Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Lavras
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência dos Alimentos
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| Departamento: |
Departamento de Ciência dos Alimentos
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| País: |
brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
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| Link de acesso: | https://repositorio.ufla.br/handle/1/37340 |
Resumo: | Um estudo comparativo foi realizado com agrião da terra (Barbarea verna), em três estádios de crescimento: “microgreen” (23 dias após semeadura), “baby leaf” (30 dias após semeadura) e adulto (48 dias após semeadura). Sementes não peletizadas de agrião da terra (Barbarea verna) foram semeadas em substrato de espuma fenólica, cobertas com vermiculita, irrigadas com água, mantidas em casa de vegetação sob temperatura ambiente (27ºC±7) e luz ambiente. Após 16 dias da semeadura, as mudas foram transferidas para sistema hidropônico, irrigadas com solução nutritiva, posteriormente foram relizadas três colheitas. As análises realizadas foram: perfil de minerais, compostos fenólicos, capacidade antioxidante, coloração, pH, acidez titulável, clorofila total e carotenoides totais. O agrião no estádio “microgreen” apresentou 12 vezes mais ferro e 2 vezes mais magnésio, enquanto no estádio “baby leaf” apresentou maior teor de cálcio e 2 vezes mais ferro, comparados ao adulto. Verificou-se, também, maior presença de carotenoides totais no estádio “microgreen” e maior teor de fenólicos totais no estádio “baby leaf”. Quanto à coloração, o agrião adulto apresentou um tom de verde mais escuro e menos intenso, comparado ao agrião colhido em estádios mais precoces. O agrião da terra “microgreen” apresentou maior acidez que o agrião nos demais estádios. Esses resultados sugerem que o consumo de agrião da terra colhido em estádios antecipados possa vir a contribuir para uma maior ingestão de minerais e compostos bioativos. |
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2019-10-24T13:44:33Z2019-10-24T13:44:33Z2019-10-242019-08-27ARAÚJO, A. B. S. Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”. 2019. 59 p. Dissertação (Mestrado em Ciência dos Alimentos) – Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2019.https://repositorio.ufla.br/handle/1/37340Um estudo comparativo foi realizado com agrião da terra (Barbarea verna), em três estádios de crescimento: “microgreen” (23 dias após semeadura), “baby leaf” (30 dias após semeadura) e adulto (48 dias após semeadura). Sementes não peletizadas de agrião da terra (Barbarea verna) foram semeadas em substrato de espuma fenólica, cobertas com vermiculita, irrigadas com água, mantidas em casa de vegetação sob temperatura ambiente (27ºC±7) e luz ambiente. Após 16 dias da semeadura, as mudas foram transferidas para sistema hidropônico, irrigadas com solução nutritiva, posteriormente foram relizadas três colheitas. As análises realizadas foram: perfil de minerais, compostos fenólicos, capacidade antioxidante, coloração, pH, acidez titulável, clorofila total e carotenoides totais. O agrião no estádio “microgreen” apresentou 12 vezes mais ferro e 2 vezes mais magnésio, enquanto no estádio “baby leaf” apresentou maior teor de cálcio e 2 vezes mais ferro, comparados ao adulto. Verificou-se, também, maior presença de carotenoides totais no estádio “microgreen” e maior teor de fenólicos totais no estádio “baby leaf”. Quanto à coloração, o agrião adulto apresentou um tom de verde mais escuro e menos intenso, comparado ao agrião colhido em estádios mais precoces. O agrião da terra “microgreen” apresentou maior acidez que o agrião nos demais estádios. Esses resultados sugerem que o consumo de agrião da terra colhido em estádios antecipados possa vir a contribuir para uma maior ingestão de minerais e compostos bioativos.A comparative study was carried out with upland cress (Barbarea verna) in three growth stages: microgreen (23 days after sowing), baby leaf (30 days after sowing) and adult (48 days after sowing). Non-pelleted seeds of upland cress (Barbarea verna) were sown on a phenolic foam substrate, covered with vermiculite, irrigated with water, kept in a greenhouse at room temperature (27ºC±7) and ambient light. Sixteen days after sowing, the seedlings were transferred to hydroponic system, irrigated with nutrient solution, and then three harvests were performed. The analyzes were: mineral profile, phenolic compounds, antioxidant capacity, coloration, pH, titratable acidity, total chlorophyll and total carotenoids. The upland cress in the microgreen stage presented 12 times more iron and twice as much magnesium, while in the baby leaf stage it presented higher calcium content and twice as much iron compared to the adult. There was also a higher presence of total carotenoids in the “microgreen” stage and a higher total phenolic content in the baby leaf stage. As for coloration, the adult upland cress had a darker and less intense shade of green compared to the upland cress harvested at earlier stages. The microgreen upland cress presented higher acidity than the upland cress in the other stages. These results suggest that the consumption of soil upland cress harvested in early stages may contribute to a higher intake of minerals and bioactive compounds.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)Universidade Federal de LavrasPrograma de Pós-Graduação em Ciência dos AlimentosUFLAbrasilDepartamento de Ciência dos AlimentosCiência de AlimentosAgrião da terraBarbarea vernaCompostos bioativosEmbalagemAgrião da terra - Vida útilAgrião da terra - ArmazenamentoBioactive compoundsPackagingAgrião da terra - Shelf lifeAgrião da terra - StorageQualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”Post-harvest quality of upland cress at microgreen and baby leaf stagesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisVilas Boas, Eduardo Valério de BarrosCarvalho, Elisângela Elena Nunes deFerreira, Ester Alicehttp://lattes.cnpq.br/8022340352011407Araújo, Ana Beatriz Silvainfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALDISSERTAÇÃO_Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”.pdfDISSERTAÇÃO_Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”.pdfapplication/pdf1819769https://repositorio.ufla.br/bitstreams/981f414b-cbc4-4315-92b0-bf0ea2b6ec52/downloadb3adf9caeef35379aedf6e74e7d7901aMD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/9a62ad15-d7c0-4930-a666-8e3aa23f9455/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTDISSERTAÇÃO_Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”.pdf.txtDISSERTAÇÃO_Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”.pdf.txtExtracted texttext/plain102894https://repositorio.ufla.br/bitstreams/11e65c90-0977-41aa-b898-4c2bd6dd4407/download540a0bedce91c18f1d8d7e48def19affMD53falseAnonymousREADTHUMBNAILDISSERTAÇÃO_Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”.pdf.jpgDISSERTAÇÃO_Qualidade pós-colheita do agrião da terra nos estádios “Microgreen” e “Baby leaf”.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg3008https://repositorio.ufla.br/bitstreams/b18e23bd-9fe8-4a14-a153-aa535f86ef90/downloadce99ae208ccffddf32fa3ecdc3476a1aMD54falseAnonymousREAD1/373402025-08-06 14:10:30.079open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/37340https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-06T17:10:30Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo= |
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Um estudo comparativo foi realizado com agrião da terra (Barbarea verna), em três estádios de crescimento: “microgreen” (23 dias após semeadura), “baby leaf” (30 dias após semeadura) e adulto (48 dias após semeadura). Sementes não peletizadas de agrião da terra (Barbarea verna) foram semeadas em substrato de espuma fenólica, cobertas com vermiculita, irrigadas com água, mantidas em casa de vegetação sob temperatura ambiente (27ºC±7) e luz ambiente. Após 16 dias da semeadura, as mudas foram transferidas para sistema hidropônico, irrigadas com solução nutritiva, posteriormente foram relizadas três colheitas. As análises realizadas foram: perfil de minerais, compostos fenólicos, capacidade antioxidante, coloração, pH, acidez titulável, clorofila total e carotenoides totais. O agrião no estádio “microgreen” apresentou 12 vezes mais ferro e 2 vezes mais magnésio, enquanto no estádio “baby leaf” apresentou maior teor de cálcio e 2 vezes mais ferro, comparados ao adulto. Verificou-se, também, maior presença de carotenoides totais no estádio “microgreen” e maior teor de fenólicos totais no estádio “baby leaf”. Quanto à coloração, o agrião adulto apresentou um tom de verde mais escuro e menos intenso, comparado ao agrião colhido em estádios mais precoces. O agrião da terra “microgreen” apresentou maior acidez que o agrião nos demais estádios. Esses resultados sugerem que o consumo de agrião da terra colhido em estádios antecipados possa vir a contribuir para uma maior ingestão de minerais e compostos bioativos. |
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