Natureza Mínima - Política Ambiental e Unidades de Conservação em Pernambuco: um estudo sobre a Estação Ecológica de Caetés e a Área de Proteção Ambiental do Engenho Uchoa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: De Britto Negreiros, Emilio
Orientador(a): Maria Ribeiro de Vasconcelos, Eliane
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9337
Resumo: Esta tese realiza um estudo sociológico sobre duas áreas importantes para a compreensão do campo ambiental em Pernambuco nos últimos trinta anos. A Estação Ecológica de Caetés (ESEC Caetés) e a Área de Proteção Ambiental do Engenho Uchoa (APA Uchoa) se constituíram a partir de uma demanda pública em que se desenrolou o movimento ambientalista local. Elas são partes integrantes da história ambiental do estado e exerceram uma relativa influência, assim como são reflexo, no modo como a política ambiental foi construída ao logo desses anos mais recentes, no que diz respeito especificamente às unidades de conservação da natureza. Em que pesem todas as dificuldades de implementação da política ambiental, nos âmbitos estadual e municipal, que responda a contento à necessidade imprescindível de proteção da natureza e todas as contorções políticas que sofre o campo ambiental em Pernambuco, especialmente nos cantos governamentais, o processo em que se desenrola a trajetória do ambientalismo local faz perceber que, mesmo atrapalhado por conflitos internos, às vezes ideológicos, às vezes narcísicos que dificultam atualmente a sua auto-identificação, tem sempre uma preocupação muito forte coma a defesa dos interesses ambientais em primeiro plano vinculados intimamente com o aperfeiçoamento da democracia. A tese acentua esta necessária relação entre participação e proteção ambiental na gestão de unidades de conservação em áreas metropolitanas, embora aponte sua imensa dificuldade de se realizar. Nesse sentido, os problemas ambientais precisam ser cotidianamente construídos e reavivados politicamente, como uma forma de manter acesa a articulação política fundamental entre aqueles que assumem a defesa coletiva da natureza; natureza esta que por tanto carecer de mais atenção e depois das intensas e variadas formas de agressão que vem sofrendo, tem se tornando uma natureza mínima
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Elas são partes integrantes da história ambiental do estado e exerceram uma relativa influência, assim como são reflexo, no modo como a política ambiental foi construída ao logo desses anos mais recentes, no que diz respeito especificamente às unidades de conservação da natureza. Em que pesem todas as dificuldades de implementação da política ambiental, nos âmbitos estadual e municipal, que responda a contento à necessidade imprescindível de proteção da natureza e todas as contorções políticas que sofre o campo ambiental em Pernambuco, especialmente nos cantos governamentais, o processo em que se desenrola a trajetória do ambientalismo local faz perceber que, mesmo atrapalhado por conflitos internos, às vezes ideológicos, às vezes narcísicos que dificultam atualmente a sua auto-identificação, tem sempre uma preocupação muito forte coma a defesa dos interesses ambientais em primeiro plano vinculados intimamente com o aperfeiçoamento da democracia. A tese acentua esta necessária relação entre participação e proteção ambiental na gestão de unidades de conservação em áreas metropolitanas, embora aponte sua imensa dificuldade de se realizar. Nesse sentido, os problemas ambientais precisam ser cotidianamente construídos e reavivados politicamente, como uma forma de manter acesa a articulação política fundamental entre aqueles que assumem a defesa coletiva da natureza; natureza esta que por tanto carecer de mais atenção e depois das intensas e variadas formas de agressão que vem sofrendo, tem se tornando uma natureza mínimaCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível SuperiorporUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessSociologia AmbientalPolítica Ambiental, Unidades de ConservaçãoNatureza MínimaNatureza Mínima - Política Ambiental e Unidades de Conservação em Pernambuco: um estudo sobre a Estação Ecológica de Caetés e a Área de Proteção Ambiental do Engenho Uchoainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILarquivo4155_1.pdf.jpgarquivo4155_1.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1234https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9337/4/arquivo4155_1.pdf.jpgcf736a7c1ad9c4ad66d8b43815aea62dMD54ORIGINALarquivo4155_1.pdfapplication/pdf1742183https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9337/1/arquivo4155_1.pdf72cd3d24b2e6aaff9c694b3256d4f631MD51LICENSElicense.txttext/plain1748https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9337/2/license.txt8a4605be74aa9ea9d79846c1fba20a33MD52TEXTarquivo4155_1.pdf.txtarquivo4155_1.pdf.txtExtracted texttext/plain591743https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/9337/3/arquivo4155_1.pdf.txt42479a3cf2da89be59ce273f6408f2e4MD53123456789/93372019-10-25 03:56:59.062oai:repositorio.ufpe.br:123456789/9337Tk9URTogUExBQ0UgWU9VUiBPV04gTElDRU5TRSBIRVJFClRoaXMgc2FtcGxlIGxpY2Vuc2UgaXMgcHJvdmlkZWQgZm9yIGluZm9ybWF0aW9uYWwgcHVycG9zZXMgb25seS4KCk5PTi1FWENMVVNJVkUgRElTVFJJQlVUSU9OIExJQ0VOU0UKCkJ5IHNpZ25pbmcgYW5kIHN1Ym1pdHRpbmcgdGhpcyBsaWNlbnNlLCB5b3UgKHRoZSBhdXRob3Iocykgb3IgY29weXJpZ2h0Cm93bmVyKSBncmFudHMgdG8gRFNwYWNlIFVuaXZlcnNpdHkgKERTVSkgdGhlIG5vbi1leGNsdXNpdmUgcmlnaHQgdG8gcmVwcm9kdWNlLAp0cmFuc2xhdGUgKGFzIGRlZmluZWQgYmVsb3cpLCBhbmQvb3IgZGlzdHJpYnV0ZSB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gKGluY2x1ZGluZwp0aGUgYWJzdHJhY3QpIHdvcmxkd2lkZSBpbiBwcmludCBhbmQgZWxlY3Ryb25pYyBmb3JtYXQgYW5kIGluIGFueSBtZWRpdW0sCmluY2x1ZGluZyBidXQgbm90IGxpbWl0ZWQgdG8gYXVkaW8gb3IgdmlkZW8uCgpZb3UgYWdyZWUgdGhhdCBEU1UgbWF5LCB3aXRob3V0IGNoYW5naW5nIHRoZSBjb250ZW50LCB0cmFuc2xhdGUgdGhlCnN1Ym1pc3Npb24gdG8gYW55IG1lZGl1bSBvciBmb3JtYXQgZm9yIHRoZSBwdXJwb3NlIG9mIHByZXNlcnZhdGlvbi4KCllvdSBhbHNvIGFncmVlIHRoYXQgRFNVIG1heSBrZWVwIG1vcmUgdGhhbiBvbmUgY29weSBvZiB0aGlzIHN1Ym1pc3Npb24gZm9yCnB1cnBvc2VzIG9mIHNlY3VyaXR5LCBiYWNrLXVwIGFuZCBwcmVzZXJ2YXRpb24uCgpZb3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgdGhlIHN1Ym1pc3Npb24gaXMgeW91ciBvcmlnaW5hbCB3b3JrLCBhbmQgdGhhdCB5b3UgaGF2ZQp0aGUgcmlnaHQgdG8gZ3JhbnQgdGhlIHJpZ2h0cyBjb250YWluZWQgaW4gdGhpcyBsaWNlbnNlLiBZb3UgYWxzbyByZXByZXNlbnQKdGhhdCB5b3VyIHN1Ym1pc3Npb24gZG9lcyBub3QsIHRvIHRoZSBiZXN0IG9mIHlvdXIga25vd2xlZGdlLCBpbmZyaW5nZSB1cG9uCmFueW9uZSdzIGNvcHlyaWdodC4KCklmIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uIGNvbnRhaW5zIG1hdGVyaWFsIGZvciB3aGljaCB5b3UgZG8gbm90IGhvbGQgY29weXJpZ2h0LAp5b3UgcmVwcmVzZW50IHRoYXQgeW91IGhhdmUgb2J0YWluZWQgdGhlIHVucmVzdHJpY3RlZCBwZXJtaXNzaW9uIG9mIHRoZQpjb3B5cmlnaHQgb3duZXIgdG8gZ3JhbnQgRFNVIHRoZSByaWdodHMgcmVxdWlyZWQgYnkgdGhpcyBsaWNlbnNlLCBhbmQgdGhhdApzdWNoIHRoaXJkLXBhcnR5IG93bmVkIG1hdGVyaWFsIGlzIGNsZWFybHkgaWRlbnRpZmllZCBhbmQgYWNrbm93bGVkZ2VkCndpdGhpbiB0aGUgdGV4dCBvciBjb250ZW50IG9mIHRoZSBzdWJtaXNzaW9uLgoKSUYgVEhFIFNVQk1JU1NJT04gSVMgQkFTRUQgVVBPTiBXT1JLIFRIQVQgSEFTIEJFRU4gU1BPTlNPUkVEIE9SIFNVUFBPUlRFRApCWSBBTiBBR0VOQ1kgT1IgT1JHQU5JWkFUSU9OIE9USEVSIFRIQU4gRFNVLCBZT1UgUkVQUkVTRU5UIFRIQVQgWU9VIEhBVkUKRlVMRklMTEVEIEFOWSBSSUdIVCBPRiBSRVZJRVcgT1IgT1RIRVIgT0JMSUdBVElPTlMgUkVRVUlSRUQgQlkgU1VDSApDT05UUkFDVCBPUiBBR1JFRU1FTlQuCgpEU1Ugd2lsbCBjbGVhcmx5IGlkZW50aWZ5IHlvdXIgbmFtZShzKSBhcyB0aGUgYXV0aG9yKHMpIG9yIG93bmVyKHMpIG9mIHRoZQpzdWJtaXNzaW9uLCBhbmQgd2lsbCBub3QgbWFrZSBhbnkgYWx0ZXJhdGlvbiwgb3RoZXIgdGhhbiBhcyBhbGxvd2VkIGJ5IHRoaXMKbGljZW5zZSwgdG8geW91ciBzdWJtaXNzaW9uLgo=Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T06:56:59Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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