Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera
| Ano de defesa: | 2016 |
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Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Botânica Aplicada
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| Departamento: |
Departamento de Biologia
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | Estudaram-se as cascas de Anadenanthera peregrina e Anadenanthera colubrina e lenho de Anadenanthera peregrina com os seguintes objetivos: i) Caracterizar a anatomia e química da casca de ambas as espécies; ii) analisar o aspecto ecológico e as modificações estruturais da casca e lenho em Anadenanthera peregrina. Estas espécies foram amostradas no campus da Universidade Federal de Lavras, Sul de Minas Gerais e na fazenda Alvação, no município de Coração de Jesus, Norte de Minas Gerais, Brasil. Estruturalmente, as cascas mostraram ser semelhantes ao que se refere à presença, morfologia e distribuição dos elemenentos constituintes das várias camadas que compõem a casca. Caracteres distintivos entre as duas espécies estudadas não são muito marcados. Pequenas diferenças, em ambas as espécies, foram observadas, nomeadamente, facilidade de remoção da casca da madeira, maior quantidade de células taníferas e maior espessamento das células de felema de A. peregrina e maior quantidade de células esclerificadas no floema de A. colubrina. A composição química média das cascas de A. peregrina e A. colubrina foram, respectivamente: cinzas de 8,20% e 7,74%; extrativos totais 28,77% e 29,33%, principalmente, correspondentes para compostos polares que eram solúveis em etanol e água; lignina 18,85%, 18,88% e suberina 2,40% e 2,58%. A composição polissacarídeos mostrou predomínio de glucose e xilose (82.88% e 81.18%, 8,71% e 8,89% do total monossacáridos neutros, respectivamente). Os extratos das cascas de etanol-água continham um alto teor de compostos fenólicos e diferem, consideravelmente, entre as cascas de A. peregrina e A. colubrina, respectivamente: fenólicos totais 583,0 e 681,9 mg de ácido gálico equivalente/g de extrato, flavonoides 148,3 e 445,2 mg catequina equivalente/g extrato e taninos 586,9 e 97,5 mg de catequina equivalente/g de extrato. A atividade antioxidante correspondeu 237,5 e 268,5 mg Trolox/g de extrato, respectivamente. As cascas de Anadenanthera apresentam alto teor de extrativos, especialmente, de extrativos polares e mostraram atividade antioxidante. Os resultados quantitativos dos elementos celulares da casca e da madeira de A. peregrina mostraram diferenças significativas para vários parâmetros, bem como variação entre os espécimes do Norte e Sul de Minas Gerais. A matriz de correlação de variáveis, incluindo características quantitativas e anatômicas da casca e da madeira, características do solo, altura e diâmetro das plantas mostrou que as plantas foram agrupadas por região. A. peregrina pode adotar diferentes estratégias de sobrevivência quanto à segurança e eficácia do transporte de água e solutos pela adaptação ecológica dos elementos condutores da casca e da madeira. |
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2016-04-27T20:13:36Z2016-04-27T20:13:36Z2016-04-252016-03-15MOTA, G. da S. Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera. 2016. 133 p. Tese (Doutorado em Botânica Aplicada)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2016.https://repositorio.ufla.br/handle/1/11089Estudaram-se as cascas de Anadenanthera peregrina e Anadenanthera colubrina e lenho de Anadenanthera peregrina com os seguintes objetivos: i) Caracterizar a anatomia e química da casca de ambas as espécies; ii) analisar o aspecto ecológico e as modificações estruturais da casca e lenho em Anadenanthera peregrina. Estas espécies foram amostradas no campus da Universidade Federal de Lavras, Sul de Minas Gerais e na fazenda Alvação, no município de Coração de Jesus, Norte de Minas Gerais, Brasil. Estruturalmente, as cascas mostraram ser semelhantes ao que se refere à presença, morfologia e distribuição dos elemenentos constituintes das várias camadas que compõem a casca. Caracteres distintivos entre as duas espécies estudadas não são muito marcados. Pequenas diferenças, em ambas as espécies, foram observadas, nomeadamente, facilidade de remoção da casca da madeira, maior quantidade de células taníferas e maior espessamento das células de felema de A. peregrina e maior quantidade de células esclerificadas no floema de A. colubrina. A composição química média das cascas de A. peregrina e A. colubrina foram, respectivamente: cinzas de 8,20% e 7,74%; extrativos totais 28,77% e 29,33%, principalmente, correspondentes para compostos polares que eram solúveis em etanol e água; lignina 18,85%, 18,88% e suberina 2,40% e 2,58%. A composição polissacarídeos mostrou predomínio de glucose e xilose (82.88% e 81.18%, 8,71% e 8,89% do total monossacáridos neutros, respectivamente). Os extratos das cascas de etanol-água continham um alto teor de compostos fenólicos e diferem, consideravelmente, entre as cascas de A. peregrina e A. colubrina, respectivamente: fenólicos totais 583,0 e 681,9 mg de ácido gálico equivalente/g de extrato, flavonoides 148,3 e 445,2 mg catequina equivalente/g extrato e taninos 586,9 e 97,5 mg de catequina equivalente/g de extrato. A atividade antioxidante correspondeu 237,5 e 268,5 mg Trolox/g de extrato, respectivamente. As cascas de Anadenanthera apresentam alto teor de extrativos, especialmente, de extrativos polares e mostraram atividade antioxidante. Os resultados quantitativos dos elementos celulares da casca e da madeira de A. peregrina mostraram diferenças significativas para vários parâmetros, bem como variação entre os espécimes do Norte e Sul de Minas Gerais. A matriz de correlação de variáveis, incluindo características quantitativas e anatômicas da casca e da madeira, características do solo, altura e diâmetro das plantas mostrou que as plantas foram agrupadas por região. A. peregrina pode adotar diferentes estratégias de sobrevivência quanto à segurança e eficácia do transporte de água e solutos pela adaptação ecológica dos elementos condutores da casca e da madeira.The bark of Anadenanthera peregrina and Anadenanthera colubrina and Anadenanthera peregrina wood were studied with the following objectives: i) to characterize the anatomy and chemistry of the bark; ii) to analyze the ecological aspect and the structural changes in the bark and wood of Anadenanthera peregrina. These species were sampled in the Fazenda Alvação in the municipality of Coração de Jesus, Northern de Minas Gerais, and at the University campus of the Universidade Federal de Lavras, Southern de Minas Gerais, Brazil. Structurally, the species were similar concerning the presence, morphology and distribution of the bark tissues. Distinctive features not well obvious between the two species. A. peregrina presented bark easily removable from the wood, a large amount of taninniferous cells and greater phellem cell. A. colubrina presented a large amount of sclerified cells in the phloem. The average chemical composition of A. peregrina and A. colubrina bark was, respectively: 8.20% and 7.74% ash; 28.77% and 29.33% total extractives, mainly corresponding to polar compounds soluble in ethanol and water; 18.85%, 18,88% lignin, and 2.40% and 2.58% suberin. Polysaccharide composition showed a predominance of glucose and xylose (82.88% and 81.18%, 8.71% and 8.89% of total neutral monosaccharides, respectively). The ethanol-water bark extracts presented high content of phenolics and considerably differ between A. peregrina and A. colubrina bark, corresponding to, respectively: total phenolics 583.0 and 681.9 mg of gallic acid equivalent/g extract, flavonoids 148.3 and 445.2 mg of catechin equivalent/g extract and tannins 586.9 and 97.5 mg equivalent/g extract catechin. The antioxidant activity corresponded to 237.5 and 268.5 mg Trolox/g extract, respectively. The Anadenanthera bark presents high content of extractives, especially polar extractives, and showed antioxidant activity extractives. The quantitative results of the cellular elements of the bark and wood of A. peregrina showed significant differences in various parameters, as well as variation between specimens from the North and South of Minas Gerais. The correlation matrix of variables including quantitative anatomical characteristics, soil characteristics, height and diameter of the plants, showing that the plants were grouped by region. A. peregrina may adopt different survival strategies concerning safety and efficiency of transport water and solutes by ecological adaptation of the conductive elements of the bark and wood.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Botânica AplicadaUFLAbrasilDepartamento de BiologiaBotânica AplicadaAnatomia VegetalAngico - AnatomiaAngico - QuímicaAnadenantheraMadeiraAngico - AnatomyAngico - ChemistryWoodCaracterísticas anatômicas e ecológicas de casca e madeira de AnadenantheraAnatomical features and ecological bark and wood Anadenantherainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisMori, Fábio AkiraNunes, Yule Roberta FereiraCastro, Evaristo Mauro dePires, Marinês FerreiraVeloso, Maria das Dores MagalhãesSantos, Teresa Maria Gonçalves Quilhó Marques doshttp://lattes.cnpq.br/6609043383232597Mota, Graciene da Silvainfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLALICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/fbcec5fa-3d8e-46c7-b5af-fac3104cb70e/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD51falseAnonymousREADORIGINALTESE_Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera.pdfTESE_Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera.pdfapplication/pdf4914292https://repositorio.ufla.br/bitstreams/1474f747-5301-45c0-a5bd-d1151fa2ac30/download278d860e67841708dbbdfa6f93af4b1aMD52trueAnonymousREADTEXTTESE_Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera.pdf.txtTESE_Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera.pdf.txtExtracted texttext/plain102357https://repositorio.ufla.br/bitstreams/6e8aebe0-6a61-497a-9582-4b36471b5215/downloadebbe849be11f621598a8381575dad300MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera.pdf.jpgTESE_Características anatômicas e ecológicas de casca e madeira de Anadenanthera.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2951https://repositorio.ufla.br/bitstreams/a6c44bc3-14d2-4620-acdd-2891598337af/download2dcbfc80d142d7ff94713000186534f0MD54falseAnonymousREAD1/110892025-08-05 16:05:14.881open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/11089https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T19:05:14Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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Estudaram-se as cascas de Anadenanthera peregrina e Anadenanthera colubrina e lenho de Anadenanthera peregrina com os seguintes objetivos: i) Caracterizar a anatomia e química da casca de ambas as espécies; ii) analisar o aspecto ecológico e as modificações estruturais da casca e lenho em Anadenanthera peregrina. Estas espécies foram amostradas no campus da Universidade Federal de Lavras, Sul de Minas Gerais e na fazenda Alvação, no município de Coração de Jesus, Norte de Minas Gerais, Brasil. Estruturalmente, as cascas mostraram ser semelhantes ao que se refere à presença, morfologia e distribuição dos elemenentos constituintes das várias camadas que compõem a casca. Caracteres distintivos entre as duas espécies estudadas não são muito marcados. Pequenas diferenças, em ambas as espécies, foram observadas, nomeadamente, facilidade de remoção da casca da madeira, maior quantidade de células taníferas e maior espessamento das células de felema de A. peregrina e maior quantidade de células esclerificadas no floema de A. colubrina. A composição química média das cascas de A. peregrina e A. colubrina foram, respectivamente: cinzas de 8,20% e 7,74%; extrativos totais 28,77% e 29,33%, principalmente, correspondentes para compostos polares que eram solúveis em etanol e água; lignina 18,85%, 18,88% e suberina 2,40% e 2,58%. A composição polissacarídeos mostrou predomínio de glucose e xilose (82.88% e 81.18%, 8,71% e 8,89% do total monossacáridos neutros, respectivamente). Os extratos das cascas de etanol-água continham um alto teor de compostos fenólicos e diferem, consideravelmente, entre as cascas de A. peregrina e A. colubrina, respectivamente: fenólicos totais 583,0 e 681,9 mg de ácido gálico equivalente/g de extrato, flavonoides 148,3 e 445,2 mg catequina equivalente/g extrato e taninos 586,9 e 97,5 mg de catequina equivalente/g de extrato. A atividade antioxidante correspondeu 237,5 e 268,5 mg Trolox/g de extrato, respectivamente. As cascas de Anadenanthera apresentam alto teor de extrativos, especialmente, de extrativos polares e mostraram atividade antioxidante. Os resultados quantitativos dos elementos celulares da casca e da madeira de A. peregrina mostraram diferenças significativas para vários parâmetros, bem como variação entre os espécimes do Norte e Sul de Minas Gerais. A matriz de correlação de variáveis, incluindo características quantitativas e anatômicas da casca e da madeira, características do solo, altura e diâmetro das plantas mostrou que as plantas foram agrupadas por região. A. peregrina pode adotar diferentes estratégias de sobrevivência quanto à segurança e eficácia do transporte de água e solutos pela adaptação ecológica dos elementos condutores da casca e da madeira. |
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