Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Martins, Stéfanny Araújo lattes
Orientador(a): Resende, Mário Lúcio Vilela de
Banca de defesa: Resende, Mário Lúcio Vilela de, Guimarães, Rubens José, Souza, Ricardo Magela de, Souza, Sára Maria Chalfoun de, Medeitos, Fernanda Carvalho Lopes de
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Escola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)
Programa de Pós-Graduação: Departamento de Fitopatologia
Departamento: Departamento de Fitopatologia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/48391
Resumo: A mancha aureolada, de agente etiológico Pseudomonas syringae pv garcae, é responsável por perdas significativas em viveiros e lavouras, quando em condições favoráveis. Considerando a necessidade do manejo dessa doença, o objetivo desse estudo foi avaliar o comportamento de progênies cafeeiras quanto ao nível de resistência à mancha aureolada, obter um marcador bioquímico para a característica de resistência, elucidar mecanismos do café relacionados à defesa essa doença, encontrar tratamentos indutores de resistência para essa doença e obter um novo protocolo de isolamento de fitobacterias. Dentre a população estudada, a progênie UFV 7158 foi a mais promissora para resistência a Pseudomonas syringae pv garcae. Posteriormente a esse estudo, foi analisada a expressão de três genes de defesa com e sem a presença do patógeno tanto na cultivar utilizada como padrão de susceptibilidade (Mundo Novo 763/4) quanto na progênie UFV 7158. Os resultados obtidos demonstraram que os níveis de transcritos do gene PAL nas mudas inoculadas com a bactéria foram diferentes nos dois materiais genéticos. Na cultivar susceptível, houve diferença na expressão desse gene nas mudas inoculadas em relação às não inoculadas e esta ocorreu com 48 horas após a exposição ao patógeno, enquanto que na progênie selecionada com baixa incidência da doença, essa expressão ocorreu mais rapidamente, após 12 horas de exposição ao patógeno. Paralelo ao estudo da expressão gênica foi realizado um estudo sobre a quantificação de bioativos nas folhas de cafeeiros com diferentes níveis de resistência à mancha aureolada. Foi possível observar sempre que a cultivar ou progênie possuía alguma resistência os níveis de acido clorogênico aumentavam na folha. Dessa maneira, o ácido clorogenico pode ser usado como marcador bioquímico para essa doença. Quanto à indução de resistência, os resultados mostraram que alguns tratamentos foram capazes de diminuir significativamente a doença em até 90 % quando as plantas foram tratadas preventivamente, podendo, assim ser utilizado no manejo integrado dessa doença. Para o isolamento de bactérias foi possível observar que a molécula N-acetylcisteina reduz a formação de biofilmes bacterianos dentro do tecido da planta, e que esse resultado pode ser incrementado quando se utiliza enzimas e ultrasom, obtendo, até o dobro de células liberadas viáveis quando comparado ao protocolo de isolamento padrão.
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spelling 2021-10-21T16:54:14Z2021-10-21T16:54:14Z2021-10-212018-03-07MARTINS, S. A. Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias. 2018. 97 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitotecnia) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2021.https://repositorio.ufla.br/handle/1/48391A mancha aureolada, de agente etiológico Pseudomonas syringae pv garcae, é responsável por perdas significativas em viveiros e lavouras, quando em condições favoráveis. Considerando a necessidade do manejo dessa doença, o objetivo desse estudo foi avaliar o comportamento de progênies cafeeiras quanto ao nível de resistência à mancha aureolada, obter um marcador bioquímico para a característica de resistência, elucidar mecanismos do café relacionados à defesa essa doença, encontrar tratamentos indutores de resistência para essa doença e obter um novo protocolo de isolamento de fitobacterias. Dentre a população estudada, a progênie UFV 7158 foi a mais promissora para resistência a Pseudomonas syringae pv garcae. Posteriormente a esse estudo, foi analisada a expressão de três genes de defesa com e sem a presença do patógeno tanto na cultivar utilizada como padrão de susceptibilidade (Mundo Novo 763/4) quanto na progênie UFV 7158. Os resultados obtidos demonstraram que os níveis de transcritos do gene PAL nas mudas inoculadas com a bactéria foram diferentes nos dois materiais genéticos. Na cultivar susceptível, houve diferença na expressão desse gene nas mudas inoculadas em relação às não inoculadas e esta ocorreu com 48 horas após a exposição ao patógeno, enquanto que na progênie selecionada com baixa incidência da doença, essa expressão ocorreu mais rapidamente, após 12 horas de exposição ao patógeno. Paralelo ao estudo da expressão gênica foi realizado um estudo sobre a quantificação de bioativos nas folhas de cafeeiros com diferentes níveis de resistência à mancha aureolada. Foi possível observar sempre que a cultivar ou progênie possuía alguma resistência os níveis de acido clorogênico aumentavam na folha. Dessa maneira, o ácido clorogenico pode ser usado como marcador bioquímico para essa doença. Quanto à indução de resistência, os resultados mostraram que alguns tratamentos foram capazes de diminuir significativamente a doença em até 90 % quando as plantas foram tratadas preventivamente, podendo, assim ser utilizado no manejo integrado dessa doença. Para o isolamento de bactérias foi possível observar que a molécula N-acetylcisteina reduz a formação de biofilmes bacterianos dentro do tecido da planta, e que esse resultado pode ser incrementado quando se utiliza enzimas e ultrasom, obtendo, até o dobro de células liberadas viáveis quando comparado ao protocolo de isolamento padrão.The bacterial blight in coffee, etiological agent Pseudomonas syringae pv garcae, is responsible for significant losses in nurseries and crops, when under favorable conditions. Considering the need to manage this disease, the objective of this study was to evaluate the behavior of coffee progenies as to the level of resistance to the bacterial halo blight, to obtain a biochemical marker for the resistance, to elucidate the coffee mechanisms related to this disease defense, to find treatments inducers of resistance to this disease and to obtain a new protocol for the isolation of phytobacteria. Among the studied population, progeny UFV 7158 was the most promising for resistance to Pseudomonas syringae pv garcae. After this study, the expression of three defense genes with and without the presence of the pathogen were analyzed in both the cultivar used as a susceptibility standard (Mundo Novo 763/4) and in the UFV progeny 7158. The results obtained demonstrated that the levels of transcripts of the PAL gene in the seedlings inoculated with the bacterium were different in the two genetic materials. In the susceptible cultivar, there was a difference in the expression of this gene in the inoculated one in relation to the non inoculated, and this occurred 48 hours after exposure to the pathogen, while in the selected progeny with low incidence of the disease, this expression occurred more quickly after 12 hours of exposure to the pathogen. Parallel to the study of gene expression, a study on the quantification of bioactives in leaves of coffee trees with different levels of resistance to the aureolated spot was carried out. It was always possible to observe that when the cultivar or progeny had some resistance, the levels of chlorogenic acid increased in the leaf. Therefore, chlorogenic acid can be used as a biochemical marker for this disease. Regarding the induction of resistance, the results showed that some treatments were able to significantly reduce the disease by up to 90% when the plants were treated preventively and could thus be used in the integrated management of this disease. Regarding the bacteria’s isolation, it was possible to observe that the N-acetylcysteine molecule reduces the formation of bacterial biofilms inside the plant tissue, and that this result can be increased when using enzymes and ultrasound, obtaining up to twice the cells released viable when compared to the standard isolation protocol.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG)Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT Café)Universidade Federal de LavrasEscola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)Departamento de FitopatologiabrasilDepartamento de FitopatologiaCiências AgráriasPseudomonas syringae pv garcaeCafeeiro - Mancha aureoladaMancha aureolada - Controle alternativoSeleção de progêniesFitobactériasCoffee - Bacterial blightBacterial blight - Alternative controlProgeny selectionPhytobacteriaResistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactériasGenetic resistance and resistance induction in the management of bacterial halo blight and phytobacteria isolationinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisResende, Mário Lúcio Vilela deResende, Mário Lúcio Vilela deGuimarães, Rubens JoséSouza, Ricardo Magela deSouza, Sára Maria Chalfoun deMedeitos, Fernanda Carvalho Lopes dehttp://lattes.cnpq.br/0921020838412718Martins, Stéfanny Araújoinfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALTESE_Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias.pdfTESE_Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias.pdfapplication/pdf1452794https://repositorio.ufla.br/bitstreams/c778cc97-d86e-41c8-911f-24ec1df94855/download59c33028650c1f309f8e76b5596ffa31MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/995262ae-4e6c-4856-87bd-72949797c517/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias.pdf.txtTESE_Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias.pdf.txtExtracted texttext/plain102068https://repositorio.ufla.br/bitstreams/248adaaf-9ce1-47c0-9465-6fbd2d66000c/download5d1223e193ec537582b7b5ecd26383d6MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias.pdf.jpgTESE_Resistência genética e indução de resistência no manejo da mancha aureolada e isolamento de fitobactérias.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3252https://repositorio.ufla.br/bitstreams/6a2a29ec-8228-4f43-b267-81196c6c47e3/download3d0cf7e303efd525a089d6c09f1b5d2cMD54falseAnonymousREAD1/483912025-08-05 15:32:05.449open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/48391https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T18:32:05Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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