Ergonomia no ambiente construído de instituições para idosos: estudos de caso em instituição brasileira e portuguesa

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Paiva, Marie Monique Bruère
Orientador(a): Villarouco, Vilma
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/11583
Resumo: O crescente processo de envelhecimento populacional de países em desenvolvimento, como o Brasil, juntamente com a busca por alternativas de moradia em instituições, conduz à necessidade de se investigar a adequabilidade dos ambientes construídos. Os espaços devem acolher com propriedade as mudanças de ordem física, cognitiva e emocional ocasionadas pelo processo de senescência e/ou senilidade das pessoas. Sendo o envelhecimento saudável aquele com envolvimento ativo com a vida e tendo como meta uma melhoria na qualidade de vida dos idosos, o presente estudo objetiva, através da experiência portuguesa, gerar recomendações de melhorias em ambientes físicos de instituições de longa permanência para idosos no Brasil. Na busca de identificar aspectos positivos e negativos dos espaços físicos em instituições para idosos, foi utilizada a Metodologia Ergonômica para o Ambiente Construído – MEAC, proposta por VILLAROUCO (2008), a qual investiga a interação humano-ambiente-atividade. As análises evidenciaram a satisfação do usuário com o ambiente físico, apesar da não adequação de alguns parâmetros sugeridos pelas normas norteadoras de projetos para ambientes físicos de moradias coletivas para idosos. Uma vez consideradas as limitações específicas do usuário, foi constatada a necessidade de adequações na infraestrutura física a fim de garantir autonomia, bem-estar, conforto e segurança dos idosos.
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Na busca de identificar aspectos positivos e negativos dos espaços físicos em instituições para idosos, foi utilizada a Metodologia Ergonômica para o Ambiente Construído – MEAC, proposta por VILLAROUCO (2008), a qual investiga a interação humano-ambiente-atividade. As análises evidenciaram a satisfação do usuário com o ambiente físico, apesar da não adequação de alguns parâmetros sugeridos pelas normas norteadoras de projetos para ambientes físicos de moradias coletivas para idosos. Uma vez consideradas as limitações específicas do usuário, foi constatada a necessidade de adequações na infraestrutura física a fim de garantir autonomia, bem-estar, conforto e segurança dos idosos.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessErgonomia do Ambiente ConstruídoInstituição de Longa Permanência para IdososMoradia de IdososPercepção ambientalErgonomia no ambiente construído de instituições para idosos: estudos de caso em instituição brasileira e portuguesainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILEAC ILPIs - Abril 2012.pdf.jpgEAC ILPIs - Abril 2012.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1284https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/11583/5/EAC%20ILPIs%20-%20Abril%202012.pdf.jpge2a52647a35d6f860fb5344754b7077eMD55ORIGINALEAC ILPIs - Abril 2012.pdfEAC ILPIs - Abril 2012.pdfapplication/pdf9496614https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/11583/1/EAC%20ILPIs%20-%20Abril%202012.pdfb2b134872d1204ddc9c5a344c07c9ab4MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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