Justiça em jogos : compreensões de estudantes (crianças e adultos) e professores à luz de demandas cognitivas da probabilidade.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: SILVA, Rita de Cássia Batista da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
UFPE
Brasil
Programa de Pos Graduacao em Educacao Matematica e Tecnologica
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41317
Resumo: A presente pesquisa consubstanciou-se a partir de três estudos que se interconectaram entre si, objetivando analisar compreensões acerca de justiça em jogos à luz de demandas cognitivas da probabilidade concernentes à aleatoriedade, ao espaço amostral e à comparação de probabilidades. O Estudo 1 contou com a participação de 15 crianças do 5º ano e 15 estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA); o Estudo 2 estabeleceu um paralelo entre 15 crianças portuguesas (5º ano) e as crianças brasileiras do Estudo 1; no Estudo 3 foram investigados 15 professores dos anos iniciais, sendo: cinco brasileiros e cinco portugueses do ensino regular e cinco brasileiros da EJA. Utilizou-se seis diferentes jogos, associados a elementos da probabilidade, por meio de entrevista clínica e questionário, analisados a partir de demandas cognitivas da probabilidade, de construtos do pensamento probabilístico e de níveis de crenças em jogos. Os participantes dos distintos estudos apresentaram similitudes em suas compreensões no que tange à justiça em jogos considerando as conexões estabelecidas com elementos da probabilidade, tanto em relação a concepções coerentes do ponto de vista formal, como também a equívocos conceituais. De modo geral, os participantes associaram jogo justo à equiprobabilidade com conexões com sorte, incerteza, regras, uso de artefatos iguais e equilíbrio. As crianças e adultos (Estudo 1) apresentaram aproximação de desempenho, o que indica que a maturidade e a experiência dos estudantes adultos parecem não influenciar as compreensões acerca de jogos justos imbricados nos conceitos probabilísticos explorados. As crianças do Estudo 2, apresentaram compreensões similares em relação à justiça em jogos, evocando conceitos intuitivos análogos, que possibilita inferir que as diferentes culturas dessas crianças parecem também não influir em suas concepções. Os estudantes, sejam adultos ou crianças, em sua maioria, apresentaram compreensões típicas dos níveis mais elementares dos construtos do pensamento probabilístico, que denota fragilidades conceituais em relação a conceitos probabilísticos. Como esses estudantes não tiveram acesso formal a conceitos referentes à probabilidade, reforça-se a convicção de que há elementos probabilísticos que são somente consolidados por meio do ensino. Os professores, apresentaram compreensões pariformes com equívocos e potencialidades observados nos distintos grupos do Estudo 3. Na pesquisa, de forma geral, constatou-se fragilidade de compreensão dos participantes dos três estudos em relação a sequências aleatórias pelo tênue entendimento de independência de eventos, bem como, incompreensões acerca do raciocínio proporcional para comparar eventos de espaços amostrais distintos e equívocos sobre o espaço amostral, que, por conseguinte, implicaram em análises equivocadas de jogos (in)justos. Sinteticamente, pode-se concluir que compreensões e incompreensões acerca de elementos probabilísticos que envolvem demandas cognitivas da probabilidade influenciaram a avaliação dos participantes ao considerar um jogo justo, ou não. Assim sendo, os equívocos e acertos apresentados para avaliar a justiça em jogos possuem relação com conhecimentos de natureza probabilísticas que necessitam ser ensinados nas escolas.
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spelling Justiça em jogos : compreensões de estudantes (crianças e adultos) e professores à luz de demandas cognitivas da probabilidade.Jogos Matemáticos – JustiçaMatemática – Probabilidade - Espaço AmostralEducação de Jovens e Adultos - MatemáticaMatemática – AleatoriedadeUFPE - Pós-graduaçãoA presente pesquisa consubstanciou-se a partir de três estudos que se interconectaram entre si, objetivando analisar compreensões acerca de justiça em jogos à luz de demandas cognitivas da probabilidade concernentes à aleatoriedade, ao espaço amostral e à comparação de probabilidades. O Estudo 1 contou com a participação de 15 crianças do 5º ano e 15 estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA); o Estudo 2 estabeleceu um paralelo entre 15 crianças portuguesas (5º ano) e as crianças brasileiras do Estudo 1; no Estudo 3 foram investigados 15 professores dos anos iniciais, sendo: cinco brasileiros e cinco portugueses do ensino regular e cinco brasileiros da EJA. Utilizou-se seis diferentes jogos, associados a elementos da probabilidade, por meio de entrevista clínica e questionário, analisados a partir de demandas cognitivas da probabilidade, de construtos do pensamento probabilístico e de níveis de crenças em jogos. Os participantes dos distintos estudos apresentaram similitudes em suas compreensões no que tange à justiça em jogos considerando as conexões estabelecidas com elementos da probabilidade, tanto em relação a concepções coerentes do ponto de vista formal, como também a equívocos conceituais. De modo geral, os participantes associaram jogo justo à equiprobabilidade com conexões com sorte, incerteza, regras, uso de artefatos iguais e equilíbrio. As crianças e adultos (Estudo 1) apresentaram aproximação de desempenho, o que indica que a maturidade e a experiência dos estudantes adultos parecem não influenciar as compreensões acerca de jogos justos imbricados nos conceitos probabilísticos explorados. As crianças do Estudo 2, apresentaram compreensões similares em relação à justiça em jogos, evocando conceitos intuitivos análogos, que possibilita inferir que as diferentes culturas dessas crianças parecem também não influir em suas concepções. Os estudantes, sejam adultos ou crianças, em sua maioria, apresentaram compreensões típicas dos níveis mais elementares dos construtos do pensamento probabilístico, que denota fragilidades conceituais em relação a conceitos probabilísticos. Como esses estudantes não tiveram acesso formal a conceitos referentes à probabilidade, reforça-se a convicção de que há elementos probabilísticos que são somente consolidados por meio do ensino. Os professores, apresentaram compreensões pariformes com equívocos e potencialidades observados nos distintos grupos do Estudo 3. Na pesquisa, de forma geral, constatou-se fragilidade de compreensão dos participantes dos três estudos em relação a sequências aleatórias pelo tênue entendimento de independência de eventos, bem como, incompreensões acerca do raciocínio proporcional para comparar eventos de espaços amostrais distintos e equívocos sobre o espaço amostral, que, por conseguinte, implicaram em análises equivocadas de jogos (in)justos. Sinteticamente, pode-se concluir que compreensões e incompreensões acerca de elementos probabilísticos que envolvem demandas cognitivas da probabilidade influenciaram a avaliação dos participantes ao considerar um jogo justo, ou não. Assim sendo, os equívocos e acertos apresentados para avaliar a justiça em jogos possuem relação com conhecimentos de natureza probabilísticas que necessitam ser ensinados nas escolas.This research was based on three studies that interconnected with each other, aiming to analyze understandings about fairness in games in the light of cognitive demands of probability concerning randomness, sample space and comparison of probabilities. Study 1 had the participation of 15 fifth grade children and 15 students from Youth and Adult Education (Educação de Jovens e Adultos - EJA); Study 2 established a parallel between 15 Portuguese children (5th year) and the Brazilian children in Study 1; in Study 3, 15 teacher from the initial school years were investigated, being: five Brazilians and five Portuguese from regular education and five Brazilians from EJA. Six different games were used, associated with elements of probability, through clinical interview and questionnaire, analyzed from cognitive demands of probability, constructs of probabilistic thinking and levels of beliefs in games. The participants in the different studies showed similarities in their understanding of justice in games considering the connections established with elements of probability, both in relation to coherent conceptions from the formal point of view, as well as conceptual misunderstandings. In general, the participants associated fair play with equiprobability with connections with luck, uncertainty, rules, use of equal artifacts and balance. Children and adults (Study 1) showed an approximation of performance, which indicates that the maturity and experience of adult students do not eem to influence understandings about fair games intertwined with the explored probabilistic concepts. The children in Study 2, presented similar understandings in relation to justice in games, evoking similar intuitive concepts, which makes it possible to infer that the different cultures of these children also do not seem to influence their conceptions. Most students, whether adults or children, presented typical understandings of the most elementary levels of the constructs of probabilistic thinking, which denotes conceptual weaknesses in relation to probabilistic concepts. As these students did not have formal access to concepts related o probability, the belief that there are probabilistic elements that are only consolidated through teaching is reinforced. The teachers showed similar understandings with mistakes and potentialities observed in the different groups of Study 3. In the research, in general, weakness of understanding of the participants in the three studies was found in relation to random sequences due to the weak understanding of event independence, as well as, misunderstandings about the proportional reasoning to compare events of distinct sampling spaces and misunderstandings concerning the sampling space, which, consequently, implied in mistaken analyzes of (un)fair games. Synthetically, it can be concluded that understandings and misunderstandings about probabilistic elements that involve cognitive demands of probability influenced the evaluation of the participants when considering a game fair, or not. Therefore, the mistakes and successes presented to assess fairness in games have relationship with knowledge of a probabilistic nature that needs to be taught in schools.Universidade Federal de PernambucoUFPEBrasilPrograma de Pos Graduacao em Educacao Matematica e TecnologicaBORBA, Rute Elizabete de Souza RosaHENRIQUES, Ana Cláudia Correia Batalhahttp://lattes.cnpq.br/6751381687321527http://lattes.cnpq.br/6244946561746497SILVA, Rita de Cássia Batista da2021-10-13T19:25:26Z2021-10-13T19:25:26Z2021-06-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfSILVA, Rita de Cássia Batista da. Justiça em jogos: compreensões de estudantes (crianças e adultos) e professores à luz de demandas cognitivas da probabilidade. 2021. Tese (Doutorado em Educação Matemática e Tecnológica) - Universidade Federal de Pernambuco, Recife, 2021.https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/41317porhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2021-10-14T05:12:47Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/41317Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212021-10-14T05:12:47Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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