Análise de convergência de uma classe de autômatos celulares probabilísticos com interação não local
| Ano de defesa: | 2018 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Estatistica |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29750 |
Resumo: | Estudamos uma classe de autômatos celulares probabilísticos com interação não local. Cada componente pode assumir estado zero ou um e possui dois vizinhos. Se seus vizinhos têm igual estado, então a componente assume o mesmo estado de seus vizinhos. Quando os seus vizinhos tem estados distintos, temos: se o vizinho da direita está no estado um, então a componente assume o estado um com probabilidade ou o estado zero com probabilidade 1 – ; se o vizinho da direita está no estado zero, então a componente assume o estado um com probabilidade ou o estado zero com probabilidade 1 – . Consideramos um conjunto de medidas iniciais do nosso processo. Para estas medidas, provamos que o processo sempre converge fracamente para a medida concentrada na configuração cujo todas as componentes tem estado zero. Mostramos que o tempo médio desta convergência apresenta um tipo de transição de fase. Numa direção, se ≥ 1 – , então este tempo médio é infinito; na outra direção, se < 1 – e a distância entre os vizinhos é de uma unidade, então este tempo médio é finito. Neste caso, obtemos um limite superior para o tempo médio de convergência, o qual é uma função linear da medida inicial. Por meio dos nossos resultados, foi possível estabelecer novas características em alguns processos conhecidos na literatura. Também apresentamos algumas análises numéricas do nosso processo. |
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Análise de convergência de uma classe de autômatos celulares probabilísticos com interação não localEstatísticaAutômatos celulares probabilísticosEstudamos uma classe de autômatos celulares probabilísticos com interação não local. Cada componente pode assumir estado zero ou um e possui dois vizinhos. Se seus vizinhos têm igual estado, então a componente assume o mesmo estado de seus vizinhos. Quando os seus vizinhos tem estados distintos, temos: se o vizinho da direita está no estado um, então a componente assume o estado um com probabilidade ou o estado zero com probabilidade 1 – ; se o vizinho da direita está no estado zero, então a componente assume o estado um com probabilidade ou o estado zero com probabilidade 1 – . Consideramos um conjunto de medidas iniciais do nosso processo. Para estas medidas, provamos que o processo sempre converge fracamente para a medida concentrada na configuração cujo todas as componentes tem estado zero. Mostramos que o tempo médio desta convergência apresenta um tipo de transição de fase. Numa direção, se ≥ 1 – , então este tempo médio é infinito; na outra direção, se < 1 – e a distância entre os vizinhos é de uma unidade, então este tempo médio é finito. Neste caso, obtemos um limite superior para o tempo médio de convergência, o qual é uma função linear da medida inicial. Por meio dos nossos resultados, foi possível estabelecer novas características em alguns processos conhecidos na literatura. Também apresentamos algumas análises numéricas do nosso processo.CAPESWe studied a class of probabilistic cellular automata with non-local interaction. Each component can assume state zero or one and it has two neighbors. If its neighbors are in equal state, then the component assume equal state of its neighbors. When its neighbors are in different states, then: if the right neighbor is in state one, then the component assume state one with probability or state zero with probability 1 – ; if the right neighbor is in state zero, then the component assume state one with probability or state zero with probability 1 – . Let us consider a set of initial measures to our process. For these measures, we prove that the process always converges weakly to the measure concentrated in the configuration whose all the components are in state zero. We show that the mean time of convergence exhibit a kind of phase transition. At one hand, if ≥ 1 – , the mean time is infinity; on the other hand, if < 1 – and the distance between neighbors is one unit, then this mean time is finite. In this case, we obtain an upper bound for the convergence time, which is a linear function of the initial measure. Through our results, it was possible to establish new characteristics in some well-known processes in the literature. Also, we presented some numerical analysis of our process.Universidade Federal de PernambucoUFPEBrasilPrograma de Pos Graduacao em EstatisticaRAMOS, Alex Diashttp://lattes.cnpq.br/7297648954205404http://lattes.cnpq.br/0017995381613881SILVA, César Diogo Bezerra da2019-03-18T21:48:25Z2019-03-18T21:48:25Z2018-01-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29750porAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPE2019-10-25T10:56:44Zoai:repositorio.ufpe.br:123456789/29750Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T10:56:44Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false |
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