Apontamentos sobre os novos nomes da velhice
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
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Resumo: | As primeiras leituras realizadas ao se iniciar esta investigação oportunizaram o contato com muitos nomes atribuídos à velhice e ao processo de envelhecimento humano, como envelhescência, senescência, ancianidade, maturescência, senilidade, entre outros, que não estavam postos no senso comum, na tentativa de nomeá-los. Este estudo trata de investigar a elaboração desses termos, especificamente a partir da recente produção cientifica brasileira sobre envelhecimento humano e velhice, abrangendo obras como a Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano (RBCEH), mediante o desenvolvimento de uma investigação qualitativa de cunho bibliográfico. Obteve-se que os conceitos/adjetivos mais utilizados pelo senso comum para intitular o processo de envelhecimento e o ser velho no Brasil foram velho e ou idoso. Trata-se de concepções limitadoras que, além de não darem conta de um processo complexo e multifacetado que é o envelhecer humano, reduzem o sujeito que envelhece a um mero produto e produtor seu, e revelam os preconceitos nos quais o Brasil, apesar de já estar passando pela segunda metade da "Era do Envelhecimento", ainda se mostra imerso, no tocante ao ?Ser velho?, apresentando estereótipos e estigmas dos mais variados. Conclui-se que o ser velho vem do Outro, é o Outro que lhe diz ser velho. Esse outro, muitas vezes, é a própria sociedade, envolta numa cultura do culto ao jovem produtivo e belo. Palavras-chave: Processo de Envelhecimento. Velhice. Contemporaneidade. |
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Apontamentos sobre os novos nomes da velhiceNotes about the new names of old ageEnvelhecimento - Aspectos psicológicosVelhiceGerontologiaAs primeiras leituras realizadas ao se iniciar esta investigação oportunizaram o contato com muitos nomes atribuídos à velhice e ao processo de envelhecimento humano, como envelhescência, senescência, ancianidade, maturescência, senilidade, entre outros, que não estavam postos no senso comum, na tentativa de nomeá-los. Este estudo trata de investigar a elaboração desses termos, especificamente a partir da recente produção cientifica brasileira sobre envelhecimento humano e velhice, abrangendo obras como a Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano (RBCEH), mediante o desenvolvimento de uma investigação qualitativa de cunho bibliográfico. Obteve-se que os conceitos/adjetivos mais utilizados pelo senso comum para intitular o processo de envelhecimento e o ser velho no Brasil foram velho e ou idoso. Trata-se de concepções limitadoras que, além de não darem conta de um processo complexo e multifacetado que é o envelhecer humano, reduzem o sujeito que envelhece a um mero produto e produtor seu, e revelam os preconceitos nos quais o Brasil, apesar de já estar passando pela segunda metade da "Era do Envelhecimento", ainda se mostra imerso, no tocante ao ?Ser velho?, apresentando estereótipos e estigmas dos mais variados. Conclui-se que o ser velho vem do Outro, é o Outro que lhe diz ser velho. Esse outro, muitas vezes, é a própria sociedade, envolta numa cultura do culto ao jovem produtivo e belo. Palavras-chave: Processo de Envelhecimento. Velhice. Contemporaneidade.The first readings performed to start this investigation nurture the contact with many names given to old age and to the process of human aging, such as ?envelhescência?, senescence, ageing, matureness, senility, among others, who were not placed on common sense, in an attempt to name them. This study aims to investigate the development of those terms, specifically from the recent Brazilian scientific production on human aging and old age, including works such as the Revista Brasileira de Ciências do Envelhecimento Humano (RBCEH), through the development of a qualitative research of bibliographical nature. It was obtained that the concepts/adjectives most used by common sense to call the process of ageing and old age in Brazil were old and or elderly. This is limiting conceptions which, besides not give account of a complex and multifaceted process that is the human aging, reduce the subject to a mere product and producer of them, and reveal the prejudices on which Brazil, despite already passing through the second half of the "Era of Aging", still shows immersed, regarding "being old", featuring varied stereotypes and stigmas. It is concluded that the old age comes from the Other, it's the Other one that says being old. This other, often, is society itself, shrouded in a culture of the cult of the young productive and beautiful. Keywords: Aging processes. Old age. Contemporaneity.Martins, José Clerton de OliveiraMartins, José Clerton de OliveiraPocahy, Fernando AltairFrancileudo, Francisco AntonioUniversidade de Fortaleza. Programa de Pós-Graduação em PsicologiaLima, Suzany Maciel de Oliveira2015info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/102774https://uol.unifor.br/auth-sophia/exibicao/11764Disponibilidade forma física: Existe obra impressa de código : 94326porreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFORinstname:Universidade de Fortaleza (UNIFOR)instacron:UNIFORinfo:eu-repo/semantics/openAccess1899-12-30T00:00:00Zoai::102774Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttps://www.unifor.br/bdtdONGhttp://dspace.unifor.br/oai/requestbib@unifor.br||bib@unifor.bropendoar:1899-12-30T00:00Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UNIFOR - Universidade de Fortaleza (UNIFOR)false |
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