Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico
| Ano de defesa: | 2012 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco,
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Cirurgia
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19874 |
Resumo: | Introdução: Fístulagastrobrônquica(FGB) é complicação grave após cirurgia bariátrica, cujo tratamento através detoracotomia e/ou laparotomia envolve alta morbidade. O objetivo do presente estudo foiapresentaros resultados da intervenção endoscópica no tratamento da FGB, como técnica efetiva no processo de cicatrização da fístula.Método:Estudo multicêntricoretrospectivo de 15 pacientes que foram submetidos à derivação gástrica em Y de Roux (DGYR) (n=10) e gastrectomia verticallaparoscópica(GVL) (n=5), e que apresentaram FGB no período pós-operatório (média de 6.7 meses). Resultados: Dez pacientes desenvolveramabscesso pulmonar e foram tratados com antibioticoterapia (n=10) e toracotomia (n=3). Reoperação abdominal foi realizada em nove pacientes para drenagem de abscesso e/ou remoção de anel (n=4) e/ou acesso nutricional (n=6). A origem da FGB foi o ângulo de His (n=14). Além disso, 14 pacientes apresentavam estenoseda bolsa gástrica tratadoscom dilatação pneumáticaaté 20-30 mm (n=11), estenotomiaou septotomia(n=10) e/ou prótese (n=7). Cola de fibrina foi usada em um paciente. Foram realizadas, em média, 4.71sessõesde endoscopia por paciente(mediana de 4,0 sessões). Tratamento endoscópico levou a 93.3% (14 /15) de sucesso no fechamento da FGB em tempo médio de 4.43meses (1–10 meses), sendo menor no grupo com prótese (2.5×9.5 meses). Não houve recidiva após tempo de seguimentomédio de 27.3 meses. Um paciente persistiu com FGB apesar do uso de cola de fibrina, e recusou continuar o tratamento.Conclusão:FGB é complicação de alta morbidade, a qual usualmente surge no pós-operatório tardio. Tratamento endoscópicomostrou-seopção terapêutica efetivana resolução da fístula,devendoser realizadoprecocemente para acelerar o tempo de cura. |
| id |
UFPE_07c57b78283de1b3780252645e1ed3a4 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufpe.br:123456789/19874 |
| network_acronym_str |
UFPE |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| repository_id_str |
|
| spelling |
PEREIRA, Eduardo Henrique da Francahttp://lattes.cnpq.br/7527543351441142http://lattes.cnpq.br/9515095477956691FERRAZ, Álvaro Antônio BandeiraCAMPOS, Josemberg Marins2017-07-20T12:58:53Z2017-07-20T12:58:53Z2012-08-28https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19874Introdução: Fístulagastrobrônquica(FGB) é complicação grave após cirurgia bariátrica, cujo tratamento através detoracotomia e/ou laparotomia envolve alta morbidade. O objetivo do presente estudo foiapresentaros resultados da intervenção endoscópica no tratamento da FGB, como técnica efetiva no processo de cicatrização da fístula.Método:Estudo multicêntricoretrospectivo de 15 pacientes que foram submetidos à derivação gástrica em Y de Roux (DGYR) (n=10) e gastrectomia verticallaparoscópica(GVL) (n=5), e que apresentaram FGB no período pós-operatório (média de 6.7 meses). Resultados: Dez pacientes desenvolveramabscesso pulmonar e foram tratados com antibioticoterapia (n=10) e toracotomia (n=3). Reoperação abdominal foi realizada em nove pacientes para drenagem de abscesso e/ou remoção de anel (n=4) e/ou acesso nutricional (n=6). A origem da FGB foi o ângulo de His (n=14). Além disso, 14 pacientes apresentavam estenoseda bolsa gástrica tratadoscom dilatação pneumáticaaté 20-30 mm (n=11), estenotomiaou septotomia(n=10) e/ou prótese (n=7). Cola de fibrina foi usada em um paciente. Foram realizadas, em média, 4.71sessõesde endoscopia por paciente(mediana de 4,0 sessões). Tratamento endoscópico levou a 93.3% (14 /15) de sucesso no fechamento da FGB em tempo médio de 4.43meses (1–10 meses), sendo menor no grupo com prótese (2.5×9.5 meses). Não houve recidiva após tempo de seguimentomédio de 27.3 meses. Um paciente persistiu com FGB apesar do uso de cola de fibrina, e recusou continuar o tratamento.Conclusão:FGB é complicação de alta morbidade, a qual usualmente surge no pós-operatório tardio. Tratamento endoscópicomostrou-seopção terapêutica efetivana resolução da fístula,devendoser realizadoprecocemente para acelerar o tempo de cura.Gastrobronchial fístula(GBF) is a serious complication following bariatric surgery, whose treatment by thoracotomy and/or laparotomy involves a high morbidity rate. We present the outcomes of endoscopic management for GBF as a helpful technique for its healing process. This is a multicenter retrospective study of 15 patients who underwent gastric bypass (n=10) and sleeve gastrectomy (n=5) and presented GBF postoperatively (mean of 6.7 months). Ten patients developed lung abscess and were treated by antibiotic therapy (n=10) and thoracotomy (n=3). Abdominal reoperation was performed in nine patients for abscess drainage (n=9) and/or ring removal (n=4) and/or nutritional access(n=6). The source of the GBF was at the angle of His (n=14). Furthermore, 14 patients presented a narrowing of the gastric pouch treated by 20 or 30 mm aggressive balloon dilation (n=11), stricturotomy or septoplasty (n=10) and/or stent (n=7). Fibrin gluewas used in one patient. We performed, on average, 4.5 endoscopic sessions per patient. Endotherapy led to a 93.3% (14 out of 15) success rate in GBF closure with an average healing time of 4.4 months (range, 1–10 months), being shorter in the stent group(2.5×9.5 months). There was no recurrence during the average 27.3-month follow-up. A patient persisted with GBF, despite the fibrin glue application, and decided to discontinue treatment. GBF is a highly morbid complication, which usually arises late in the postoperative period. Endotherapy through different strategies is a highly effective therapeutic option and should be implemented early in order to shorten leakage healing time.Keywords:Bariatric surgery . Gastrobronchial fistula .Bronchogastric fistula . Lung abscess . Gastric fistula .Sleeve gastrectomy . Endoscopy . Balloon dilation . StentsporUniversidade Federal de Pernambuco,Programa de Pos Graduacao em CirurgiaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccesscirurgia bariátricafístula gastrobrônquicafístula broncogástricaabscesso pulmonarfístulagástricagastrectomia verticalendoscopiadilatação pneumáticaprótesesFístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópicoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETEXT2012-dissertação-EduardoFrançaPereira.pdf.txt2012-dissertação-EduardoFrançaPereira.pdf.txtExtracted texttext/plain90366https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/3/2012-disserta%c3%a7%c3%a3o-EduardoFran%c3%a7aPereira.pdf.txt17248be287f01f616d9e5ac64c6c8263MD53THUMBNAIL2012-dissertação-EduardoFrançaPereira.pdf.jpg2012-dissertação-EduardoFrançaPereira.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1425https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/4/2012-disserta%c3%a7%c3%a3o-EduardoFran%c3%a7aPereira.pdf.jpgf4e5f62702a366b5c1a03f2643da9ab5MD54ORIGINAL2012-dissertação-EduardoFrançaPereira.pdf2012-dissertação-EduardoFrançaPereira.pdfapplication/pdf2208614https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/1/2012-disserta%c3%a7%c3%a3o-EduardoFran%c3%a7aPereira.pdfaee0c9d267eedfe95afd7aa8011dad25MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/2/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD52123456789/198742019-10-25 20:57:27.78oai:repositorio.ufpe.br:123456789/19874TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T23:57:27Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| title |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| spellingShingle |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico PEREIRA, Eduardo Henrique da Franca cirurgia bariátrica fístula gastrobrônquica fístula broncogástrica abscesso pulmonar fístulagástrica gastrectomia vertical endoscopia dilatação pneumática próteses |
| title_short |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| title_full |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| title_fullStr |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| title_full_unstemmed |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| title_sort |
Fístula gastrobrônquica após cirurgia bariátrica: tratamento cirúrgico e endoscópico |
| author |
PEREIRA, Eduardo Henrique da Franca |
| author_facet |
PEREIRA, Eduardo Henrique da Franca |
| author_role |
author |
| dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/7527543351441142 |
| dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/9515095477956691 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
PEREIRA, Eduardo Henrique da Franca |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
FERRAZ, Álvaro Antônio Bandeira |
| dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv |
CAMPOS, Josemberg Marins |
| contributor_str_mv |
FERRAZ, Álvaro Antônio Bandeira CAMPOS, Josemberg Marins |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
cirurgia bariátrica fístula gastrobrônquica fístula broncogástrica abscesso pulmonar fístulagástrica gastrectomia vertical endoscopia dilatação pneumática próteses |
| topic |
cirurgia bariátrica fístula gastrobrônquica fístula broncogástrica abscesso pulmonar fístulagástrica gastrectomia vertical endoscopia dilatação pneumática próteses |
| description |
Introdução: Fístulagastrobrônquica(FGB) é complicação grave após cirurgia bariátrica, cujo tratamento através detoracotomia e/ou laparotomia envolve alta morbidade. O objetivo do presente estudo foiapresentaros resultados da intervenção endoscópica no tratamento da FGB, como técnica efetiva no processo de cicatrização da fístula.Método:Estudo multicêntricoretrospectivo de 15 pacientes que foram submetidos à derivação gástrica em Y de Roux (DGYR) (n=10) e gastrectomia verticallaparoscópica(GVL) (n=5), e que apresentaram FGB no período pós-operatório (média de 6.7 meses). Resultados: Dez pacientes desenvolveramabscesso pulmonar e foram tratados com antibioticoterapia (n=10) e toracotomia (n=3). Reoperação abdominal foi realizada em nove pacientes para drenagem de abscesso e/ou remoção de anel (n=4) e/ou acesso nutricional (n=6). A origem da FGB foi o ângulo de His (n=14). Além disso, 14 pacientes apresentavam estenoseda bolsa gástrica tratadoscom dilatação pneumáticaaté 20-30 mm (n=11), estenotomiaou septotomia(n=10) e/ou prótese (n=7). Cola de fibrina foi usada em um paciente. Foram realizadas, em média, 4.71sessõesde endoscopia por paciente(mediana de 4,0 sessões). Tratamento endoscópico levou a 93.3% (14 /15) de sucesso no fechamento da FGB em tempo médio de 4.43meses (1–10 meses), sendo menor no grupo com prótese (2.5×9.5 meses). Não houve recidiva após tempo de seguimentomédio de 27.3 meses. Um paciente persistiu com FGB apesar do uso de cola de fibrina, e recusou continuar o tratamento.Conclusão:FGB é complicação de alta morbidade, a qual usualmente surge no pós-operatório tardio. Tratamento endoscópicomostrou-seopção terapêutica efetivana resolução da fístula,devendoser realizadoprecocemente para acelerar o tempo de cura. |
| publishDate |
2012 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2012-08-28 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2017-07-20T12:58:53Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2017-07-20T12:58:53Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/doctoralThesis |
| format |
doctoralThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19874 |
| url |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/19874 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco, |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pos Graduacao em Cirurgia |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFPE |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco, |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFPE instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) instacron:UFPE |
| instname_str |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| instacron_str |
UFPE |
| institution |
UFPE |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| collection |
Repositório Institucional da UFPE |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/3/2012-disserta%c3%a7%c3%a3o-EduardoFran%c3%a7aPereira.pdf.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/4/2012-disserta%c3%a7%c3%a3o-EduardoFran%c3%a7aPereira.pdf.jpg https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/1/2012-disserta%c3%a7%c3%a3o-EduardoFran%c3%a7aPereira.pdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/19874/2/license.txt |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
17248be287f01f616d9e5ac64c6c8263 f4e5f62702a366b5c1a03f2643da9ab5 aee0c9d267eedfe95afd7aa8011dad25 4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08 |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
attena@ufpe.br |
| _version_ |
1862741865811410944 |