O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Braga, Bruno Mota lattes
Orientador(a): Oliveira, Roberto Véras de lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Paraíba
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento: Sociologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19930
Resumo: Os territórios comerciais de confecções das cidades de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, em Pernambuco, integra atualmente uma das principais arenas de negócios do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano e do Brasil. A sua emergência é oriunda da histórica Feira da Sulanca, uma tradicional feira popular que surgiu por iniciativa dos próprios indivíduos agrestino na luta pela sobrevivência. O desenvolvimento dessas atividades comerciais imprimiu a marca da informalidade às atividades econômicas e as relações de trabalho, espraiando-se, ao longo do tempo, por outras cidades do agreste de Pernambuco, com destaque para Toritama. Na medida em que esses territórios comerciais foram se tornando economicamente centrais nas cidades agrestinas, vários agentes, públicos e privados, passaram a buscar uma maior regulamentação, uma maior modernização econômica e institucional e um maior controle sobre a iniciativa dispersa de um crescente número de trabalhadores e empreendedores autônomos e informais. O embate entre as relações de trabalho informais e as estratégias de governança das atividades comerciais produzem uma nova configuração social que se desdobram em persistências, resistências, tensões, conflitos, rearranjos econômicos, sociais e laborais. O objetivo central deste estudo é o de compreender sociologicamente quais as configurações assumidas pelos arranjos econômicos, sociais e laborais no Território Comercial de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, considerando sobretudo a persistência da informalidade das atividades econômicas e laborais. Do ponto de vista metodológico, buscou-se contemplar uma perspectiva qualitativa, levando em conta as dimensões objetivas e subjetivas da dinâmica social. Trata-se de uma pesquisa que se utilizou da combinação de diferentes instrumentos metodológicos, tais como: entrevistas semiestruturadas (com trabalhadores (as), empreendedores (as) comerciais, lideranças de associações comerciais); análise documental (em registros jornalísticos, fotos, documentos institucionais); etnografia e história oral dos feirantes/empreendedores (as) comerciais que vivenciaram a histórica Feira da Sulanca.
id UFPB-2_33edf0d5eff482fd28892a8726436774
oai_identifier_str oai:repositorio.ufpb.br:123456789/19930
network_acronym_str UFPB-2
network_name_str Repositório Institucional da UFPB
repository_id_str
spelling 2021-04-01T00:48:15Z2020-01-182021-04-01T00:48:15Z2019-09-09https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19930Os territórios comerciais de confecções das cidades de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, em Pernambuco, integra atualmente uma das principais arenas de negócios do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano e do Brasil. A sua emergência é oriunda da histórica Feira da Sulanca, uma tradicional feira popular que surgiu por iniciativa dos próprios indivíduos agrestino na luta pela sobrevivência. O desenvolvimento dessas atividades comerciais imprimiu a marca da informalidade às atividades econômicas e as relações de trabalho, espraiando-se, ao longo do tempo, por outras cidades do agreste de Pernambuco, com destaque para Toritama. Na medida em que esses territórios comerciais foram se tornando economicamente centrais nas cidades agrestinas, vários agentes, públicos e privados, passaram a buscar uma maior regulamentação, uma maior modernização econômica e institucional e um maior controle sobre a iniciativa dispersa de um crescente número de trabalhadores e empreendedores autônomos e informais. O embate entre as relações de trabalho informais e as estratégias de governança das atividades comerciais produzem uma nova configuração social que se desdobram em persistências, resistências, tensões, conflitos, rearranjos econômicos, sociais e laborais. O objetivo central deste estudo é o de compreender sociologicamente quais as configurações assumidas pelos arranjos econômicos, sociais e laborais no Território Comercial de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, considerando sobretudo a persistência da informalidade das atividades econômicas e laborais. Do ponto de vista metodológico, buscou-se contemplar uma perspectiva qualitativa, levando em conta as dimensões objetivas e subjetivas da dinâmica social. Trata-se de uma pesquisa que se utilizou da combinação de diferentes instrumentos metodológicos, tais como: entrevistas semiestruturadas (com trabalhadores (as), empreendedores (as) comerciais, lideranças de associações comerciais); análise documental (em registros jornalísticos, fotos, documentos institucionais); etnografia e história oral dos feirantes/empreendedores (as) comerciais que vivenciaram a histórica Feira da Sulanca.Los territorios comerciales de ropa de las ciudades de Santa Cruz de el Capibaribe y Caruaru, en Pernambuco, actualmente forman parte de una de las principales arenas de negocios del Centro de Ropa del agreste Pernambucano y de Brasil. Su surgimiento proviene de la histórica Feria de la Sulanca, una feria popular tradicional que se originó por iniciativa de los habitantes del agreste en la lucha por la supervivencia. El desarrollo de estas actividades comerciales imprimió una marcada informalidad en las actividades económicas y las relaciones laborales en Santa Cruz de el Capibaribe, extendiéndose con el tiempo a otras ciudades en la región de Pernambuco, especialmente Toritama y Caruaru. A medida que estos territorios comerciales se volvieron económicamente centrales en las ciudades agrarias, varios agentes, públicos y privados, comenzaron a buscar una mayor regulación, una mayor modernización económica e institucional y un mayor control sobre la iniciativa dispersa de un número creciente de trabajadores y empresarios independientes e informales. El choque entre las relaciones laborales informales y las estrategias de gobernanza empresarial produce una nueva configuración social que se desarrolla en persistencia, resistencia, tensión, conflicto, reordenamientos económicos, sociales y laborales. El objetivo principal de este estudio es comprender sociológicamente las configuraciones asumidas por los acuerdos económicos, sociales y laborales en el territorio comercial de Santa Cruz de el Capibaribe y Caruaru, especialmente considerando la persistencia de la informalidad de las actividades económicas y laborales, inclusive delante de una nueva forma de gestión y organización de actividades comerciales. Desde el punto de vista metodológico, buscamos utilizar una perspectiva cualitativa, teniendo en cuenta las dimensiones objetivas y subjetivas de la dinámica social. Es una investigación que utilizó la combinación de diferentes instrumentos metodológicos, tales como: entrevistas semiestructuradas (con trabajadores, empresarios, líderes de asociaciones comerciales); Análisis documental (en registros periodísticos, fotos, documentos institucionales) e historia oral de los vendedores / empresarios comerciales que experimentaron la histórica Feria de la Sulanca.Submitted by Jackson Nunes (jackson@biblioteca.ufpb.br) on 2021-03-25T14:11:37Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) BrunoMotaBraga_Tese.pdf: 3377859 bytes, checksum: f2a6d991a064a38da69b569e8439614e (MD5)Approved for entry into archive by Biblioteca Digital de Teses e Dissertações BDTD (bdtd@biblioteca.ufpb.br) on 2021-04-01T00:48:15Z (GMT) No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) BrunoMotaBraga_Tese.pdf: 3377859 bytes, checksum: f2a6d991a064a38da69b569e8439614e (MD5)Made available in DSpace on 2021-04-01T00:48:15Z (GMT). No. of bitstreams: 2 license_rdf: 805 bytes, checksum: c4c98de35c20c53220c07884f4def27c (MD5) BrunoMotaBraga_Tese.pdf: 3377859 bytes, checksum: f2a6d991a064a38da69b569e8439614e (MD5) Previous issue date: 2019-09-09Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal da ParaíbaPrograma de Pós-Graduação em SociologiaUFPBBrasilSociologiahttp://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIAInformalidadeRelações de trabalhoPolo de confecções do agreste pernambucanoSulancaComércioInformalidadRelaciones laboralesPolo de confecciones del agreste pernambucanoSulancaComercioO informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasilinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisOliveira, Roberto Véras dehttp://lattes.cnpq.br/3105734658276566Cortés, Octavio Martín Maza Díashttp://lattes.cnpq.br/92122495801098196383387430http://lattes.cnpq.br/7512827607615081Braga, Bruno Motareponame:Repositório Institucional da UFPBinstname:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)instacron:UFPBTEXTBrunoMotaBraga_Tese.pdf.txtBrunoMotaBraga_Tese.pdf.txtExtracted texttext/plain516651https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/4/BrunoMotaBraga_Tese.pdf.txtef43909c469d03900666d88530b9ee1cMD54LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82390https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/3/license.txte20ac18e101915e6935b82a641b985c0MD53CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8805https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/2/license_rdfc4c98de35c20c53220c07884f4def27cMD52ORIGINALBrunoMotaBraga_Tese.pdfBrunoMotaBraga_Tese.pdfapplication/pdf3377859https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/1/BrunoMotaBraga_Tese.pdff2a6d991a064a38da69b569e8439614eMD51123456789/199302021-06-23 11:43:09.878oai:repositorio.ufpb.br:123456789/19930QVVUT1JJWkHDh8ODTyBFIExJQ0VOw4dBIERFIERJU1RSSUJVScOHw4NPIE7Dg08tRVhDTFVTSVZBCgpBdXRvcml6byBlIGVzdG91IGRlIGFjb3JkbywgbmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGRlIGF1dG9yIGRhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBhdXRvLWRlcG9zaXRhZGEsIGNvbmZvcm1lIExlaSBuwrogOTYxMC85OCwgb3Mgc2VndWludGVzIHRlcm1vczoKIApEYSBEaXN0cmlidWnDp8OjbyBuw6NvLWV4Y2x1c2l2YSAKTyBhdXRvciBkZWNsYXJhIHF1ZTogCmEpIE8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIHNldSB0cmFiYWxobyBvcmlnaW5hbCwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0ZSB0ZXJtby4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2UsIHRhbnRvIHF1YW50byBsaGUgw6kgcG9zc8OtdmVsIHNhYmVyLCBvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBxdWFscXVlciBvdXRyYSBwZXNzb2Egb3UgZW50aWRhZGUuIApiKSBTZSBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSBjb250w6ltIG1hdGVyaWFsIGRvIHF1YWwgbsOjbyBkZXTDqW0gb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IsIGRlY2xhcmEgcXVlIG9idGV2ZSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGRvIGRldGVudG9yIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkZSBhdXRvciBwYXJhIGNvbmNlZGVyIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGEgUGFyYcOtYmEgb3MgZGlyZWl0b3MgcmVxdWVyaWRvcyBwb3IgZXN0ZSB0ZXJtbywgZSBxdWUgZXNzZSBtYXRlcmlhbCBjdWpvcyBkaXJlaXRvcyBzw6NvIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIG91IGNvbnRlw7pkbyBkbyB0cmFiYWxobyBlbnRyZWd1ZS4gCmMpIFNlIG8gZG9jdW1lbnRvIGVudHJlZ3VlIMOpIGJhc2VhZG8gZW0gdHJhYmFsaG8gZmluYW5jaWFkbyBvdSBhcG9pYWRvIHBvciBvdXRyYSBpbnN0aXR1acOnw6NvIHF1ZSBuw6NvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGEgUGFyYcOtYmEgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCmQpIENvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZQQiBvIGRpcmVpdG8gZGUgcmVwcm9kdXppciwgdHJhZHV6aXIsIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gKGluY2x1aW5kbyBvIHJlc3VtbykgcG9yIHRvZG8gbyBtdW5kbyBubyBmb3JtYXRvIGltcHJlc3NvIGUgZWxldHLDtG5pY28gZSBlbSBxdWFscXVlciBtZWlvLCBpbmNsdWluZG8gb3MgZm9ybWF0b3Mgw6F1ZGlvIG91IHbDrWRlby4KZSkgVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgZGEgVUZQQiBwb2RlLCBzZW0gYWx0ZXJhciBvIGNvbnRlw7pkbywgdHJhbnNwb3IgYSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgcXVhbHF1ZXIgbWVpbyBvdSBmb3JtYXRvIHBhcmEgZmlucyBkZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgpmKSBWb2PDqiBjb25jb3JkYSBxdWUgbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRlBCIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrdXAgZSBwcmVzZXJ2YcOnw6NvLgoKRG9zIEVtYmFyZ29zIGUgUmVzdHJpw6fDtWVzIGRlIEFjZXNzbwpPIGVtYmFyZ28gcG9kZXLDoSBzZXIgbWFudGlkbyBwb3IgYXTDqSAxICh1bSkgYW5vLCBwb2RlbmRvIHNlciBwcm9ycm9nYWRvIHBvciBpZ3VhbCBwZXLDrW9kbywgY29tIGEgbmVjZXNzaWRhZGUgZGUgYW5leGFyIGRvY3VtZW50b3MgY29tcHJvYmF0w7NyaW9zLiBPIHJlc3VtbyBlIG9zIG1ldGFkYWRvcyBkZXNjcml0aXZvcyBzZXLDo28gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvcyBubyBSZXBvc2l0w7NyaW8gSW5zdGl0dWNpb25hbCBkYSBVRlBCLgpPIGRlcMOzc2l0byBkbyB0cmFiYWxobyDDqSBvYnJpZ2F0w7NyaW8sIGluZGVwZW5kZW50ZSBkbyBlbWJhcmdvLgpRdWFuZG8gZW1iYXJnYWRvLCBvIHRyYWJhbGhvIHBlcm1hbmVjZXLDoSBpbmRpc3BvbsOtdmVsIGVucXVhbnRvIHZpZ29yYXIgYXMgcmVzdHJpw6fDtWVzLiBQYXNzYWRvIG8gcGVyw61vZG8gZG8gZW1iYXJnbywgbyB0cmFiYWxobyBzZXLDoSBhdXRvbWF0aWNhbWVudGUgZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEIuIAo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpb.br/oai/requestdiretoria@ufpb.br||bdtd@biblioteca.ufpb.bropendoar:25462021-06-23T14:43:09Repositório Institucional da UFPB - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
title O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
spellingShingle O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
Braga, Bruno Mota
CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA
Informalidade
Relações de trabalho
Polo de confecções do agreste pernambucano
Sulanca
Comércio
Informalidad
Relaciones laborales
Polo de confecciones del agreste pernambucano
Sulanca
Comercio
title_short O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
title_full O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
title_fullStr O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
title_full_unstemmed O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
title_sort O informal como tecido social: os arranjos econômicos, sociais e laborais que constituem o agreste das confecções/Pernambuco/Brasil
author Braga, Bruno Mota
author_facet Braga, Bruno Mota
author_role author
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Oliveira, Roberto Véras de
dc.contributor.advisor1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/3105734658276566
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv Cortés, Octavio Martín Maza Días
dc.contributor.advisor-co1Lattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/9212249580109819
dc.contributor.authorID.fl_str_mv 6383387430
dc.contributor.authorLattes.fl_str_mv http://lattes.cnpq.br/7512827607615081
dc.contributor.author.fl_str_mv Braga, Bruno Mota
contributor_str_mv Oliveira, Roberto Véras de
Cortés, Octavio Martín Maza Días
dc.subject.cnpq.fl_str_mv CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA
topic CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA
Informalidade
Relações de trabalho
Polo de confecções do agreste pernambucano
Sulanca
Comércio
Informalidad
Relaciones laborales
Polo de confecciones del agreste pernambucano
Sulanca
Comercio
dc.subject.por.fl_str_mv Informalidade
Relações de trabalho
Polo de confecções do agreste pernambucano
Sulanca
Comércio
Informalidad
Relaciones laborales
Polo de confecciones del agreste pernambucano
Sulanca
Comercio
description Os territórios comerciais de confecções das cidades de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, em Pernambuco, integra atualmente uma das principais arenas de negócios do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano e do Brasil. A sua emergência é oriunda da histórica Feira da Sulanca, uma tradicional feira popular que surgiu por iniciativa dos próprios indivíduos agrestino na luta pela sobrevivência. O desenvolvimento dessas atividades comerciais imprimiu a marca da informalidade às atividades econômicas e as relações de trabalho, espraiando-se, ao longo do tempo, por outras cidades do agreste de Pernambuco, com destaque para Toritama. Na medida em que esses territórios comerciais foram se tornando economicamente centrais nas cidades agrestinas, vários agentes, públicos e privados, passaram a buscar uma maior regulamentação, uma maior modernização econômica e institucional e um maior controle sobre a iniciativa dispersa de um crescente número de trabalhadores e empreendedores autônomos e informais. O embate entre as relações de trabalho informais e as estratégias de governança das atividades comerciais produzem uma nova configuração social que se desdobram em persistências, resistências, tensões, conflitos, rearranjos econômicos, sociais e laborais. O objetivo central deste estudo é o de compreender sociologicamente quais as configurações assumidas pelos arranjos econômicos, sociais e laborais no Território Comercial de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru, considerando sobretudo a persistência da informalidade das atividades econômicas e laborais. Do ponto de vista metodológico, buscou-se contemplar uma perspectiva qualitativa, levando em conta as dimensões objetivas e subjetivas da dinâmica social. Trata-se de uma pesquisa que se utilizou da combinação de diferentes instrumentos metodológicos, tais como: entrevistas semiestruturadas (com trabalhadores (as), empreendedores (as) comerciais, lideranças de associações comerciais); análise documental (em registros jornalísticos, fotos, documentos institucionais); etnografia e história oral dos feirantes/empreendedores (as) comerciais que vivenciaram a histórica Feira da Sulanca.
publishDate 2019
dc.date.issued.fl_str_mv 2019-09-09
dc.date.available.fl_str_mv 2020-01-18
2021-04-01T00:48:15Z
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2021-04-01T00:48:15Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19930
url https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/19930
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0/br/
eu_rights_str_mv openAccess
dc.publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal da Paraíba
dc.publisher.program.fl_str_mv Programa de Pós-Graduação em Sociologia
dc.publisher.initials.fl_str_mv UFPB
dc.publisher.country.fl_str_mv Brasil
dc.publisher.department.fl_str_mv Sociologia
publisher.none.fl_str_mv Universidade Federal da Paraíba
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPB
instname:Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
instacron:UFPB
instname_str Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
instacron_str UFPB
institution UFPB
reponame_str Repositório Institucional da UFPB
collection Repositório Institucional da UFPB
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/4/BrunoMotaBraga_Tese.pdf.txt
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/3/license.txt
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/2/license_rdf
https://repositorio.ufpb.br/jspui/bitstream/123456789/19930/1/BrunoMotaBraga_Tese.pdf
bitstream.checksum.fl_str_mv ef43909c469d03900666d88530b9ee1c
e20ac18e101915e6935b82a641b985c0
c4c98de35c20c53220c07884f4def27c
f2a6d991a064a38da69b569e8439614e
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPB - Universidade Federal da Paraíba (UFPB)
repository.mail.fl_str_mv diretoria@ufpb.br||bdtd@biblioteca.ufpb.br
_version_ 1877597398056828928