Efeitos do treinamento muscular inspiratório no status da fragilidade, função respiratória, capacidade funcional e qualidade de vida em idosos com Covid-longa e Síndrome da Fragilidade: ensaio clínico randomizado
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso embargado |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Fisioterapia
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/64336 |
Resumo: | A síndrome da fragilidade está associada à perda acelerada de massa muscular e alterações respiratórias decorrentes da inflamação sistêmica, podendo acelerar o declínio funcional, causar sarcopenia aguda pós-infecção e até mesmo a sarcopenia respiratória (SR). A SR envolve o comprometimento da musculatura periférica e do sistema respiratório. Esses fatores são exacerbados pela COVID-longa, aumentando a fragilidade e a vulnerabilidade a desfechos adversos. Até o momento, nenhum ensaio clínico randomizado avaliou os efeitos do treinamento muscular inspiratório (TMI) na reversão da fragilidade em idosos, evidenciando uma lacuna na literatura. O objetivo foi avaliar a eficácia de um protocolo de TMI no status de fragilidade, função pulmonar, capacidade funcional e qualidade de vida de idosos com COVID-longa e síndrome da fragilidade. Foi realizado um estudo piloto de ensaio clínico randomizado duplo-cego com indivíduos ≥60 anos da comunidade, apresentando síndrome da fragilidade e sintomas respiratórios da COVID-longa (>3 meses). Excluíram-se aqueles com doenças neurológicas, cardiovasculares ou respiratórias preexistentes, infecção ativa, comprometimento cognitivo ou limitações funcionais. Quinze idosos foram alocados em grupo intervenção (n=7), TMI com carga de 50% da Pressão Inspiratória Máxima (PImáx), e grupo controle (n=8), TMI com carga 0. O protocolo foi realizado por 8 semanas, 2x ao dia, 3 séries de 30 repetições. O status de fragilidade (desfecho primário), força muscular respiratória (manovacuometria), função pulmonar (espirometria), capacidade funcional (Teste de Caminhada de 6 Minutos) e qualidade de vida (SF-36) foram avaliados antes e após a intervenção. Além disso, realizamos uma Revisão Sistemática sobre a acurácia diagnóstica para SR. A qualidade e o risco de viés dos estudos foram avaliados pela ferramenta QUADAS-2. Foram analisadas as métricas diagnósticas para pico de fluxo expiratório (PFE), PImáx e Pressão Expiratória Máxima (PEmáx). No artigo 1, a análise de variância multivariada para medidas repetidas indicou um efeito positivo para o fator momento (p=0,034; η2=0,301) e para a interação momento*grupo (p=0,034; η2=0,301). No grupo intervenção, 42,8% dos participantes melhoraram o status de fragilidade (p=0.02), incluindo 14,3% que se tornaram "robustos", enquanto no grupo controle não houve mudanças. O grupo intervenção também apresentou melhora significativa no score total do SF-36 (430 para 597; p=0,03), nos domínios de vitalidade (p=0,01) e aspectos emocionais (p=0,04). Na Revisão Sistemática (artigo 2), foram incluídos 5 estudos (n=1.801, idade média 72,5–80,6 anos), com risco moderado de viés. A sensibilidade combinada foi 66% e a especificidade SROC, 56% para avaliação do PFE, PImáx e PEmáx. No modelo combinado, a PImáx teve sensibilidade de 70,8% e especificidade de 100%, enquanto a PEmáx teve sensibilidade de 80,4% e especificidade de 55,7%. O PFE apresentou menor desempenho (sensibilidade 41,6% e especificidade 61,0%). O TMI reduziu a gravidade da fragilidade e melhorou a qualidade de vida nessa população. A PImáx demonstrou melhor acurácia diagnóstica para SR do que a PEmáx e o PFE. |
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A SR envolve o comprometimento da musculatura periférica e do sistema respiratório. Esses fatores são exacerbados pela COVID-longa, aumentando a fragilidade e a vulnerabilidade a desfechos adversos. Até o momento, nenhum ensaio clínico randomizado avaliou os efeitos do treinamento muscular inspiratório (TMI) na reversão da fragilidade em idosos, evidenciando uma lacuna na literatura. O objetivo foi avaliar a eficácia de um protocolo de TMI no status de fragilidade, função pulmonar, capacidade funcional e qualidade de vida de idosos com COVID-longa e síndrome da fragilidade. Foi realizado um estudo piloto de ensaio clínico randomizado duplo-cego com indivíduos ≥60 anos da comunidade, apresentando síndrome da fragilidade e sintomas respiratórios da COVID-longa (>3 meses). Excluíram-se aqueles com doenças neurológicas, cardiovasculares ou respiratórias preexistentes, infecção ativa, comprometimento cognitivo ou limitações funcionais. 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A PImáx demonstrou melhor acurácia diagnóstica para SR do que a PEmáx e o PFE.Frailty syndrome is associated with accelerated muscle mass loss and respiratory changes due to systemic inflammation, potentially accelerating functional decline, leading to acute post-infection sarcopenia, and even respiratory sarcopenia (RS). RS involves impairment of both peripheral musculature and the respiratory system. These factors are exacerbated by long COVID, increasing frailty and vulnerability to adverse outcomes. To date, no randomized clinical trial has evaluated the effects of inspiratory muscle training (IMT) on reversing frailty in older adults, highlighting a gap in the literature. The objective was to assess the efficacy of an IMT protocol on frailty status, pulmonary function, functional capacity, and quality of life in older adults with long COVID and frailty syndrome. A pilot double-blind randomized clinical trial was conducted with community-dwelling individuals aged ≥60 years, presenting frailty syndrome and respiratory symptoms of long COVID (>3 months). Exclusion criteria included pre-existing neurological, cardiovascular, or respiratory diseases, active infection, cognitive impairment, or functional limitations. Fifteen older adults were allocated to the intervention group (n=7), receiving IMT at 50% of Maximum Inspiratory Pressure (MIP), and the control group (n=8), performing IMT with zero load. The protocol lasted 8 weeks, twice daily, with 3 sets of 30 repetitions. Frailty status (primary outcome), respiratory muscle strength (manovacuometry), pulmonary function (spirometry), functional capacity (Six-Minute Walk Test), and quality of life (SF-36) were assessed pre- and post-intervention. Additionally, we conducted a Systematic Review on diagnostic accuracy for RS. Study quality and risk of bias were assessed using the QUADAS-2 tool. Diagnostic performance metrics were analyzed for peak expiratory flow (PEF), MIP, and Maximum Expiratory Pressure (MEP). In Article 1, multivariate repeated measures analysis of variance indicated a positive effect for the time factor (p=0.034; η2=0.301) and for the time*group interaction (p=0.034; η2=0.301). In the intervention group, 42.8% of participants improved frailty status (p=0.02), including 14.3% who became "robust", while no changes were observed in the control group. The intervention group also showed significant improvements in SF-36 total score (430 to 597; p=0.03), as well as in the vitality (p=0.01) and emotional aspects (p=0.04) domains. In the Systematic Review (Article 2), five studies were included (n=1,801, mean age 72.5–80.6 years), with a moderate risk of bias. The combined sensitivity was 66%, and the SROC specificity was 56% for evaluating PEF, MIP, and MEP. In the combined model, MIP had a sensitivity of 70.8% and specificity of 100%, while MEP had a sensitivity of 80.4% and specificity of 55.7%. PEF showed lower performance (sensitivity 41.6% and specificity 61.0%). IMT reduced frailty severity and improved quality of life in this population. MIP demonstrated superior diagnostic accuracy for RS compared to MEP and PEF.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FisioterapiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/embargoedAccessFragilidadeIdosoQualidade de vidaSíndrome Pós-COVID-19 AgudaSarcopeniaSarcopenia RespiratóriaEfeitos do treinamento muscular inspiratório no status da fragilidade, função respiratória, capacidade funcional e qualidade de vida em idosos com Covid-longa e Síndrome da Fragilidade: ensaio clínico randomizadoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPELICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/64336/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52ORIGINALDISSERTAÇÃO Deivd Siqueira de Arruda.pdfDISSERTAÇÃO Deivd Siqueira de 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A síndrome da fragilidade está associada à perda acelerada de massa muscular e alterações respiratórias decorrentes da inflamação sistêmica, podendo acelerar o declínio funcional, causar sarcopenia aguda pós-infecção e até mesmo a sarcopenia respiratória (SR). A SR envolve o comprometimento da musculatura periférica e do sistema respiratório. Esses fatores são exacerbados pela COVID-longa, aumentando a fragilidade e a vulnerabilidade a desfechos adversos. Até o momento, nenhum ensaio clínico randomizado avaliou os efeitos do treinamento muscular inspiratório (TMI) na reversão da fragilidade em idosos, evidenciando uma lacuna na literatura. O objetivo foi avaliar a eficácia de um protocolo de TMI no status de fragilidade, função pulmonar, capacidade funcional e qualidade de vida de idosos com COVID-longa e síndrome da fragilidade. Foi realizado um estudo piloto de ensaio clínico randomizado duplo-cego com indivíduos ≥60 anos da comunidade, apresentando síndrome da fragilidade e sintomas respiratórios da COVID-longa (>3 meses). Excluíram-se aqueles com doenças neurológicas, cardiovasculares ou respiratórias preexistentes, infecção ativa, comprometimento cognitivo ou limitações funcionais. Quinze idosos foram alocados em grupo intervenção (n=7), TMI com carga de 50% da Pressão Inspiratória Máxima (PImáx), e grupo controle (n=8), TMI com carga 0. O protocolo foi realizado por 8 semanas, 2x ao dia, 3 séries de 30 repetições. O status de fragilidade (desfecho primário), força muscular respiratória (manovacuometria), função pulmonar (espirometria), capacidade funcional (Teste de Caminhada de 6 Minutos) e qualidade de vida (SF-36) foram avaliados antes e após a intervenção. Além disso, realizamos uma Revisão Sistemática sobre a acurácia diagnóstica para SR. A qualidade e o risco de viés dos estudos foram avaliados pela ferramenta QUADAS-2. Foram analisadas as métricas diagnósticas para pico de fluxo expiratório (PFE), PImáx e Pressão Expiratória Máxima (PEmáx). No artigo 1, a análise de variância multivariada para medidas repetidas indicou um efeito positivo para o fator momento (p=0,034; η2=0,301) e para a interação momento*grupo (p=0,034; η2=0,301). No grupo intervenção, 42,8% dos participantes melhoraram o status de fragilidade (p=0.02), incluindo 14,3% que se tornaram "robustos", enquanto no grupo controle não houve mudanças. O grupo intervenção também apresentou melhora significativa no score total do SF-36 (430 para 597; p=0,03), nos domínios de vitalidade (p=0,01) e aspectos emocionais (p=0,04). Na Revisão Sistemática (artigo 2), foram incluídos 5 estudos (n=1.801, idade média 72,5–80,6 anos), com risco moderado de viés. A sensibilidade combinada foi 66% e a especificidade SROC, 56% para avaliação do PFE, PImáx e PEmáx. No modelo combinado, a PImáx teve sensibilidade de 70,8% e especificidade de 100%, enquanto a PEmáx teve sensibilidade de 80,4% e especificidade de 55,7%. O PFE apresentou menor desempenho (sensibilidade 41,6% e especificidade 61,0%). O TMI reduziu a gravidade da fragilidade e melhorou a qualidade de vida nessa população. A PImáx demonstrou melhor acurácia diagnóstica para SR do que a PEmáx e o PFE. |
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ARRUDA, Deivd Siqueira de. Efeitos do treinamento muscular inspiratório no status da fragilidade, função respiratória, capacidade funcional e qualidade de vida em idosos com Covid-longa e Síndrome da Fragilidade: ensaio clínico randomizado. Dissertação (Mestrado em Fisioterapia) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2025. |
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