILHO, A. Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro. 2016. 68 p. Dissertação (Mestrado Profissional em Genética e Melhoramento de Plantas)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2015.https://repositorio.ufla.br/handle/1/10843Este trabalho foi realizado com o objetivo de avaliar à dissimilaridade de ambientes, a estabilidade e adaptabilidade fenotípica de genótipos de algodão (Gossypium hirsutum L.) por meio do método GGE biplot, utilizando dados de ensaios valor de cultivo e uso, (VCU). Foi utilizada a produção de algodão em kg/ha como variável resposta. Os ensaios foram conduzidos nos estados de Goiás, Bahia e Mato Grosso. Os dados foram obtidos a partir da avaliação de trinta genótipos de algodão em duas safras agrícolas, 2012/2013 e 2013/2014, e seis locais/ambientes: Trindade-GO/E1, Luís Eduardo Magalhães-BA/E2, Poxoréo-MT/E3, Barreiras-BA/E4, Correntina-BA/E5, Pedra Preta-MT/E6. Os dados foram submetidos primeiro às análises de variância individual e conjunta, em seguida, às análises gráficas com GGE, utilizando os gráficos “Discriminação vs Representatividade”; “Quem ganhou Onde”; “Média vs. Estabilidade”; “Ambiente Ideal”; “Genótipo ideal” para capturar o objetivo proposto. Houve a formação de dois mega-ambientes I e II, onde E3 e E6 foram similares, E2 é o ambiente ideal para seleção de genótipos superiores. Quanto aos genótipos, o G17, foi o mais estável, ideal para recomendação para os seis ambientes. O G19 teve alto desempenho, porém não é estável, apresenta adaptação específica, podendo ser recomendado para o mega-ambiente II. No entanto, necessita-se de mais repetibilidade da experimentação para tomada de atitudes quanto à eliminação de ambientes, de formação de mega-ambientes.This work was conducted with the objective of evaluating environmental dissimilarity, and phenotypic stability and adaptability of cotton genotypes (Gossypium hirsutum L.) by means of the GGE biplot method, using data from Value of Cultivation and Use (VCU) trials. The cotton production in kg/ha was used as response variable. The trials were conducted in the states of Goiás (GO), Bahia (BA) and Mato Grosso (MT), Brazil. The data were obtained by means of the evaluation of thirty cotton genotypes in two harvests, 2012/2013 and 2013/2014, and six locations/environments: Trindade-GO/E1, Luís Eduardo Magalhães-BA/E2, Poxoréo-MT/E3, Barreiras-BA/E4, Correntina-BA/E%, Pedra Preta-MT/E6. The data were first submitted to individual and joint analyses of variance, and, subsequently, to graphical analyses with GGE, using the “Discrimination vs Representability”; Who won Where”; “Mean vs Stability”; “Ideal Environment”; “Ideal Genotype” graphs to capture the proposed objective. The formation of two mega-environments, I and II, occurred, in which E3 and E6 were similar, E2 is the ideal environment for selecting superior genotypes. Regarding the genotypes, G17 was to most stable, ideal for recommendation for all six environments. G19 presented high performance, however, it is nor stable, presenting specific adaptation, and can be recommended for mega-environment II. However, the decision of attitudes regarding environment elimination and the formation of mega-environments requires more experiment repeatability.Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Genética e Melhoramento de PlantasUFLAbrasilDepartamento de BiologiaMelhoramento VegetalGGE biplotGenótiposAlgodãoDissimilaridadeAmbientesGGE biplotGenotypesCottonDissimilarityEnvironmentsDissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiroEnvironments Dissimilarity in Cotton Breedinginfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisSouza, João Cândido deLuders, Reginaldo RobertoGonçalves, Flávia Maria Avelarhttp://lattes.cnpq.br/1658939679352531Libério Filho, Adeoneinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLALICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/ca9c3a8d-4051-496c-873e-fca4fa29dacf/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD51falseAnonymousREADORIGINALTESE_Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro.pdfTESE_Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro.pdfapplication/pdf674688https://repositorio.ufla.br/bitstreams/b4b317d4-88ce-44fc-90e3-4dbd6a69f7bb/download2baf171fa96009f1628987207d776a9eMD52trueAnonymousREADTEXTTESE_Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro.pdf.txtTESE_Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro.pdf.txtExtracted texttext/plain88295https://repositorio.ufla.br/bitstreams/804f704a-ab5b-484d-939a-dc05aaf73090/download5dfc8ca2ad20d9dd17f88f9a494a9290MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro.pdf.jpgTESE_Dissimilaridade de ambientes no melhoramento do algodoeiro.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3004https://repositorio.ufla.br/bitstreams/822fbf93-f1c9-4611-8685-03ac4cbc7d8d/downloadc2a327716d37f3b03a52e0273ef825b8MD54falseAnonymousREAD1/108432025-08-06 11:06:31.027open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/10843https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T14:06:31Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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