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Grammatical Complexity in a Learner Corpus: assessing student's development through a longitudinal study

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Jessica Ceritello Alves
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Universidade Federal de Minas Gerais
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://hdl.handle.net/1843/44003
Resumo: A complexidade gramatical definida “como a adição de elementos estruturais a frases e orações 'simples'” (BIBER et al., 2020, p. 5), em textos escritos e falados, tem sido estudada tanto na primeira língua (L1) quanto na segunda língua (L2) (STAPLES et al., 2016, BIBER et al., 2020). Diferentemente de pesquisas anteriores, que se baseiam nas mesmas medidas tanto para fala quanto para escrita (WOLFE-QUINTERO et al, 1998), Biber et al. (2011) apresentaram um índice de desenvolvimento hipotético com cinco diferentes estágios, contendo frases e orações. De acordo com esse índice, os alunos de baixa proficiência começam a escrever utilizando características mais comumente encontradas na fala (por exemplo, orações adverbiais), e, à medida que sua proficiência aumenta, eles passam a introduzir também mais traços frasais (por exemplo, substantivos como pré-modificadores), que são mais comuns na escrita. Até onde sabemos, não há pesquisa que tenha investigado longitudinalmente os estágios de desenvolvimento em textos produzidos por aprendizes brasileiros de inglês. Queiroz (2018), por exemplo, estudou transversalmente sintagmas nominais complexos (SNs) em redações argumentativas de estudantes universitários brasileiros. Desse modo, para preencher essa lacuna, esta pesquisa tem como objetivo captar o desenvolvimento da complexidade gramatical dos alunos brasileiros do IFA, de acordo com o referencial proposto por Biber et al. (2011). Para tanto, foi coletado um subcorpus longitudinal do CorIFA (Corpus do Inglês para Fins Acadêmicos). O subcorpus contém textos escritos por 13 alunos diferentes (n = 13) que frequentaram os cursos do IFA por um ano e meio. Cada aluno escreveu três textos com seis meses de intervalo; portanto, esta pesquisa analisa três pontos no tempo. Os resultados do estudo longitudinal demonstram que nem todos os elementos do índice apresentaram significância estatística ao longo do tempo, mas a maioria dos elementos frasais que se previa o aumento da frequência tiveram um resultado positivo do Tempo 1 para o Tempo 3 (por exemplo, o aumento estatisticamente significativo de adjetivos atributivos). No entanto, ainda que não estatisticamente, alguns tipos de orações, ao invés de decrescerem, apresentaram um pequeno aumento ao longo do tempo (por exemplo, orações adverbiais). Além disso, uma análise quasi-longitudinal sobre os registros e as divisões acadêmicas dos alunos mostra diferenças na preferência por características muitas vezes relacionadas às finalidades comunicativas dos registros e das áreas. Por fim, uma comparação com resultados do estudo de Staples et al. (2016) sobre L1 demonstra que o desenvolvimento de aprendizes brasileiros e nativos não é semelhante, principalmente no que diz respeito à utilização de orações, pois os nativos diminuíram no uso de tais construções, o que não aconteceu para todos os tipos de orações em nosso subcorpus.
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De acordo com esse índice, os alunos de baixa proficiência começam a escrever utilizando características mais comumente encontradas na fala (por exemplo, orações adverbiais), e, à medida que sua proficiência aumenta, eles passam a introduzir também mais traços frasais (por exemplo, substantivos como pré-modificadores), que são mais comuns na escrita. Até onde sabemos, não há pesquisa que tenha investigado longitudinalmente os estágios de desenvolvimento em textos produzidos por aprendizes brasileiros de inglês. Queiroz (2018), por exemplo, estudou transversalmente sintagmas nominais complexos (SNs) em redações argumentativas de estudantes universitários brasileiros. Desse modo, para preencher essa lacuna, esta pesquisa tem como objetivo captar o desenvolvimento da complexidade gramatical dos alunos brasileiros do IFA, de acordo com o referencial proposto por Biber et al. (2011). Para tanto, foi coletado um subcorpus longitudinal do CorIFA (Corpus do Inglês para Fins Acadêmicos). O subcorpus contém textos escritos por 13 alunos diferentes (n = 13) que frequentaram os cursos do IFA por um ano e meio. Cada aluno escreveu três textos com seis meses de intervalo; portanto, esta pesquisa analisa três pontos no tempo. Os resultados do estudo longitudinal demonstram que nem todos os elementos do índice apresentaram significância estatística ao longo do tempo, mas a maioria dos elementos frasais que se previa o aumento da frequência tiveram um resultado positivo do Tempo 1 para o Tempo 3 (por exemplo, o aumento estatisticamente significativo de adjetivos atributivos). No entanto, ainda que não estatisticamente, alguns tipos de orações, ao invés de decrescerem, apresentaram um pequeno aumento ao longo do tempo (por exemplo, orações adverbiais). Além disso, uma análise quasi-longitudinal sobre os registros e as divisões acadêmicas dos alunos mostra diferenças na preferência por características muitas vezes relacionadas às finalidades comunicativas dos registros e das áreas. Por fim, uma comparação com resultados do estudo de Staples et al. (2016) sobre L1 demonstra que o desenvolvimento de aprendizes brasileiros e nativos não é semelhante, principalmente no que diz respeito à utilização de orações, pois os nativos diminuíram no uso de tais construções, o que não aconteceu para todos os tipos de orações em nosso subcorpus.CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e TecnológicoengUniversidade Federal de Minas Geraishttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/info:eu-repo/semantics/openAccessgrammatical complexitylongitudinal studyquasi-longitudinal studylearner corpusLinguística de corpusLíngua inglesa – Estudo e ensino – Falantes estrangeirosLíngua inglesa – Gramática – Estudo e ensinoGrammatical Complexity in a Learner Corpus: assessing student's development through a longitudinal studyA Complexidade Gramatical em um Corpus de Aprendiz: analisando o desenvolvimento dos alunos através de um estudo longitudinalinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisJessica Ceritello Alvesreponame:Repositório Institucional da UFMGinstname:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)instacron:UFMGhttp://lattes.cnpq.br/3284579425055946Deise Prina Dutrahttp://lattes.cnpq.br/3000229202863164Lucia de Almeida FerrariAna Elisa Pereira BocornyGustavo Leal TeixeiraGrammatical complexity, which is defined “as the addition of structural elements to ‘simple’ phrases and clauses” (BIBER et al., 2020, p. 5) in written and spoken texts, has been studied from the perspective of first (L1) and second languages (L2) (e.g., STAPLES et al., 2016, BIBER et al., 2020). Unlike previous research grounded on the same measures for both speaking and writing (e.g., WOLFE-QUINTERO et al., 1998), Biber et al. (2011) present a hypothesized developmental index with five different stages containing phrasal and clausal features. According to that index, low proficiency students begin writing by adopting features more commonly found in speech (i.e., finite adverbial clauses), and, as their proficiency increases, they come to rely on phrasal features as well (i.e., nouns as pre-modifiers), which are more typical in written discourses. To the best of our knowledge, no research has investigated the development stages among Brazilian English learners longitudinally. For example, Queiroz (2018) has analyzed complex noun phrases (NPs) in Brazilian university students’ written texts cross-sectionally. Thus, in order to fill this gap, this study aims at capturing the development of grammatical complexity of Brazilian EAP students,’ according to the framework proposed by Biber et al. (2011). To this end, a longitudinal subcorpus from CorIFA (Corpus of English for Academic Purposes) was collected. The subcorpus contains texts written by 13 students (n = 13) who attended the EAP courses for three semesters. Each student wrote three texts, six months apart, so this research analyzes three moments in time. The results of the longitudinal study demonstrate that not all features from the framework presented statistical significance over time, but most of the phrasal features expected to increase in frequency showed a positive outcome from Time 1 to Time 3 (e.g., the use of the attributive adjective increased significantly). However, even not statistically, some clausal features showed a slight increase over time instead of decreasing (e.g., finite adverbial clauses). Moreover, a quasi-longitudinal analysis of register and academic division revealed differences in the preference for features, which are often related to the registers’ communicative purposes and the academic divisions’ specificities. At last, when compared with Staples et al., (2016) the L1 study results show that the development of Brazilian and native learners is not completely similar, especially in the scope of clausal features. Indeed, the use of such constructions among natives decreased, but this did not happen for all clausal features in our subcorpus.https://orcid.org/ 0000-0001-5562-7271BrasilFALE - FACULDADE DE LETRASPrograma de Pós-Graduação em Estudos LinguísticosUFMGORIGINALMaster's Thesis - Jessica Ceritello Alves.pdfapplication/pdf1915844https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/8568ba12-8fdb-47a1-a1f5-3cd4b252e00b/download5c69142ea515f3b45ca41419ce3b9e27MD51trueAnonymousREADCC-LICENSElicense_rdfapplication/octet-stream811https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/e383736b-1a42-4ca0-aeda-9a57b600c2dd/downloadcfd6801dba008cb6adbd9838b81582abMD52falseAnonymousREADLICENSElicense.txttext/plain2118https://repositorio.ufmg.br//bitstreams/b33c3079-5fb1-40f1-9698-1645ceb19d8c/downloadcda590c95a0b51b4d15f60c9642ca272MD53falseAnonymousREAD1843/440032025-09-08 21:39:39.707http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/Acesso Abertoopen.accessoai:repositorio.ufmg.br:1843/44003https://repositorio.ufmg.br/Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufmg.br/oairepositorio@ufmg.bropendoar:2025-09-09T00:39:39Repositório Institucional da UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)falseTElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEgRE8gUkVQT1NJVMOTUklPIElOU1RJVFVDSU9OQUwgREEgVUZNRwoKQ29tIGEgYXByZXNlbnRhw6fDo28gZGVzdGEgbGljZW7Dp2EsIHZvY8OqIChvIGF1dG9yIChlcykgb3UgbyB0aXR1bGFyIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvcikgY29uY2VkZSBhbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIChSSS1VRk1HKSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZSBpcnJldm9nw6F2ZWwgZGUgcmVwcm9kdXppciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIGZvcm1hdG9zIMOhdWRpbyBvdSB2w61kZW8uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGEgcG9sw610aWNhIGRlIGNvcHlyaWdodCBkYSBlZGl0b3JhIGRvIHNldSBkb2N1bWVudG8gZSBxdWUgY29uaGVjZSBlIGFjZWl0YSBhcyBEaXJldHJpemVzIGRvIFJJLVVGTUcuCgpWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRk1HIHBvZGUsIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gY29udGXDumRvLCB0cmFuc3BvciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBxdWFscXVlciBtZWlvIG91IGZvcm1hdG8gcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGTUcgcG9kZSBtYW50ZXIgbWFpcyBkZSB1bWEgY8OzcGlhIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gcGFyYSBmaW5zIGRlIHNlZ3VyYW7Dp2EsIGJhY2stdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKVm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIMOpIG9yaWdpbmFsIGUgcXVlIHZvY8OqIHRlbSBvIHBvZGVyIGRlIGNvbmNlZGVyIG9zIGRpcmVpdG9zIGNvbnRpZG9zIG5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLiBWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRlIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgbmluZ3XDqW0uCgpDYXNvIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBjb250ZW5oYSBtYXRlcmlhbCBxdWUgdm9jw6ogbsOjbyBwb3NzdWkgYSB0aXR1bGFyaWRhZGUgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCB2b2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBvYnRldmUgYSBwZXJtaXNzw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gZGV0ZW50b3IgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIHBhcmEgY29uY2VkZXIgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EsIGUgcXVlIGVzc2UgbWF0ZXJpYWwgZGUgcHJvcHJpZWRhZGUgZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3Ugbm8gY29udGXDumRvIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBvcmEgZGVwb3NpdGFkYS4KCkNBU08gQSBQVUJMSUNBw4fDg08gT1JBIERFUE9TSVRBREEgVEVOSEEgU0lETyBSRVNVTFRBRE8gREUgVU0gUEFUUk9Dw41OSU8gT1UgQVBPSU8gREUgVU1BIEFHw4pOQ0lBIERFIEZPTUVOVE8gT1UgT1VUUk8gT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgRVhJR0lEQVMgUE9SIENPTlRSQVRPIE9VIEFDT1JETy4KCk8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZNRyBzZSBjb21wcm9tZXRlIGEgaWRlbnRpZmljYXIgY2xhcmFtZW50ZSBvIHNldSBub21lKHMpIG91IG8ocykgbm9tZXMocykgZG8ocykgZGV0ZW50b3IoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4K
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Jessica Ceritello Alves
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