Relação entre a capacidade funcional aeróbia avaliada pelo teste de sentar e levantar de um minuto, a ergoespirometria e a força muscular periférica em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzidaa
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Fisioterapia
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Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66133 |
Resumo: | A insuficiência cardíaca é uma condição progressiva que compromete a função de bombeamento do coração, afetando significativamente a qualidade de vida e a capacidade funcional dos pacientes. No Brasil, é uma das principais causas de hospitalizações pelo SUS, destacando a necessidade de desenvolver métodos acessíveis para sua avaliação e manejo. Este estudo teve como objetivo correlacionar o teste de sentar e levantar de um minuto (TSL1), a ergoespirometria, a força muscular e a funcionalidade em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr). Os objetivos específicos incluíram comparar as seguintes variáveis entre dois grupos: grupo 1 (VO2 máx. > 20 ml/kg/min) e grupo 2 (VO2 máx. ≤ 20 ml/kg/min): dados antropométricos, capacidade funcional aeróbica submáxima pelo TSL1 com a capacidade funcional máxima da ergoespirometria, funcionalidade medida pelo questionário internacional de atividade física (IPAQ) e pelo Duke Activity Status Index (DASI), e força muscular do quadríceps, panturrilha e preensão palmar. O estudo transversal foi realizado no Hospital das Clínicas (Recife-PE), com a participação de 30 pacientes com ICFEr. Os pacientes foram divididos em dois grupos com base no VO2 máx. obtido pela ergoespirometria. As correlações entre as variáveis foram analisadas utilizando o analisador de gases VO2000, o TSL1 e a ergoespirometria. A força muscular foi avaliada nos músculos do quadríceps e da panturrilha com o MicroFET, enquanto a preensão palmar foi medida com um dinamômetro digital. Além disso, foram aplicados os questionários IPAQ e DASI. Os resultados mostraram que o grupo 2 apresentou maior prevalência de diabetes (p=0,038) e escores mais baixos no DASI (p=0,047). A inatividade física foi predominante em 63,33% dos pacientes, com diferença significativa no IPAQ (p=0,001). No TSL1, o grupo 1 realizou mais repetições (22,7 vs. 18,9), embora sem significância estatística (p=0,089). Não foram encontradas diferenças significativas na força muscular ou em outros sinais específicos entre os grupos (p>0,05). Houve uma correlação significativa entre as repetições no TSL1 e o VO2 máx. da ergoespirometria (R=0,384, p=0,036), indicando que o TSL1 pode ser uma alternativa viável para avaliação funcional em contextos com poucos recursos. Os dados também reforçaram o impacto sistêmico da ICFEr, com a inatividade física e a maior prevalência de diabetes no grupo de menor capacidade funcional. O TSL1 mostrou-se uma ferramenta prática, acessível e potencialmente útil para avaliação funcional em populações com recursos limitados, embora menos precisa em termos de análise cardiovascular em comparação com a ergoespirometria. Concluiu-se que os pacientes com maior VO2 máx. tiveram melhor desempenho no TSL1 e no 10 DASI, destacando o potencial do TSL1 como uma alternativa complementar para o manejo clínico de pacientes com ICFEr. |
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No Brasil, é uma das principais causas de hospitalizações pelo SUS, destacando a necessidade de desenvolver métodos acessíveis para sua avaliação e manejo. Este estudo teve como objetivo correlacionar o teste de sentar e levantar de um minuto (TSL1), a ergoespirometria, a força muscular e a funcionalidade em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFEr). Os objetivos específicos incluíram comparar as seguintes variáveis entre dois grupos: grupo 1 (VO2 máx. > 20 ml/kg/min) e grupo 2 (VO2 máx. ≤ 20 ml/kg/min): dados antropométricos, capacidade funcional aeróbica submáxima pelo TSL1 com a capacidade funcional máxima da ergoespirometria, funcionalidade medida pelo questionário internacional de atividade física (IPAQ) e pelo Duke Activity Status Index (DASI), e força muscular do quadríceps, panturrilha e preensão palmar. O estudo transversal foi realizado no Hospital das Clínicas (Recife-PE), com a participação de 30 pacientes com ICFEr. Os pacientes foram divididos em dois grupos com base no VO2 máx. obtido pela ergoespirometria. As correlações entre as variáveis foram analisadas utilizando o analisador de gases VO2000, o TSL1 e a ergoespirometria. A força muscular foi avaliada nos músculos do quadríceps e da panturrilha com o MicroFET, enquanto a preensão palmar foi medida com um dinamômetro digital. Além disso, foram aplicados os questionários IPAQ e DASI. Os resultados mostraram que o grupo 2 apresentou maior prevalência de diabetes (p=0,038) e escores mais baixos no DASI (p=0,047). A inatividade física foi predominante em 63,33% dos pacientes, com diferença significativa no IPAQ (p=0,001). No TSL1, o grupo 1 realizou mais repetições (22,7 vs. 18,9), embora sem significância estatística (p=0,089). Não foram encontradas diferenças significativas na força muscular ou em outros sinais específicos entre os grupos (p>0,05). Houve uma correlação significativa entre as repetições no TSL1 e o VO2 máx. da ergoespirometria (R=0,384, p=0,036), indicando que o TSL1 pode ser uma alternativa viável para avaliação funcional em contextos com poucos recursos. Os dados também reforçaram o impacto sistêmico da ICFEr, com a inatividade física e a maior prevalência de diabetes no grupo de menor capacidade funcional. O TSL1 mostrou-se uma ferramenta prática, acessível e potencialmente útil para avaliação funcional em populações com recursos limitados, embora menos precisa em termos de análise cardiovascular em comparação com a ergoespirometria. Concluiu-se que os pacientes com maior VO2 máx. tiveram melhor desempenho no TSL1 e no 10 DASI, destacando o potencial do TSL1 como uma alternativa complementar para o manejo clínico de pacientes com ICFEr.Heart failure is a progressive condition that compromises the heart's pumping function, affecting patients' quality of life and functional capacity. In Brazil, it represents one of the main causes of hospitalization by the SUS, and the development of accessible methods for its assessment and management is essential. This study aimed to correlate the one-minute sit-to-stand test (SST1), ergospirometry, muscle strength and functionality in patients with heart failure with reduced ejection fraction (HFrEF). The specific objectives of this research were to compare the following variables between the groups, group 1 (VO2 max. > 20 ml/kg/min) and group 2 (VO2 max. ≤ 20 ml/kg/min): Anthropometric data; Submaximal aerobic functional capacity using the SST1 with the maximum functional capacity of ergospirometry; Functionality through the International Physical Activity Questionnaire (IPAQ) and Duke Activity Status Index (DASI); Quadriceps and calf muscle strength and handgrip. This is a cross-sectional study. It was carried out at the Hospital das Clínicas (Recife-PE), through correlation analysis between groups. Two groups were divided according to VO2 max. from ergospirometry. Between the groups, it was correlated with the VO2000 gas analyzer with the TSL1 and ergospirometry. Afterwards, the hip and calf muscle strength was analyzed with the MicroFET and the handgrip with the digital dynamometer. And the IPAQ and DASI questionnaires were applied. Thirty patients with HFrEF participated. Group 2 had a higher prevalence of diabetes (p=0.038) and the lowest DASI score (p=0.047). Physical inactivity was predominant (63.33%), with a significant difference in the IPAQ (p=0.001). In TSL1, Group 1 performed more repetitions (22.7 vs. 18.9), without statistical significance (p=0.089). There were no significant differences in specific signals or muscle strength between the groups (p>0.05). The research revealed a significant difference between repetitions in TSL1 and VO2 max of ergospirometry (R=0.384, p=0.036), showing that TSL1 can be a viable alternative for functional assessment in low-resource contexts. In addition, DASI was used to measure functional capacity and IPAQ to assess the level of physical activity, evidencing a prevalence of physical inactivity in 63.33% of the sample. TSL1 proved to be practical and accessible, but less accurate in terms of cardiovascular analysis compared to ergospirometry. It is concluded that patients with higher VO2 max. obtained better performance in TSL1 and DASI. Although there were no differences in muscle strength, the higher prevalence of diabetes and physical inactivity predominating in the group with lower functional capacity reinforce the systemic impact. TSL1 showed potential as an affordable alternative in resource-limited contexts.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FisioterapiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessInsuficiência CardíacaTeste de Exercício CardiopulmonarTeste Ergométrico de EsteiraDinamômetro de Força MuscularForça MuscularRelação entre a capacidade funcional aeróbia avaliada pelo teste de sentar e levantar de um minuto, a ergoespirometria e a força muscular periférica em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzidaainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Millena Beatriz Fernandes Medeiros.pdfDISSERTAÇÃO Millena Beatriz Fernandes Medeiros.pdfapplication/pdf1014511https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66133/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Millena%20Beatriz%20Fernandes%20Medeiros.pdfb3ab26f8466b7a7ca180c48eba19842cMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66133/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52123456789/661332025-09-23 10:59:16.842oai:repositorio.ufpe.br:123456789/66133VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212025-09-23T13:59:16Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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