Floristic composition and evolutionary diversity of tree communities in the Espinhaço Range Biosphere Reserve, southestern Brazil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Patrícia Ferraz de Oliveira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/51801
Resumo: Investigar os padrões de distribuição da biodiversidade ao longo dos gradientes ambientais é um dos principais desafios da biogeografia e um importante pano de fundo para estratégias de conservação da biodiversidade. Aqui, nós investigamos a influência dos gradientes climáticos e edáficos sobre duas dimensões da biodiversidade: composição florística e diversidade filogenética, ao longo da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço (RBSE), um importante território brasileiro para conservação localizado em um ecótono de dois hotspots da biodiversidade, Cerrado e Mata Atlântica. Nós compilamos a distribuição de 1.897 espécies de árvores em 171 sítios amostrais utilizando um banco de dados sem precedentes e verificamos se a distribuição geograficamente disjunta dos tipos de vegetação ao longo da RBSE seria recuperada e quais seriam os principais fatores ambientais na condução dessa distinção florística. Para calcular a diversidade filogenética, usamos uma filogenia a nível de gênero que abrangeu > 90% dos nossos dados e, usando modelos de modelos generalizados de quadrados mínimos, avaliamos a relação entre a diversidade de linhagem e os preditores ambientais selecionados e a categoria dos tipos de vegetação. Além disso, verificamos se os locais com alta diversidade evolutiva dentro do Espinhaço estavam protegidos pela atual rede de proteção ambiental. Nossos resultados recuperaram sete grupos florísticos distintos com um importante papel do gradiente das condições edáficas de disponibilidade de água na diferenciação florística dentro do Espinhaço. O tipo de vegetação em si foi a variável que melhor explicou os padrões gerais de diversidade de linhagens. Nossa análise sobre estado de conservação mostrou que, dentro da RBSE, comunidades com alta diversidade evolutiva estão, em sua grande maioria, desprotegidas. Nossos resultados destacam que a relação solo-vegetação é fundamental para estruturar e manter a heterogeneidade florística dentro do Espinhaço. Além disso, considerando que as Reservas da Biosfera delimitam e dão visibilidade para potenciais áreas de proteção, nosso estudo pode subsidiar tomadas de decisões para proteção da biodiversidade, potencializando os ganhos marginais ao incluir, juntamente com uma alta riqueza de espécies, o legado evolutivo da comunidade, especialmente no atual contexto de mudanças climáticas globais.
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Nós compilamos a distribuição de 1.897 espécies de árvores em 171 sítios amostrais utilizando um banco de dados sem precedentes e verificamos se a distribuição geograficamente disjunta dos tipos de vegetação ao longo da RBSE seria recuperada e quais seriam os principais fatores ambientais na condução dessa distinção florística. Para calcular a diversidade filogenética, usamos uma filogenia a nível de gênero que abrangeu > 90% dos nossos dados e, usando modelos de modelos generalizados de quadrados mínimos, avaliamos a relação entre a diversidade de linhagem e os preditores ambientais selecionados e a categoria dos tipos de vegetação. Além disso, verificamos se os locais com alta diversidade evolutiva dentro do Espinhaço estavam protegidos pela atual rede de proteção ambiental. Nossos resultados recuperaram sete grupos florísticos distintos com um importante papel do gradiente das condições edáficas de disponibilidade de água na diferenciação florística dentro do Espinhaço. O tipo de vegetação em si foi a variável que melhor explicou os padrões gerais de diversidade de linhagens. Nossa análise sobre estado de conservação mostrou que, dentro da RBSE, comunidades com alta diversidade evolutiva estão, em sua grande maioria, desprotegidas. Nossos resultados destacam que a relação solo-vegetação é fundamental para estruturar e manter a heterogeneidade florística dentro do Espinhaço. Além disso, considerando que as Reservas da Biosfera delimitam e dão visibilidade para potenciais áreas de proteção, nosso estudo pode subsidiar tomadas de decisões para proteção da biodiversidade, potencializando os ganhos marginais ao incluir, juntamente com uma alta riqueza de espécies, o legado evolutivo da comunidade, especialmente no atual contexto de mudanças climáticas globais.CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorengUniversidade Federal de Minas GeraisTropical forestsSavannasCampos rupestresPhylogenetic diversityEnvironmental gradientsOrdination analysesBiodiversidadeFloresta tropicalCerradoFilogeniaFloristic composition and evolutionary diversity of tree communities in the Espinhaço Range Biosphere Reserve, southestern Brazilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisPatrícia Ferraz de Oliveirainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttp://lattes.cnpq.br/3848964055795584Danilo Rafael Mesquita Neveshttp://lattes.cnpq.br/7825577355355814Leila MeyerLivia Echternacht AndradeVanessa Leite RezendeInvestigate biodiversity distribution patterns along environmental gradients are one of the major issues in biogeography and an important background for conservation strategies of biodiversity. Here, we investigate the influence of climatic and edaphic gradients on two biodiversity dimensions: floristic composition and phylogenetic diversity, in the Espinhaço Range Biosphere Reserve (ERBR), an important Brazilian territory for conservation located in an ecotone between two of the most diverse global biodiversity hotspots, Cerrado and Mata Atlântica. We compiled the distribution of 1.897 tree species in 171 sites using a robust database and investigated whether the geographically disjunct distribution of vegetation types along ERBR would be recovered and which are the major environmental factors in driving this floristic distinction. To calculate the phylogenetic diversity, we used a recent genera phylogeny that covered > 90% of our data and, using generalized least squares models, evaluated the relationship between lineage diversity and the selected environmental predictors and vegetation type category. In addition, we verified whether sites with high evolutionary diversity within the Espinhaço were protected by the current protection network. We recognized seven distinct floristic groups with a clear role in the gradient of edaphic conditions of water availability in floristic differentiation within the Espinhaço. Vegetation type category was the variable that most explained overall patterns of lineage diversity. Our analysis of conservation status showed that, within ERBR, highly evolutionarily diverse communities were mostly unprotected. Our results highlight that soil- vegetation relationship is fundamental for structuring and maintaining the floristic heterogeneity within the Espinhaço. Furthermore, considering that the Biosphere Reserves delimit and give visibility to potential protection areas, our study can support decision- making to protect biodiversity, enhancing marginal gains by including, together with a high species richness, the evolutionary legacy of the community, especially in the current context of global climate change.BrasilICB - DEPARTAMENTO DE BOTÂNICAPrograma de Pós-Graduação em Biologia VegetalUFMGLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/d814c093-aa57-4fea-b955-5692878abb32/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD51falseAnonymousREADORIGINALDissertação_Patricia Ferraz_final.pdfapplication/pdf1561572https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/080b98c4-a3d6-4ca4-9f3a-ca2594300ccf/download925869519a44ea5423f68e255e2e23a3MD52trueAnonymousREAD1843/518012025-09-08 21:47:23.524open.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/51801https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-09T00:47:23Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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