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O pedestre no protagonismo da mobilidade urbana: as condições de caminhabilidade no espaço urbano de Montes Claros / MG

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Ana Luísa Corrêa Pires Veloso
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/39000
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spelling 2022-01-03T19:46:22Z2025-09-08T23:01:11Z2022-01-03T19:46:22Z2021-08-25https://hdl.handle.net/1843/39000porUniversidade Federal de Minas GeraisMobilidade UrbanaAmbiente PedonalPedestreÍndice de CaminhabilidadePlanejamento UrbanoMobilidade Urbana -- TesesÁreas de pedestres -- TesesPedestres -- TesesCaminhabilidade -- TesesPlanejamento Urbano -- TesesO pedestre no protagonismo da mobilidade urbana: as condições de caminhabilidade no espaço urbano de Montes Claros / MGinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisAna Luísa Corrêa Pires Velosoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttp://lattes.cnpq.br/3744002720307542Iara Soares de Françahttp://lattes.cnpq.br/1318550200779013Narciso Ferreira dos Santos NetoHeloisa Soares de Moura CostaMatheus Henrique de Sousa OliveiraOs estudos acerca da caminhabilidade propõem avaliar a qualidade do deslocamento dos pedestres e os fatores que influenciam as decisões pela viagem a pé. Nas três últimas décadas autores se dedicam a responder a estas questões, afinal, o caminhar é o mais elementar modo de deslocamento, e está presente em todo território brasileiro. Nessa direção, o objetivo geral dessa pesquisa consistiu em desenvolver um Índice de Caminhabilidade e testá-lo em quatro centralidades de Montes Claros/MG. Como objetivos específicos esta pesquisa propôs compreender a mobilidade urbana com ênfase nos deslocamentos pedonais, através da discussão acerca do par cidade e urbanização nas cidades médias; desenvolver um Índice de Caminhabilidade a fim de aplicá-lo às quatro centralidades selecionadas, comparando-as enquanto importantes subcentros de Montes Claros e avaliando a qualidade do ambiente pedestre; e, sugerir ações para melhoria das condições de caminhabilidade em Montes Claros, contribuindo para a elaboração de instrumentos de planejamento e políticas públicas voltadas para a requalificação do espaço urbano destinado ao pedestre, na busca por espaços mais caminháveis na cidade. Para tanto, utilizou-se uma metodologia construída através de duas etapas fundamentais. A primeira traz um passeio pelos aspectos teóricos acerca da caminhabilidade, através de dois momentos: Caminhabilidade pelo alicerce, que busca apresentar os principais estudos do ambiente do pedestre e seus atributos; e, Caminhabilidade dentro de um recorte temporal, que traz estudos da temática produzidos entre o ano de 2015 e 2020. Apreendido o estado da arte acerca do tema caminhabilidade, partiu-se para a segunda etapa da metodologia, que foi subdividida em cinco partes sequenciais: aplicação de questionário semiestruturado à especialistas das áreas de engenharia de tráfego e mobilidade urbana de cidades de médio e grande porte do Brasil; aplicação de entrevistas semiestruturadas com pedestres nas quatro centralidades pesquisadas; utilização do método AHP – Analytic Hierarchy Process (Saaty, 1980) para atribuir peso aos indicadores avaliados pelos pedestres; pesquisa de campo visando a avaliação dos indicadores nas espacialidades estudadas; e, por fim, o desenvolvimento do modelo matemático do índice de caminhabilidade. Com o modelo matemático elaborado, foi possível testá-lo nas quatro espacialidades de pesquisa e validá-lo como importante instrumento de planejamento urbano na implementação de projetos e planos de mobilidade pedonal. Os resultados refletem a relevância dos indicadores: existência de calçada, iluminação e manutenção/conservação de calçada, e mostram o quão é fundamental entender as especificidades das espacialidades estudadas na avaliação da caminhabilidade local.BrasilICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIASPrograma de Pós-Graduação em Sociedade, Ambiente e TerritórioUFMGORIGINALO pedestre no protagonismo da mobilidade urbana.pdfapplication/pdf7813394https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/98a8d9de-9bf3-4b98-aa99-d1653efe5f22/download5df1385502bc480740b787d51b2816a9MD51trueAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/d7ad24e9-5ae2-40e2-9bd0-1b528489dd32/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD52falseAnonymousREAD1843/390002025-09-08 20:01:11.061open.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/39000https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-08T23:01:11Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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