Prevalência, conhecimento, atitude e prática de jovens atletas sobre a ocorrência de incontinência urinária em esportes de alto impacto
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Fisioterapia
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/28339 |
Resumo: | Introdução: Esportes de alto impacto podem causar incontinência urinária (IU), assim, é necessário que as atletas detenham o conhecimento e atitudes adequadas sobre esta disfunção e realizem estratégias práticas apropriadas para minimizar a perda urinária. Objetivo: Avaliar a prevalência da IU em atletas de alto impacto e sua associação ao conhecimento, atitude e prática (CAP). Métodos: Estudo observacional e tipo inquérito CAP, constituído por 118 atletas do sexo feminino de atletismo, basquete, vôlei, handebol, futsal e judô. Utilizou-se uma ficha de avaliação semi-estruturada para obter o diagnóstico da IU e informações sobre dados sociodemográficos, antecedentes ginecológicos, perda urinária durante o treinamento e competições; o inquérito CAP para avaliar o conhecimento precedente, a atitude e a prática em relação a IU no esporte; e o International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) para avaliar o impacto da IU na qualidade de vida (QV). Foi realizado uma análise univariada e multivariada para verificar a associação da IU com o CAP, variáveis sociodemográficas, ginecológicas e relacionadas ao esporte, permanecendo no modelo final apenas as associações significativas (p<0,05). Resultados: A prevalência de IU foi de 82 atletas (69.5%), com 19 (23.2%) apresentando IU de esforço, 19 (23.2%) de urgência, 44 (53.6%) mista, 50 (61.0%) perdendo urina no treinamento e 37 (45.1%) nas competições. No inquérito CAP, 37 atletas (31.4%) apresentaram adequação do conhecimento, 63 (53.4%) da atitude e zero (0.0%) da prática. Na análise multivariada a IU foi associada à prática esportiva acima de 8 anos e dispareunia, com OR de 2.656 e 2.988. O conhecimento apresentou associação significativa isolada com a IU (OR 0,43). As atletas apresentaram leve impacto na QV. Conclusão: Há uma alta prevalência de IU, baixo nível de conhecimento e práticas adequadas sobre ocorrência de IU nos esportes, sendo a prática esportiva acima de 8 anos e a dispaurenia fatores predisponentes à IU em aproximadamente 2,5 e 3 vezes, o conhecimento adequado apresentando 57% menos chance em desenvolver IU; e a QV sofrendo um leve impacto. É necessária uma maior disseminação do conhecimento e práticas preventivas sobre a IU no esporte para que medidas preventivas sejam tomadas |
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CARDOSO, Amanda Maria Britohttp://lattes.cnpq.br/0214764373535491http://lattes.cnpq.br/0266970542174702FERREIRA, Caroline Wanderley Souto2018-12-28T16:12:50Z2018-12-28T16:12:50Z2017-03-30https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/28339Introdução: Esportes de alto impacto podem causar incontinência urinária (IU), assim, é necessário que as atletas detenham o conhecimento e atitudes adequadas sobre esta disfunção e realizem estratégias práticas apropriadas para minimizar a perda urinária. Objetivo: Avaliar a prevalência da IU em atletas de alto impacto e sua associação ao conhecimento, atitude e prática (CAP). Métodos: Estudo observacional e tipo inquérito CAP, constituído por 118 atletas do sexo feminino de atletismo, basquete, vôlei, handebol, futsal e judô. Utilizou-se uma ficha de avaliação semi-estruturada para obter o diagnóstico da IU e informações sobre dados sociodemográficos, antecedentes ginecológicos, perda urinária durante o treinamento e competições; o inquérito CAP para avaliar o conhecimento precedente, a atitude e a prática em relação a IU no esporte; e o International Consultation on Incontinence Questionnaire – Short Form (ICIQ-SF) para avaliar o impacto da IU na qualidade de vida (QV). Foi realizado uma análise univariada e multivariada para verificar a associação da IU com o CAP, variáveis sociodemográficas, ginecológicas e relacionadas ao esporte, permanecendo no modelo final apenas as associações significativas (p<0,05). Resultados: A prevalência de IU foi de 82 atletas (69.5%), com 19 (23.2%) apresentando IU de esforço, 19 (23.2%) de urgência, 44 (53.6%) mista, 50 (61.0%) perdendo urina no treinamento e 37 (45.1%) nas competições. 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The knowledge, attitude and practice (KAP) about the UI, among these athletes, seem to be very important to decrease the UI prevalence and the amount of urinary loss. Objective: Evaluate the prevalence of UI in high impact athletes and its association with their knowledge, attitude and practice. METHODS: A cross-sectional study and KAP survey constituted of 118 female athletes practicing athletics, basketball, volleyball, handball, futsal and judo. A semi-structured form was used to diagnose the UI and get information on socio-demographic data, gynecological history and urinary loss during training and competitions; The KAP survey was used to evaluate the previous knowledge, attitude and practice regarding the occurrence of UI in sport; and the International Consultation on Incontinence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF) to assess the impact of UI on quality of life (QoL). A univariate and multivariate analysis was performed to verify the association of IU with KAP, sociodemographic, gynecological and sports-related variables, remaining in the final model only the significant associations (p<0.5). Results: 82 athletes (69.5%) suffered from UI, among them 19 athletes (23.2%) had stress UI, 19 (23.2%) urgency UI and 44 (53.6%) mixed UI, 50 (61.0%) had urine loss during training sections and 37 (45.1%) during competitions. Regarding the KAP survey 37 (31.4%), 63 (53.4%) and zero (0.0%) athletes had an appropriate knowledge, attitude and practice, respectively. On multivariate analysis, the prevalence of UI showed association with sports practice time over 8 years and dyspareunia, with ORs of 2,656 and 2,988, respectively. Knowledge was significantly associated with IU (OR 0.43). The UI had a mild impact on athlete’s QOL. Conclusion: There is a high prevalence of UI, a low level of knowledge and appropriate practice regarding the occurrence of UI in sports, with sports practice time over 8 years and dyspareunia predisposing to UI by approximately 2.5 and 3 times, respectively, and appropriate knowledge decreasing the chance of having UI by 57%. The UI had a mild impact on athlete’s QOL. There is a need for greater dissemination of knowledge and preventive practices on UI, in high impact sports, for preventive and therapeutic measures to be taken.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FisioterapiaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessIncontinência urináriaConhecimentos, atitudes e práticas em saúdeExercícioAtletasPrevalência, conhecimento, atitude e prática de jovens atletas sobre a ocorrência de incontinência urinária em esportes de alto impactoinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Amanda Maria Brito Cardoso.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Amanda Maria Brito Cardoso.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1247https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/28339/6/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Amanda%20Maria%20Brito%20Cardoso.pdf.jpge5aea6868390bc097765300a002a6c84MD56ORIGINALDISSERTAÇÃO Amanda Maria Brito Cardoso.pdfDISSERTAÇÃO Amanda Maria Brito Cardoso.pdfapplication/pdf1585079https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/28339/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Amanda%20Maria%20Brito%20Cardoso.pdf493ac5e0e7aa5301113f5fc71aab63edMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; 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