Consumo e identidades de cachimbos na Capitania de Pernambuco no século XVII

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: SILVA, Severino Ribeiro da
Orientador(a): MUTZENBERG, Demétrio da Silva
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Arqueologia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66664
Resumo: Os indígenas da América, antes dos europeus, consumiam tabaco e outras ervas alucinógenas de diversas maneiras: comido, mascado, bebido, lambido, aspirado, fumado, com o auxílio de cachimbos e variados artefatos. O cachimbo cerâmico revelou ser um artefato fabricado com a função de fumar, principalmente, o tabaco. Na Capitania de Pernambuco, em sítios arqueológicos do século XVII, encontram-se dezenas de coleções de cachimbos classificados como brancos e avermelhados, seguindo as indicações de coloração do Sistema Munsell de Cores. A presente pesquisa ocorreu em torno de dois temas: o consumo, e as identidades de cachimbos, abordando a problemática de identificar milhares de artefatos de cachimbos consumidos por grupos ou identidades sociais, questionando a preferência dos colonos e holandeses, ao consumirem artefatos de fumar e de sua fabricação. Para obter essa resposta foram examinadas 11 coleções de artefatos de cachimbos, seguindo com a hipótese de que o consumo de cachimbos avermelhados e brancos, consumidos por colonos e holandeses, compeendendo não o seu grau de consumo, mas condicionado à sua disponibilidade e ao seu alcance. A pesquisa justificou-se por ser um assunto pouco abordado, especialmente, ao associar artefatos de fumar às identidades sociais. Em seu objetivo geral, tratou de conferir o consumo do artefato de fumar avermelhado por colonos de Pernambuco, revelando sua identidade social, preferência, e a quantidade do consumo de cachimbos brancos holandeses. A tese foi estruturada em cinco partes: a primeira apresentou abordagens teóricas; a segunda expôs a sociedade na Capitania de Pernambuco no século XVII; a terceira estabeleceu os dados e evidências dos cachimbos e do consumo; a quarta exibiu as análises das coleções; a quinta parte intitulada “Cachimbos e Identidades” revelou resultados e reconstituições das identidades sociais, a partir dos atributos característicos dos cachimbos. Nas discussões finais e nas conclusões ressaltou o problema inicial, as análises realizadas, a conferência das hipóteses, apontando para novos problemas e sugerindo novas pesquisas.
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A presente pesquisa ocorreu em torno de dois temas: o consumo, e as identidades de cachimbos, abordando a problemática de identificar milhares de artefatos de cachimbos consumidos por grupos ou identidades sociais, questionando a preferência dos colonos e holandeses, ao consumirem artefatos de fumar e de sua fabricação. Para obter essa resposta foram examinadas 11 coleções de artefatos de cachimbos, seguindo com a hipótese de que o consumo de cachimbos avermelhados e brancos, consumidos por colonos e holandeses, compeendendo não o seu grau de consumo, mas condicionado à sua disponibilidade e ao seu alcance. A pesquisa justificou-se por ser um assunto pouco abordado, especialmente, ao associar artefatos de fumar às identidades sociais. Em seu objetivo geral, tratou de conferir o consumo do artefato de fumar avermelhado por colonos de Pernambuco, revelando sua identidade social, preferência, e a quantidade do consumo de cachimbos brancos holandeses. A tese foi estruturada em cinco partes: a primeira apresentou abordagens teóricas; a segunda expôs a sociedade na Capitania de Pernambuco no século XVII; a terceira estabeleceu os dados e evidências dos cachimbos e do consumo; a quarta exibiu as análises das coleções; a quinta parte intitulada “Cachimbos e Identidades” revelou resultados e reconstituições das identidades sociais, a partir dos atributos característicos dos cachimbos. Nas discussões finais e nas conclusões ressaltou o problema inicial, as análises realizadas, a conferência das hipóteses, apontando para novos problemas e sugerindo novas pesquisas.Before the arrival of Europeans, the indigenous people of the Americas consumed tobacco and other hallucinogenic herbs in a variety of ways: eaten, chewed, drunk, licked, inhaled, smoked, and smoked with the help of pipes and various artifacts. The ceramic pipe proved to be an artifact made primarily for smoking tobacco. In the Captaincy of Pernambuco, at 17th century archaeological sites, dozens of collections of pipes classified as white and reddish, according to the Munsell Color System, have been found. This research focused on two themes: consumption and pipe identities. It addresses the problem of identifying thousands of pipe artifacts consumed by social groups or identities, questioning the preferences of colonists and the Dutch when consuming and manufacturing smoking artifacts. To answer this question, 11 collections of pipe artifacts were examined, based on the hypothesis that the consumption of reddish and white pipes, consumed by colonists and the Dutch, was not determined by their degree of consumption, but rather by their availability and reach. The research was justified by the fact that it is a rarely discussed topic, especially when associating smoking artifacts with social identities. Its general objective was to examine the consumption of reddish smoking artifacts by colonists in Pernambuco, revealing their social identity, preference, and the quantity of consumption of white Dutch pipes. The thesis was structured in five parts: the first presented theoretical approaches; the second exposed society in the Captaincy of Pernambuco in the 17th century; the third established data and evidence on pipes and consumption; the fourth presented analyses of the collections. The fifth part, titled "Pipes and Identities," revealed results and reconstructed social identities based on the characteristic attributes of pipes. The final discussions and conclusions highlighted the initial problem, the analyses performed, and the verification of hypotheses, pointing to new problems and suggesting further research.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em ArqueologiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessConsumoIdentidadesCachimbosConsumo e identidades de cachimbos na Capitania de Pernambuco no século XVIIinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALTESE Severino Ribeiro da Silva.pdfTESE Severino Ribeiro da Silva.pdfapplication/pdf8861099https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66664/1/TESE%20Severino%20Ribeiro%20da%20Silva.pdff7909ce7bd4a59b15e2c746de8d553c0MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66664/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52TEXTTESE Severino Ribeiro da Silva.pdf.txtTESE Severino Ribeiro da Silva.pdf.txtExtracted texttext/plain578509https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66664/3/TESE%20Severino%20Ribeiro%20da%20Silva.pdf.txtef305092f235a69986243eabdcd7ce26MD53THUMBNAILTESE Severino Ribeiro da Silva.pdf.jpgTESE Severino Ribeiro da Silva.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1165https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66664/4/TESE%20Severino%20Ribeiro%20da%20Silva.pdf.jpge62532a90a32085970658f2d7f202f17MD54123456789/666642025-10-26 16:26:00.134oai:repositorio.ufpe.br:123456789/66664VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212025-10-26T19:26Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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