Estrutura, migração e fluxo de biomassa da comunidade zooplânctonica demersal em duas áreas recifais do Nordeste brasileiro
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Oceanografia
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33214 |
Resumo: | A presente dissertação é composta por dois capítulos forma de manuscrito, ambos com o intuito de avaliar a comunidade mesozooplanctônica demersal de ambientes recifais, em Tamandaré (capítulo 1) e Arquipélago de Abrolhos (capítulo 2), em termos de estrutura, produção e biomassa, estimando os padrões de exportação de carbono desse compartimento para o ambiente pelágico. Em ambos estudos foram utilizadas armadilhas de emergência para a coleta do mesozooplâncton demersal, colocadas ao pôr do sol e retiradas ao nascer do sol. No capítulo 1 foi considerada a variação sazonal (seco e chuvoso) e em curta escala de tempo (dias), bem como a capacidade de dois esforços amostrais distintos (intensivo e trimestral) em avaliar essa comunidade. 72 taxas foram identificados, com o período seco apresentando uma maior densidade e diversidade a partir de um esforço intensivo, enquanto que para o esforço trimestral não foi observada diferença entre os períodos para estes parâmetros, destacando a melhor representatividade da comunidade a partir de uma maior intensidade amostral. Entre os períodos seco e chuvoso, em ambos os esforços, não foram observadas diferenças significativas para a biomassa e produção. A comunidade demersal apresentou uma grande contribuição em biomassa e produção para a teia trófica pelágica, sendo destacada a contribuição dos organismos maiores como Mysidacea e Amphipoda em detrimento de Copepoda, apesar deste último dominar em termos de abundância. Para o capitulo 2 foram considerados dois tipos de substrato (areia e recife de coral) e a variação interanual (2014 x 2016). 71 táxons foram identificados no arquipélago de Abrolhos durante os dois anos, com 2016 apresentando um maior número de táxons exclusivos e uma maior riqueza de espécies. Para os substratos foram observadas diferenças apenas para a abundância, com o recife apresentando uma abundância cerca de 3x superior a observada em fundo arenoso. Através da PERMANOVA foi possível observar que a comunidade faunística se diferiu tanto entre os substratos quanto entre os anos. Foi possível também constatar uma grande contribuição de carbono da comunidade demersal para o meio pelágico em ambos os anos independente do substrato. Através da presente dissertação foi possível destacar o papel dos organismos demersais na teia trófica pelágica, enfatizando a sua contribuição no fluxo de energia e carbono. Aqui ainda se aponta a necessidade de mais estudos específicos sobre essa comunidade, que não é corretamente amostrada utilizando redes de arrasto. |
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FARIAS, Gabriel Bittencourthttp://lattes.cnpq.br/4183787512538558http://lattes.cnpq.br/6228329544284162MELO, Pedro Augusto Mendes de CastroLEITÃO, Sigrid Neumann2019-09-18T22:08:43Z2019-09-18T22:08:43Z2019-02-11https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33214A presente dissertação é composta por dois capítulos forma de manuscrito, ambos com o intuito de avaliar a comunidade mesozooplanctônica demersal de ambientes recifais, em Tamandaré (capítulo 1) e Arquipélago de Abrolhos (capítulo 2), em termos de estrutura, produção e biomassa, estimando os padrões de exportação de carbono desse compartimento para o ambiente pelágico. Em ambos estudos foram utilizadas armadilhas de emergência para a coleta do mesozooplâncton demersal, colocadas ao pôr do sol e retiradas ao nascer do sol. No capítulo 1 foi considerada a variação sazonal (seco e chuvoso) e em curta escala de tempo (dias), bem como a capacidade de dois esforços amostrais distintos (intensivo e trimestral) em avaliar essa comunidade. 72 taxas foram identificados, com o período seco apresentando uma maior densidade e diversidade a partir de um esforço intensivo, enquanto que para o esforço trimestral não foi observada diferença entre os períodos para estes parâmetros, destacando a melhor representatividade da comunidade a partir de uma maior intensidade amostral. Entre os períodos seco e chuvoso, em ambos os esforços, não foram observadas diferenças significativas para a biomassa e produção. A comunidade demersal apresentou uma grande contribuição em biomassa e produção para a teia trófica pelágica, sendo destacada a contribuição dos organismos maiores como Mysidacea e Amphipoda em detrimento de Copepoda, apesar deste último dominar em termos de abundância. Para o capitulo 2 foram considerados dois tipos de substrato (areia e recife de coral) e a variação interanual (2014 x 2016). 71 táxons foram identificados no arquipélago de Abrolhos durante os dois anos, com 2016 apresentando um maior número de táxons exclusivos e uma maior riqueza de espécies. Para os substratos foram observadas diferenças apenas para a abundância, com o recife apresentando uma abundância cerca de 3x superior a observada em fundo arenoso. Através da PERMANOVA foi possível observar que a comunidade faunística se diferiu tanto entre os substratos quanto entre os anos. Foi possível também constatar uma grande contribuição de carbono da comunidade demersal para o meio pelágico em ambos os anos independente do substrato. Através da presente dissertação foi possível destacar o papel dos organismos demersais na teia trófica pelágica, enfatizando a sua contribuição no fluxo de energia e carbono. Aqui ainda se aponta a necessidade de mais estudos específicos sobre essa comunidade, que não é corretamente amostrada utilizando redes de arrasto.CNPqThe present dissertation is composed of two chapters in manuscript form, both with the purpose of evaluating the demersal mesozooplankton community of reef environments, in Tamandaré (chapter 1) and Abrolhos Archipelago (chapter 2), in terms of structure, production and biomass, estimating the carbon export standards of that compartment for the pelagic environment. In both studies, emergence traps were used for the collection of demersal mesozooplankton, placed at sunset and retreats at sunrise. In Chapter 1, seasonal variation (dry and rainy) and short time scale (days) were considered, as well as the capacity of two distinct sampling efforts (intensive and quarterly) to evaluate this community. 72 taxa were identified, with the dry period presenting a higher density and diversity from an intensive sampling, whereas for the quarterly sampling no difference between the periods for these parameters was observed, highlighting the better representativeness of the community from a larger sample intensity. Between the dry and rainy periods, in both samplings, no significant differences were observed for biomass and production. The demersal community presented a great contribution in biomass and production to the pelagic trophic web, mainly due to the contribution of the larger organisms like Mysidacea and Amphipoda in comparison to Copepoda, although the latter dominated in terms of abundance. For Chapter 2, two types of substrate (sand bottom and coral reef) and the interannual variation (2014 x 2016) were considered. 71 taxa were identified in the Abrolhos archipelago during the two years, with 2016 presenting a higher number of exclusive taxa and greater species richness. Differences between substrates were restricted to the abundance, with the reef having an abundance about 3x higher than the one observed in sand bottom. Through PERMANOVA, it was possible to observe that the faunistic community differed between substrates and between years. It was also possible to observe a large contribution of carbon from the demersal community to the pelagic environment in both years regardless of the substrate. Through this dissertation it was possible to highlight the role of demersal organisms in the pelagic trophic web, emphasizing their contribution to the energy and carbon flux. Here we also pointed out the need for more specific studies on this community, which is not correctly sampled using trawl nets.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em OceanografiaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessOceanografiaZooplâncton demersalRecifesBiomassaProduçãoArmadilha de emergênciaEstrutura, migração e fluxo de biomassa da comunidade zooplânctonica demersal em duas áreas recifais do Nordeste brasileiroinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Gabriel Bittencourt Farias.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Gabriel Bittencourt Farias.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1325https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/33214/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Gabriel%20Bittencourt%20Farias.pdf.jpg3b3ff3ef833dbcafc431a0497d9ed039MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Gabriel Bittencourt Farias.pdfDISSERTAÇÃO Gabriel Bittencourt Farias.pdfapplication/pdf2011388https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/33214/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Gabriel%20Bittencourt%20Farias.pdff7b11fec445f82d739388337769528c2MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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