O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae: Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Botânica Aplicada
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| Departamento: |
Departamento de Biologia
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/13238 |
Resumo: | Com cerca de 30.000 espécies dividas em 1700 gêneros, a cosmopolita Asteraceae domina o globo com sua diversidade. Entretanto, essa dominância torna-se particularmente mais expressiva em ambientes xeromórficos e campestres. Os Campos Rupestres, localizados no Brasil, são fitofisionomias abertas, com extremos ambientais favoráveis a táxons pouco exigentes do ponto nutricional e muito resistentes e resilientes a intempéries ambientais. A mesorregião do Campo das Vertentes é composta por relevo acidentado com altitudes que variam entre 500 e 1500 metros, nela o Complexo de Serras da Bocaina, do Ouro Grosso e de Carrancas. Nela está presente o gênero Richterago Kuntze que é endêmico do Brasil e intrinsecamente ligado aos Campos Rupestres e faz parte da complexa tribo Gochnatieae. Com base nessas informações, o objetivo do trabalho foi identificar as espécies de Richterago ocorrentes nas serras da região. Nas serras do complexo são encontradas R. campestris Roque & J.N.Nakaj., R. discoidea (Less.) Kuntze e R. radiata (Vell.) Roque. Em algumas localidades estas espécies ocorrem em simpatria, que somado ao isolamento geográfico dos topos de morro, facilita eventos de hibridação natural. O resultado taxonômico corrobora a distribuição encontrada na literatura, porém os espécimes com morfologia intermediária nas populações simpátricas alimentam a ideia de hibridização natural. |
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2017-06-19T12:27:26Z2017-06-19T12:27:26Z2017-06-092017-04-25BIONDI, M. O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae: Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes. 2017. 49 p. Dissertação (Mestrado em Botânica Aplicada)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.https://repositorio.ufla.br/handle/1/13238Com cerca de 30.000 espécies dividas em 1700 gêneros, a cosmopolita Asteraceae domina o globo com sua diversidade. Entretanto, essa dominância torna-se particularmente mais expressiva em ambientes xeromórficos e campestres. Os Campos Rupestres, localizados no Brasil, são fitofisionomias abertas, com extremos ambientais favoráveis a táxons pouco exigentes do ponto nutricional e muito resistentes e resilientes a intempéries ambientais. A mesorregião do Campo das Vertentes é composta por relevo acidentado com altitudes que variam entre 500 e 1500 metros, nela o Complexo de Serras da Bocaina, do Ouro Grosso e de Carrancas. Nela está presente o gênero Richterago Kuntze que é endêmico do Brasil e intrinsecamente ligado aos Campos Rupestres e faz parte da complexa tribo Gochnatieae. Com base nessas informações, o objetivo do trabalho foi identificar as espécies de Richterago ocorrentes nas serras da região. Nas serras do complexo são encontradas R. campestris Roque & J.N.Nakaj., R. discoidea (Less.) Kuntze e R. radiata (Vell.) Roque. Em algumas localidades estas espécies ocorrem em simpatria, que somado ao isolamento geográfico dos topos de morro, facilita eventos de hibridação natural. O resultado taxonômico corrobora a distribuição encontrada na literatura, porém os espécimes com morfologia intermediária nas populações simpátricas alimentam a ideia de hibridização natural.With about 30,000 species divided into 1700 genera, the cosmopolitan Asteraceae dominates the globe with its diversity. However, this dominance becomes particularly more expressive in xeromorphic and campestral environments. The rupestrian fields, located in Brazil, are open phytophysiognomies, with environmental extremes. It makes these environments favorable for species with low nutritional demand and that are very resistant and resilient to environmental Inclement weather. The meso-region of Campo das Vertentes has a rugged relief with altitudes varying between 500 and 1500 meters. It is composed of the Bocaina Mountains Complex, Ouro Grosso and Carrancas mountains. On this places occurs the genus Richterago Kuntze (part of the complex Gochnatieae tribe), which is endemic of Brazil and intrinsically linked to the rupestrian grasslands. Based on this information, the objective of this work was to identify the Richterago species occurring in the region. In the mountain ranges of the complex, R. campestris Roque & J.N.Nakaj., R. discoidea (Less.) Kuntze and R. radiata (Vell.) Roque are found. In some localities these species occur in sympatry, which added to the geographic isolation of the hill tops, facilitates events of natural hybridization. The taxonomic result corroborates the distribution found in the literature, but the specimens with intermediate morphology in the sympatric populations feed the idea of natural hybridization.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Botânica AplicadaUFLAbrasilDepartamento de BiologiaBotânicaCampos rupestresCompositaeTaxonomiaSimpatriaRupestrian grasslandCompositaeTaxonomySympatricO gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae: Asteraceae) na mesorregião do Campo das VertentesThe genus Richterago Kuntze (Gochnatieae: Asteraceae) in the mesoregion of the “Campos das Vertentes”info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisMansanares, Mariana EstevesRoque, NádiaCarvalho, Douglas Antônio dehttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4950309D2Biondi, Michelinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae - Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes.pdfDISSERTAÇÃO_O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae - Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes.pdfapplication/pdf1003329https://repositorio.ufla.br/bitstreams/36d95115-67b7-4fb1-872e-9b0ee798698e/download0ad3bfdbb7b06282bb16eb0e9aea18c3MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/216f879e-d1b3-465a-83b2-40bbb805dbab/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae - Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes.pdf.txtDISSERTAÇÃO_O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae - Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes.pdf.txtExtracted texttext/plain66628https://repositorio.ufla.br/bitstreams/9fa7d2a1-d8f5-47b7-99b8-8e15823de0bd/download862d35762d4d14db8b5621a3a2d3baa5MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae - Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_O gênero Richterago Kuntze (Gochnatieae - Asteraceae) na mesorregião do Campo das Vertentes.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3022https://repositorio.ufla.br/bitstreams/d2e8c254-f14a-45fa-992a-178fe5c92aca/downloadd6d0b26c3d74c5aa1e545a4501c8d88bMD54falseAnonymousREAD1/132382025-08-08 09:37:18.743open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/13238https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-08T12:37:18Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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Com cerca de 30.000 espécies dividas em 1700 gêneros, a cosmopolita Asteraceae domina o globo com sua diversidade. Entretanto, essa dominância torna-se particularmente mais expressiva em ambientes xeromórficos e campestres. Os Campos Rupestres, localizados no Brasil, são fitofisionomias abertas, com extremos ambientais favoráveis a táxons pouco exigentes do ponto nutricional e muito resistentes e resilientes a intempéries ambientais. A mesorregião do Campo das Vertentes é composta por relevo acidentado com altitudes que variam entre 500 e 1500 metros, nela o Complexo de Serras da Bocaina, do Ouro Grosso e de Carrancas. Nela está presente o gênero Richterago Kuntze que é endêmico do Brasil e intrinsecamente ligado aos Campos Rupestres e faz parte da complexa tribo Gochnatieae. Com base nessas informações, o objetivo do trabalho foi identificar as espécies de Richterago ocorrentes nas serras da região. Nas serras do complexo são encontradas R. campestris Roque & J.N.Nakaj., R. discoidea (Less.) Kuntze e R. radiata (Vell.) Roque. Em algumas localidades estas espécies ocorrem em simpatria, que somado ao isolamento geográfico dos topos de morro, facilita eventos de hibridação natural. O resultado taxonômico corrobora a distribuição encontrada na literatura, porém os espécimes com morfologia intermediária nas populações simpátricas alimentam a ideia de hibridização natural. |
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