Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino
| Ano de defesa: | 2023 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| dARK ID: | ark:/64986/001300002801z |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Desenvolvimento Urbano
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57471 |
Resumo: | A presente dissertação se insere no campo de debate multidisciplinar do Folclore, entendido aqui como uma construção essencialmente humana. Partindo do pressuposto de que o Folclore é um construto cultural, é inequívoco inferir que ele carrega um forte teor sociocultural, representativo de indivíduos ou de uma coletividade. Por meio da pesquisa, foram analisadas as lendas urbanas, contos e literatura assombrada do Recife, reunidas por autores clássicos como Gilberto Freyre e Carneiro Vilela e por Oscar Melo, nas colunas de 1929 do periódico “A Província”, além do material presente na aflição poética de outros literários. Ao rememorar aspectos da morfologia urbana, das tipologias arquitetônicas e do caráter dos lugares da cidade, tais contos são dotados de uma gama de signos que evocam um Recife decadente e repleto de malassombros, numa verdadeira semiótica do horror recifense. Pela análise da materialidade descrita nos contos e a materialidade existente in loco, foram tecidas considerações sobre a fenomenologia do assombrado que converte a matéria física em puro Folclore intangível. Assim, nesta dissertação, buscou-se identificar os elementos semióticos que despertam sensações a partir das quais os lugares são ressignificados, a fim de compreender e explanar o que dá ao Recife seu caráter místico e sobrenatural. Nesse desbravar, o malassombro foi entendido como uma sentinela da memória coletiva, que rememora o Recife mergulhado em aflição urbana. |
| id |
UFPE_2d45b0b65af0a26917ea614040eace1a |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:repositorio.ufpe.br:123456789/57471 |
| network_acronym_str |
UFPE |
| network_name_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| repository_id_str |
|
| spelling |
ARAUJO, Felipe Moura Hemetériohttp://lattes.cnpq.br/0814914120873619http://lattes.cnpq.br/9862482419194023LAPA, Tomás de Albuquerque2024-08-21T14:47:38Z2024-08-21T14:47:38Z2023-08-25ARAUJO, Felipe Moura Hemetério. Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino. 2023. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Urbano) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2023.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57471ark:/64986/001300002801zA presente dissertação se insere no campo de debate multidisciplinar do Folclore, entendido aqui como uma construção essencialmente humana. Partindo do pressuposto de que o Folclore é um construto cultural, é inequívoco inferir que ele carrega um forte teor sociocultural, representativo de indivíduos ou de uma coletividade. Por meio da pesquisa, foram analisadas as lendas urbanas, contos e literatura assombrada do Recife, reunidas por autores clássicos como Gilberto Freyre e Carneiro Vilela e por Oscar Melo, nas colunas de 1929 do periódico “A Província”, além do material presente na aflição poética de outros literários. Ao rememorar aspectos da morfologia urbana, das tipologias arquitetônicas e do caráter dos lugares da cidade, tais contos são dotados de uma gama de signos que evocam um Recife decadente e repleto de malassombros, numa verdadeira semiótica do horror recifense. Pela análise da materialidade descrita nos contos e a materialidade existente in loco, foram tecidas considerações sobre a fenomenologia do assombrado que converte a matéria física em puro Folclore intangível. Assim, nesta dissertação, buscou-se identificar os elementos semióticos que despertam sensações a partir das quais os lugares são ressignificados, a fim de compreender e explanar o que dá ao Recife seu caráter místico e sobrenatural. Nesse desbravar, o malassombro foi entendido como uma sentinela da memória coletiva, que rememora o Recife mergulhado em aflição urbana.CAPESThis dissertation is inserted in the multidisciplinary debate about Folklore, understood here as an essentially human construction. Taking account that Folklore is a cultural construct, it is unequivocal to infer that it carries a strong sociocultural content, representative of individuals or a community. During the research, urban legends, tales, and haunted literature from Recife were analyzed, gathered by classic authors such as Gilberto Freyre and Carneiro Vilela and by Oscar Melo, in the 1929 columns of the periodical “A Veneza”, in addition to the material present in the affliction poetics of other literary. By recalling aspects of urban morphology, architectural typologies, and the character of places in the city, such stories are endowed with a range of signs that evoke a decadent Recife full of hauntings, in a true semiotics of Recife horror. Through the analysis of the materiality described in the stories and the existing materiality in loco, considerations were made about the phenomenology of the haunted that converts physical matter into pure intangible Folklore. Thus, in this dissertation, we sought to identify which semiotic elements awaken sensations from which places are re-signified, to understand and explain what gives Recife its mystical and supernatural character. In this trailblazing, the haunted was understood as a sentinel of collective memory, which recalls Recife plunged in urban affliction.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em Desenvolvimento UrbanoUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessfolclorefenomenologialugar de memóriaassombrações do RecifeDa semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadinoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Felipe Moura Hemeterio Araujo.pdfDISSERTAÇÃO Felipe Moura Hemeterio Araujo.pdfapplication/pdf10492784https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Moura%20Hemeterio%20Araujo.pdffe5e45540b4a6af91947cc9eb81ff61cMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-8811https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/2/license_rdfe39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/3/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD53TEXTDISSERTAÇÃO Felipe Moura Hemeterio Araujo.pdf.txtDISSERTAÇÃO Felipe Moura Hemeterio Araujo.pdf.txtExtracted texttext/plain323242https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Moura%20Hemeterio%20Araujo.pdf.txta4304d76c95df5d173576a7a38af5a02MD54THUMBNAILDISSERTAÇÃO Felipe Moura Hemeterio Araujo.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Felipe Moura Hemeterio Araujo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1870https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Moura%20Hemeterio%20Araujo.pdf.jpg843bc19de3fb76353eaf8aef3f7490ebMD55123456789/574712024-08-22 02:26:00.403oai:repositorio.ufpe.br:123456789/57471VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212024-08-22T05:26Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
| dc.title.pt_BR.fl_str_mv |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| title |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| spellingShingle |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino ARAUJO, Felipe Moura Hemetério folclore fenomenologia lugar de memória assombrações do Recife |
| title_short |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| title_full |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| title_fullStr |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| title_full_unstemmed |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| title_sort |
Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino |
| author |
ARAUJO, Felipe Moura Hemetério |
| author_facet |
ARAUJO, Felipe Moura Hemetério |
| author_role |
author |
| dc.contributor.authorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/0814914120873619 |
| dc.contributor.advisorLattes.pt_BR.fl_str_mv |
http://lattes.cnpq.br/9862482419194023 |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
ARAUJO, Felipe Moura Hemetério |
| dc.contributor.advisor1.fl_str_mv |
LAPA, Tomás de Albuquerque |
| contributor_str_mv |
LAPA, Tomás de Albuquerque |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
folclore fenomenologia lugar de memória assombrações do Recife |
| topic |
folclore fenomenologia lugar de memória assombrações do Recife |
| description |
A presente dissertação se insere no campo de debate multidisciplinar do Folclore, entendido aqui como uma construção essencialmente humana. Partindo do pressuposto de que o Folclore é um construto cultural, é inequívoco inferir que ele carrega um forte teor sociocultural, representativo de indivíduos ou de uma coletividade. Por meio da pesquisa, foram analisadas as lendas urbanas, contos e literatura assombrada do Recife, reunidas por autores clássicos como Gilberto Freyre e Carneiro Vilela e por Oscar Melo, nas colunas de 1929 do periódico “A Província”, além do material presente na aflição poética de outros literários. Ao rememorar aspectos da morfologia urbana, das tipologias arquitetônicas e do caráter dos lugares da cidade, tais contos são dotados de uma gama de signos que evocam um Recife decadente e repleto de malassombros, numa verdadeira semiótica do horror recifense. Pela análise da materialidade descrita nos contos e a materialidade existente in loco, foram tecidas considerações sobre a fenomenologia do assombrado que converte a matéria física em puro Folclore intangível. Assim, nesta dissertação, buscou-se identificar os elementos semióticos que despertam sensações a partir das quais os lugares são ressignificados, a fim de compreender e explanar o que dá ao Recife seu caráter místico e sobrenatural. Nesse desbravar, o malassombro foi entendido como uma sentinela da memória coletiva, que rememora o Recife mergulhado em aflição urbana. |
| publishDate |
2023 |
| dc.date.issued.fl_str_mv |
2023-08-25 |
| dc.date.accessioned.fl_str_mv |
2024-08-21T14:47:38Z |
| dc.date.available.fl_str_mv |
2024-08-21T14:47:38Z |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.citation.fl_str_mv |
ARAUJO, Felipe Moura Hemetério. Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino. 2023. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Urbano) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2023. |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57471 |
| dc.identifier.dark.fl_str_mv |
ark:/64986/001300002801z |
| identifier_str_mv |
ARAUJO, Felipe Moura Hemetério. Da semiose dos lugares do Recife na permanente renovação do folclore assombrado citadino. 2023. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Urbano) – Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2023. ark:/64986/001300002801z |
| url |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/57471 |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.publisher.program.fl_str_mv |
Programa de Pos Graduacao em Desenvolvimento Urbano |
| dc.publisher.initials.fl_str_mv |
UFPE |
| dc.publisher.country.fl_str_mv |
Brasil |
| publisher.none.fl_str_mv |
Universidade Federal de Pernambuco |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Repositório Institucional da UFPE instname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) instacron:UFPE |
| instname_str |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| instacron_str |
UFPE |
| institution |
UFPE |
| reponame_str |
Repositório Institucional da UFPE |
| collection |
Repositório Institucional da UFPE |
| bitstream.url.fl_str_mv |
https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Moura%20Hemeterio%20Araujo.pdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/2/license_rdf https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/3/license.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/4/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Moura%20Hemeterio%20Araujo.pdf.txt https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/57471/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Felipe%20Moura%20Hemeterio%20Araujo.pdf.jpg |
| bitstream.checksum.fl_str_mv |
fe5e45540b4a6af91947cc9eb81ff61c e39d27027a6cc9cb039ad269a5db8e34 5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973 a4304d76c95df5d173576a7a38af5a02 843bc19de3fb76353eaf8aef3f7490eb |
| bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv |
MD5 MD5 MD5 MD5 MD5 |
| repository.name.fl_str_mv |
Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| repository.mail.fl_str_mv |
attena@ufpe.br |
| _version_ |
1866186266115047424 |