Fístula e estenose em gastrectomia vertical: dilatação endoscópica, colocação de prótese e septotomia gástrica
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Cirurgia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27849 |
Resumo: | Introdução: Gastrectomia Vertical (GV) tem sido empregada como procedimento primário para tratamento da obesidade, apresentando resultados satisfatórios e baixas taxas de morbimortalidade. Uma das mais temidas complicações da GV é a fístula gástrica, a qual tem se mostrado de mais difícil tratamento que as fístulas decorrentes do bypass gástrico. Objetivo: Descrever uma técnica endoscópica inovadora, segura e minimamente invasiva para o tratamento da fístula gástrica decorrente da GV. Métodos: Estudo retrospectivo observacional, no qual foram avaliados 18 pacientes com gástrica após GV, sendo submetidos ao tratamento endoscópico através de dilatação com balão, colocação de prótese endoscópica e/ou septotomia gástrica. Resultados: Observou-se que o local da fístula foi ao nível do ângulo de His (n=15), dos quais em 02 casos se manifestou como fístula gastro-brônquica, e no corpo gástrico (n= 03). Dezessete pacientes apresentaram estreitamento do pouch gástrico, localizado em diferentes regiões da bolsa gástrica, sendo em 07 casos à nível da incisura angularis e em 10 casos à nível do corpo gástrico proximal. Os tratamentos endoscópicos foram: dilatação endoscópica com balão pneumático, colocação de prótese e septotomia gástrica em 11 casos, apresentando número médio de sessões endoscópicas de 12,6, dilatação endoscópica e septotomia em 7 casos, com média de 6,14 sessões endoscópicas. O tratamento endoscópico apresentou resolução da fístula em 17 casos e controle dos sintomas em um caso. Conclusão: Dilatação endoscópica agressiva com balão pneumático, colocação de prótese endoscópica e septotomia gástrica endoscópica promoveram a cura ou o controle da fístula gástrica após GV. |
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Fístula e estenose em gastrectomia vertical: dilatação endoscópica, colocação de prótese e septotomia gástricaFístula e estenose em gastrectomia vertical: análise da eficácia e segurança do tratamento endoscópico através de dilatação endoscópica, colocação de prótese, estenotomia e septotomia gástricaFistula gástricaEstenoseVazamentoDilataçãoIntrodução: Gastrectomia Vertical (GV) tem sido empregada como procedimento primário para tratamento da obesidade, apresentando resultados satisfatórios e baixas taxas de morbimortalidade. Uma das mais temidas complicações da GV é a fístula gástrica, a qual tem se mostrado de mais difícil tratamento que as fístulas decorrentes do bypass gástrico. Objetivo: Descrever uma técnica endoscópica inovadora, segura e minimamente invasiva para o tratamento da fístula gástrica decorrente da GV. Métodos: Estudo retrospectivo observacional, no qual foram avaliados 18 pacientes com gástrica após GV, sendo submetidos ao tratamento endoscópico através de dilatação com balão, colocação de prótese endoscópica e/ou septotomia gástrica. Resultados: Observou-se que o local da fístula foi ao nível do ângulo de His (n=15), dos quais em 02 casos se manifestou como fístula gastro-brônquica, e no corpo gástrico (n= 03). Dezessete pacientes apresentaram estreitamento do pouch gástrico, localizado em diferentes regiões da bolsa gástrica, sendo em 07 casos à nível da incisura angularis e em 10 casos à nível do corpo gástrico proximal. Os tratamentos endoscópicos foram: dilatação endoscópica com balão pneumático, colocação de prótese e septotomia gástrica em 11 casos, apresentando número médio de sessões endoscópicas de 12,6, dilatação endoscópica e septotomia em 7 casos, com média de 6,14 sessões endoscópicas. O tratamento endoscópico apresentou resolução da fístula em 17 casos e controle dos sintomas em um caso. Conclusão: Dilatação endoscópica agressiva com balão pneumático, colocação de prótese endoscópica e septotomia gástrica endoscópica promoveram a cura ou o controle da fístula gástrica após GV.Introduction: Vertical Gastrectomy (GV) has been used as the primary procedure for the treatment of obesity, presenting satisfactory results and low morbidity and mortality rates. One of the most feared complications of GV is gastric fistula, which has been shown to be more difficult to treat than gastric bypass fistulas. Objective: To describe an innovative, safe and minimally invasive endoscopic technique for the treatment of gastric fistula due to GV. Methods: Retrospective observational study, in which 18 patients with gastric after GV were evaluated, being submitted to endoscopic treatment through balloon dilation, endoscopic prosthesis placement and / or gastric septotomy. Results: It was observed that the fistula site was at the angle of His (n = 15), of which in 02 cases it manifested as a gastro-bronchial fistula, and in the gastric body (n = 03). Seventeen patients presented narrowing of the gastric pouch, located in different regions of the gastric pouch, being in 7 cases at the level of the notch angularis and in 10 cases at the level of the proximal gastric body. The endoscopic treatments were: endoscopic dilatation with pneumatic balloon, prosthesis placement and gastric septotomy in 11 cases, with a mean number of endoscopic sessions of 12.6, endoscopic dilatation and septotomy in 7 cases, with a mean of 6.14 endoscopic sessions. Endoscopic treatment showed resolution of the fistula in 17 cases and control of symptoms in one case. Conclusion: Aggressive endoscopic dilatation with pneumatic balloon, placement of endoscopic prosthesis and endoscopic gastric septotomy promoted healing or control of gastric fistula after GV.Universidade Federal de PernambucoUFPEBrasilPrograma de Pos Graduacao em CirurgiaCAMPOS, Josemberg MarinsMARTINS FILHO, Euclides Diashttp://lattes.cnpq.br/7401540764527817http://lattes.cnpq.br/8353311328898770CORREIA, Sércio Flavny Brandão de Menezes2018-11-30T18:23:19Z2018-11-30T18:23:19Z2014-02-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/27849porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-26T04:55:06Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/27849Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-26T04:55:06Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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