Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67
| Ano de defesa: | 2010 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/401 |
Resumo: | Introdução:a imunoistoquímica é uma ferramenta eficaz para o diagnóstico diferencial entre os tumores palpebrais malignos mais freqüentes: carcinomas basocelular, espinocelular e sebáceo. A presença de antígenos específicos alteram o prognóstico dos pacientes. A elaboração de painéis imunoistoquímicos podem orientar o patologista quanto ao tipo histológico, associação a outros tumores concomitantes, bem como possibilidade de metástases. Métodos: foram avaliadas trinta lâminas com características clássicas de tumores de pálpebra, dos arquivos do Laboratório de Análises Clínicas diagnosticados por um patologista. Desses casos dez com diagnóstico de carcinoma sebáceo, dez com diagnóstico de carcinoma basocelular, e dez de carcinoma espinocelular. Foram então submetidos ao painel de análise imunoiostoquímica com os seguintes marcadores BRST-1, EMA, CK8/18, Ki67. Foi realizada análise estatística através de testes qualitativos. Resultados : O marcador BRST1 apresenta melhor expressão para diagnosticar o carcinoma sebáceo em áreas de diferenciação sebácea e glândula sebácea. Carcinomas basocelular e espinocelular foram melhor corados nas áreas das glândulas sebáceas. O marcador EMA apresenta melhor expressão, para o carcinoma sebáceo em áreas com diferenciação sebácea e glândula sebácea, para o carcinoma basocelular nas áreas das glândulas sebácea e das écrinas. O carcinoma espinocelular foi melhor corado nas áreas com as características clássicas do tumor . O marcador CK8/18 corou o carcinoma sebáceo nas áreas de diferenciação sebácea e nas glândulas écrinas. No carcinoma basocelular nas áreas com características clássicas tumor e glândulas écrinas. No carcinoma espinocelular as áreas com glândula écrina. O marcador Ki67 não apresentou diferença estatisticamente significativa.Conclusão: A expressão dos marcadores, nos carcinomas, para cada uma das áreas, revelou diferença estatisticamente significante para o marcador BRST1 no carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. Para o marcador EMA ocorreu diferença estatisticamente significante no carcinoma espinocelular na área tumor e no carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. O marcador CK8-18 teve diferença estatisticamente significante no carcinoma espinocelular área tumor e carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. |
| id |
UFMS_f7bcf0f0350a871608f79cdca56c971e |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufms.br:123456789/401 |
| network_acronym_str |
UFMS |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFMS |
| repository_id_str |
|
| spelling |
2011-08-25T19:35:44Z2021-09-30T19:56:07Z2010https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/401Introdução:a imunoistoquímica é uma ferramenta eficaz para o diagnóstico diferencial entre os tumores palpebrais malignos mais freqüentes: carcinomas basocelular, espinocelular e sebáceo. A presença de antígenos específicos alteram o prognóstico dos pacientes. A elaboração de painéis imunoistoquímicos podem orientar o patologista quanto ao tipo histológico, associação a outros tumores concomitantes, bem como possibilidade de metástases. Métodos: foram avaliadas trinta lâminas com características clássicas de tumores de pálpebra, dos arquivos do Laboratório de Análises Clínicas diagnosticados por um patologista. Desses casos dez com diagnóstico de carcinoma sebáceo, dez com diagnóstico de carcinoma basocelular, e dez de carcinoma espinocelular. Foram então submetidos ao painel de análise imunoiostoquímica com os seguintes marcadores BRST-1, EMA, CK8/18, Ki67. Foi realizada análise estatística através de testes qualitativos. Resultados : O marcador BRST1 apresenta melhor expressão para diagnosticar o carcinoma sebáceo em áreas de diferenciação sebácea e glândula sebácea. Carcinomas basocelular e espinocelular foram melhor corados nas áreas das glândulas sebáceas. O marcador EMA apresenta melhor expressão, para o carcinoma sebáceo em áreas com diferenciação sebácea e glândula sebácea, para o carcinoma basocelular nas áreas das glândulas sebácea e das écrinas. O carcinoma espinocelular foi melhor corado nas áreas com as características clássicas do tumor . O marcador CK8/18 corou o carcinoma sebáceo nas áreas de diferenciação sebácea e nas glândulas écrinas. No carcinoma basocelular nas áreas com características clássicas tumor e glândulas écrinas. No carcinoma espinocelular as áreas com glândula écrina. O marcador Ki67 não apresentou diferença estatisticamente significativa.Conclusão: A expressão dos marcadores, nos carcinomas, para cada uma das áreas, revelou diferença estatisticamente significante para o marcador BRST1 no carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. Para o marcador EMA ocorreu diferença estatisticamente significante no carcinoma espinocelular na área tumor e no carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. O marcador CK8-18 teve diferença estatisticamente significante no carcinoma espinocelular área tumor e carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea.Background: immunohistochemistry is an useful tool, to differenciate sebaceous carcinoma, basal cell and squamous cell carcinoma. The presence of antibodies always changes the prognosis and distinction between each tumor. Immunohistochemical staining panel using EMA, BRST-1, CK8/18 and Ki67, may help when the light microscopy cannot clearly distinguish these carcinomas. Methods: thirty (30) classics lid carcinoma were submitted to antibodies staining, ten (10) classics sebaceous carcinoma, ten (10) classics basal cell carcinoma and ten (10) classics squamous cell carcinoma. BRST-1, EMA, CK8/18, Ki67 were used and the results submitted to qualitative statistical tests. Results: BRST-1 shows the best staining in the sebaceous differentiation areas of the sebaceous carcinoma. Basal cell and squamous cell carcinomas are best stained by BRST-1 in sebaceous glands areas. EMA stains sebaceous carcinoma in the sebaceous differentiation areas and in the sebaceous glands. Basal cell carcinoma is stained by EMA in sebaceous glands and in the holocrine glands. Squamous cells carcinoma is stained by EMA only in the classic tumor area. CK8/18 in the sebaceous carcinoma stained areas with sebaceous differentiation and holocrine glands. Basal cell carcinomas stained areas with classic features and holocrine glands, squamous cell carcinoma stained better in holocrine glands. Immunostaining with Ki67 wasn’t statistically relevant. Conclusions: Immunoistochemical staining is statistically relevant for BRST-1 in the sebaceous differentiation area of the sebaceous carcinoma. EMA is statistically relevant in the sebaceous differentiation area of the sebaceous carcinoma and squamous cell carcinoma in the classics features areas. CK8/18 is statistically relevant in the sebaceous differentiation area of the sebaceous carcinoma and squamous cell carcinoma in the classics features areas.porImuno-HistoquímicaCarcinoma BasocelularCarcinoma de Células EscamosasAnálise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67Immunohistochemistry of sebaceus carcinoma, basal cell and squamous cell carcinoma using BRST1, EMA, CK8/18 and Ki67info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisOdashiro, Alexandre NakaoGasparini, Roberto Paioneinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFMSinstname:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)instacron:UFMSTHUMBNAILRoberto Paione Gasparini.pdf.jpgRoberto Paione Gasparini.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1203https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/4/Roberto%20Paione%20Gasparini.pdf.jpg289979ba85d9bcc68fe8c98541434a23MD54TEXTRoberto Paione Gasparini.pdf.txtRoberto Paione Gasparini.pdf.txtExtracted texttext/plain84222https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/3/Roberto%20Paione%20Gasparini.pdf.txt11d9024f6f09830e7c6bf0859091c51cMD53ORIGINALRoberto Paione Gasparini.pdfRoberto Paione Gasparini.pdfapplication/pdf1061031https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/1/Roberto%20Paione%20Gasparini.pdf6eb80c8988cb7935e8267c9d3b0cb21bMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81748https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52123456789/4012024-05-09 07:45:46.243oai:repositorio.ufms.br:123456789/401Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufms.br/oai/requestri.prograd@ufms.bropendoar:21242024-05-09T11:45:46Repositório Institucional da UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| dc.title.alternative.pt_BR.fl_str_mv |
Immunohistochemistry of sebaceus carcinoma, basal cell and squamous cell carcinoma using BRST1, EMA, CK8/18 and Ki67 |
| title |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| spellingShingle |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 Gasparini, Roberto Paione Imuno-Histoquímica Carcinoma Basocelular Carcinoma de Células Escamosas |
| title_short |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| title_full |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| title_fullStr |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| title_full_unstemmed |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| title_sort |
Análise imunoistoquímica, dos carcinomas sebáceo, basocelular e espinocelular utilizando os anticorpos BRST1, EMA, CK8/18 e Ki67 |
| author |
Gasparini, Roberto Paione |
| author_facet |
Gasparini, Roberto Paione |
| author_role |
author |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
Odashiro, Alexandre Nakao |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Gasparini, Roberto Paione |
| contributor_str_mv |
Odashiro, Alexandre Nakao |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Imuno-Histoquímica Carcinoma Basocelular Carcinoma de Células Escamosas |
| topic |
Imuno-Histoquímica Carcinoma Basocelular Carcinoma de Células Escamosas |
| description |
Introdução:a imunoistoquímica é uma ferramenta eficaz para o diagnóstico diferencial entre os tumores palpebrais malignos mais freqüentes: carcinomas basocelular, espinocelular e sebáceo. A presença de antígenos específicos alteram o prognóstico dos pacientes. A elaboração de painéis imunoistoquímicos podem orientar o patologista quanto ao tipo histológico, associação a outros tumores concomitantes, bem como possibilidade de metástases. Métodos: foram avaliadas trinta lâminas com características clássicas de tumores de pálpebra, dos arquivos do Laboratório de Análises Clínicas diagnosticados por um patologista. Desses casos dez com diagnóstico de carcinoma sebáceo, dez com diagnóstico de carcinoma basocelular, e dez de carcinoma espinocelular. Foram então submetidos ao painel de análise imunoiostoquímica com os seguintes marcadores BRST-1, EMA, CK8/18, Ki67. Foi realizada análise estatística através de testes qualitativos. Resultados : O marcador BRST1 apresenta melhor expressão para diagnosticar o carcinoma sebáceo em áreas de diferenciação sebácea e glândula sebácea. Carcinomas basocelular e espinocelular foram melhor corados nas áreas das glândulas sebáceas. O marcador EMA apresenta melhor expressão, para o carcinoma sebáceo em áreas com diferenciação sebácea e glândula sebácea, para o carcinoma basocelular nas áreas das glândulas sebácea e das écrinas. O carcinoma espinocelular foi melhor corado nas áreas com as características clássicas do tumor . O marcador CK8/18 corou o carcinoma sebáceo nas áreas de diferenciação sebácea e nas glândulas écrinas. No carcinoma basocelular nas áreas com características clássicas tumor e glândulas écrinas. No carcinoma espinocelular as áreas com glândula écrina. O marcador Ki67 não apresentou diferença estatisticamente significativa.Conclusão: A expressão dos marcadores, nos carcinomas, para cada uma das áreas, revelou diferença estatisticamente significante para o marcador BRST1 no carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. Para o marcador EMA ocorreu diferença estatisticamente significante no carcinoma espinocelular na área tumor e no carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. O marcador CK8-18 teve diferença estatisticamente significante no carcinoma espinocelular área tumor e carcinoma sebáceo na área de diferenciação sebácea. |
| publishDate |
2010 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2010 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2011-08-25T19:35:44Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2021-09-30T19:56:07Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/401 |
| url |
https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/401 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/openAccess |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFMS instname:Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) instacron:UFMS |
| instname_str |
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) |
| instacron_str |
UFMS |
| institution |
UFMS |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFMS |
| collection |
Repositório Institucional da UFMS |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/4/Roberto%20Paione%20Gasparini.pdf.jpg https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/3/Roberto%20Paione%20Gasparini.pdf.txt https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/1/Roberto%20Paione%20Gasparini.pdf https://repositorio.ufms.br/bitstream/123456789/401/2/license.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
289979ba85d9bcc68fe8c98541434a23 11d9024f6f09830e7c6bf0859091c51c 6eb80c8988cb7935e8267c9d3b0cb21b 8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFMS - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) |
| repository.mail.fl_str_mv |
ri.prograd@ufms.br |
| _version_ |
1845881971360661504 |