Fosfitos no manejo da antracnose da soja

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Silva Júnior, Manoel Batista da lattes
Orientador(a): Resende, Mário Lúcio Vilela de
Banca de defesa: Teixeira, Hudson, Guimarães, Sarah da Silva Costa, Botrel, Élberis Pereira
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Lavras
Escola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)
Programa de Pós-Graduação: Departamento de Fitopatologia
Departamento: Departamento de Fitopatologia
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufla.br/handle/1/28316
Resumo: A temperatura e a densidade de inóculo podem afetar diretamente a manifestação da antracnose em soja. A detecção do patógeno em sementes é primordial para se obter lavouras saudáveis e a técnica de qPCR apresenta precisão para este fim. O manejo com químicos, tanto por tratamento de sementes quanto por pulverização, oferece riscos. Sendo assim, os fosfitos são uma alternativa promissora, viável e sustentável. Os mesmos podem atuar por nutrição e indução de resistência no hospedeiro e toxidez direta ao patógeno. Assim, objetivou-se avaliar o efeito da temperatura e da densidade de inóculo na severidade da antracnose, detectar o patógeno por qPCR em sementes e avaliar fosfitos no manejo da doença em sementes e vagens. No primeiro estudo avaliaram-se o efeito da temperatura no crescimento micelial de isolados de C. truncatum e o efeito da densidade de inóculo na severidade da antracnose em sementes, e desenharam-se primers específicos para a detecção do patógeno por q PCR. Houve diferença significativa no crescimento dos isolados em função da temperatura. Houve efeito significativo da densidade de inóculo na germinação e sanidade das sementes se de soja. O isolado LAPS473 foi o mais severo para as sementes. Os primers desenhados foram específicos na detecção de C. truncatum e houve amplificação até a diluição de 20 fg. No segundo ensaio, as sementes foram inoculadas com o isolado mais severo e tratadas com fosfitos de Cu, K, Mn e Zn. Foram montados testes de vigor, germinação e sanidade, e avaliado o modo de ação dos fosfitos por indução de resistência e toxidez direta. Os fosfitos de Mn e Zn foram eficazes no manejo da doença, incrementando a germinação e o vigor, e reduzindo a incidência do patógeno. O fosfito de Mn promoveu aumentos na atividade da CAT e da POX e incremento no teor de lignina. O fosfito de zinco aumentou a atividade da POX. Ambos os produtos foram tóxicos a C. truncatum. No terceiro ensaio, os mesmos fosfitos foram avaliados no manejo da antracnose em vagens de soja, no controle da transmissão do patógeno de vagens a sementes e na ativação dos mecanismos de defesa. A inoculação foi realizada mediante pulverização de suspensão de inóculo em R4. A aplicação dos produtos foi realizada em V4, R1 e R3, com volume de calda de 200 L.ha-1 e pressão de 40 psi. Foram realizadas cinco avaliações da doença e calculados a AACPS e o controle de cada tratamento. Todos os produtos reduziram a severidade da antracnose nas vagens e na transmissão do patógeno de vagens a sementes, porém, os fosfitos de Cu, Mn e K promoveram maior controle. O fosfito de potássio aumentou o teor de lignina. O fosfito de Mn incrementou a atividade da CAT e o teor de lignina. Já o fosfito de cobre aumentou a atividade da CAT e da POX.
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spelling 2017-12-21T18:25:38Z2017-12-21T18:25:38Z2017-12-212017-10-06SILVA JÚNIOR, M. B. da. Fosfitos no manejo da antracnose da soja. 2017. 89 p. Tese (Doutorado em Agronomia/Fitopatologia)-Universidade Federal de Lavras, Lavras, 2017.https://repositorio.ufla.br/handle/1/28316A temperatura e a densidade de inóculo podem afetar diretamente a manifestação da antracnose em soja. A detecção do patógeno em sementes é primordial para se obter lavouras saudáveis e a técnica de qPCR apresenta precisão para este fim. O manejo com químicos, tanto por tratamento de sementes quanto por pulverização, oferece riscos. Sendo assim, os fosfitos são uma alternativa promissora, viável e sustentável. Os mesmos podem atuar por nutrição e indução de resistência no hospedeiro e toxidez direta ao patógeno. Assim, objetivou-se avaliar o efeito da temperatura e da densidade de inóculo na severidade da antracnose, detectar o patógeno por qPCR em sementes e avaliar fosfitos no manejo da doença em sementes e vagens. No primeiro estudo avaliaram-se o efeito da temperatura no crescimento micelial de isolados de C. truncatum e o efeito da densidade de inóculo na severidade da antracnose em sementes, e desenharam-se primers específicos para a detecção do patógeno por q PCR. Houve diferença significativa no crescimento dos isolados em função da temperatura. Houve efeito significativo da densidade de inóculo na germinação e sanidade das sementes se de soja. O isolado LAPS473 foi o mais severo para as sementes. Os primers desenhados foram específicos na detecção de C. truncatum e houve amplificação até a diluição de 20 fg. No segundo ensaio, as sementes foram inoculadas com o isolado mais severo e tratadas com fosfitos de Cu, K, Mn e Zn. Foram montados testes de vigor, germinação e sanidade, e avaliado o modo de ação dos fosfitos por indução de resistência e toxidez direta. Os fosfitos de Mn e Zn foram eficazes no manejo da doença, incrementando a germinação e o vigor, e reduzindo a incidência do patógeno. O fosfito de Mn promoveu aumentos na atividade da CAT e da POX e incremento no teor de lignina. O fosfito de zinco aumentou a atividade da POX. Ambos os produtos foram tóxicos a C. truncatum. No terceiro ensaio, os mesmos fosfitos foram avaliados no manejo da antracnose em vagens de soja, no controle da transmissão do patógeno de vagens a sementes e na ativação dos mecanismos de defesa. A inoculação foi realizada mediante pulverização de suspensão de inóculo em R4. A aplicação dos produtos foi realizada em V4, R1 e R3, com volume de calda de 200 L.ha-1 e pressão de 40 psi. Foram realizadas cinco avaliações da doença e calculados a AACPS e o controle de cada tratamento. Todos os produtos reduziram a severidade da antracnose nas vagens e na transmissão do patógeno de vagens a sementes, porém, os fosfitos de Cu, Mn e K promoveram maior controle. O fosfito de potássio aumentou o teor de lignina. O fosfito de Mn incrementou a atividade da CAT e o teor de lignina. Já o fosfito de cobre aumentou a atividade da CAT e da POX.Temperature and inoculum density may directly affect the manifestation of anthracnose in soybean. Detection of the pathogen in seeds is paramount for healthy crops. The qPCR technique presents precision for this purpose. Chemical control by both seed treatment and spray treatment offers risks. Thus phosphites are a promising, viable and sustainable alternative for this purpose. These products can act by nutrition and induction of resistance in the host and direct toxicity to the pathogen. The objective of this study was to evaluate the effect of temperature and inoculum density on anthracnose severity, to detect the pathogen by qPCR in seeds and to evaluate phosphites in the management of the disease in seeds and pods. In the first study the effect of temperature on the mycelial growth of C. truncatum isolates, effect of inoculum density on the severity of the anthracnose in seeds and specific primers for the detection of the pathogen by PCR was evaluated. There was a significant difference in the growth of the isolates as a function of temperature. There was significant effect of the inoculum density on the germination and sanity of the soybean meal. The LAPS473 isolate was the most severe to the seeds. The primers designed were specific in the detection of C. truncatum and there was amplification until the dilution of 20 fg. In the second test the seeds were inoculated with the most severe isolate and treated with Cu, K, Mn and Zn phosphites. Vigor, germination and sanity tests were performed and the mode of action of the phosphites was evaluated by induction of resistance and direct toxicity. Mn and Zn phosphites were effective in the management of the disease, increasing germination and vigor and reducing the incidence of the pathogen. Mn phosphite promoted increases in CAT and POX activity and increase in lignin content. Zinc phosphite increased POX activity. Both products were toxic to C. truncatum. In the third trial the same phosphites were evaluated in the management of anthracnose in soybean pods, in the control of the transmission of the pathogen from pods to the seeds and in the activation of the defense mechanisms. The inoculation was performed by spraying the inoculum suspension in R4. The application of the products was carried out in V4, R1 and R3 with volume of application of 200 L.ha-1 and pressure of 40 psi. Five evaluations of the disease were performed and the AACPS and control of each treatment were calculated. All the products reduced the severity of the anthracnose in the pods and the transmission of the pathogen from the pods to the seeds, but the phosphites of Cu, Mn and K promoted greater control. Potassium phosphite increased the lignin content. Mn phosphite increased CAT activity and lignin content. Copper phosphite increased CAT and POX activity.Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)Universidade Federal de LavrasEscola de Ciências Agrárias de Lavras ( ESAL)Departamento de FitopatologiabrasilDepartamento de FitopatologiaCiências AgráriasSoja – Doenças e pragasAntracnoseFosfitosSoybean – Diseases and pestsAnthracnosePhosphitesFosfitos no manejo da antracnose da sojaPhosphite on the management of soybean anthracnoseinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisResende, Mário Lúcio Vilela dePozza, Edson AmpélioTeixeira, HudsonGuimarães, Sarah da Silva CostaBotrel, Élberis Pereirahttp://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4426442P0Silva Júnior, Manoel Batista dainfo:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Repositório Institucional da UFLAinstname:Universidade Federal de Lavras (UFLA)instacron:UFLAORIGINALTESE_Fosfitos no manejo da antracnose da soja.pdfTESE_Fosfitos no manejo da antracnose da soja.pdfapplication/pdf1699886https://repositorio.ufla.br/bitstreams/9e13e1ca-1859-475e-8b7d-ac405c2c157e/download878bc7195f04357560c0a8212eeaff00MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-8953https://repositorio.ufla.br/bitstreams/2cab1ca1-a51d-4c59-9009-f1b510719979/download760884c1e72224de569e74f79eb87ce3MD52falseAnonymousREADTEXTTESE_Fosfitos no manejo da antracnose da soja.pdf.txtTESE_Fosfitos no manejo da antracnose da soja.pdf.txtExtracted texttext/plain102288https://repositorio.ufla.br/bitstreams/a91859e1-9359-4171-a0da-1bd2d2385178/downloadbe336cb887d50dab513e63df90c10783MD53falseAnonymousREADTHUMBNAILTESE_Fosfitos no manejo da antracnose da soja.pdf.jpgTESE_Fosfitos no manejo da antracnose da soja.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2631https://repositorio.ufla.br/bitstreams/c4b4fe9d-99cd-4f50-80d0-788e5a5f3729/downloadfb6f9590dfc2d526d6b9ee93d914758dMD54falseAnonymousREAD1/283162025-08-05 15:33:02.829open.accessoai:repositorio.ufla.br:1/28316https://repositorio.ufla.brRepositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufla.br/server/oai/requestnivaldo@ufla.br || repositorio.biblioteca@ufla.bropendoar:2025-08-05T18:33:02Repositório Institucional da UFLA - Universidade Federal de Lavras (UFLA)falseREVDTEFSQcOHw4NPIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCk8gcmVmZXJpZG8gYXV0b3I6CmEpIERlY2xhcmEgcXVlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUKZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50bwpsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UKZW50aWRhZGUuCmIpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIGNvbnTDqW0gbWF0ZXJpYWwgZG8gcXVhbCBuw6NvIGRldMOpbSBvcwpkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciwgZGVjbGFyYSBxdWUgb2J0ZXZlIGF1dG9yaXphw6fDo28gZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zCmRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIHBhcmEgY29uY2VkZXIgw6AgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgTGF2cmFzIG9zCmRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgY3Vqb3MKZGlyZWl0b3Mgc8OjbyBkZSB0ZXJjZWlyb3MgZXN0w6EgY2xhcmFtZW50ZSBpZGVudGlmaWNhZG8gZSByZWNvbmhlY2lkbwpubyB0ZXh0byBvdSBjb250ZcO6ZG8gZG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlLiBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSDDqQpiYXNlYWRvIGVtIHRyYWJhbGhvIGZpbmFuY2lhZG8gb3UgYXBvaWFkbyBwb3Igb3V0cmEgaW5zdGl0dWnDp8OjbyBxdWUKbsOjbyBhIFVuaXZlcnNpZGFkZSBGZWRlcmFsIGRlIExhdnJhcywgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIKb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgo=
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