Tradições compartilhadas: maracatus-nação e grupos percussivos na efervescência cultural de Pernambuco dos anos 1990
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Historia
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Não Informado pela instituição
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/26603 |
Resumo: | O presente trabalho propõe compreender o processo de produção de uma efervescência cultural através da atuação dos maracatuzeiros, grupos percussivos e movimento Manguebeat, durante a década de 1990. Para tal entendimento buscou-se analisar a questão através de experiências singulares. Existia e ainda existem diversas identidades sendo vivenciadas na cidade do Recife, e este contexto colaborou para criar uma identidade pernambucana. No entanto, durante o período pesquisado atribuiu-se apenas a um círculo de bandas e jovens de classe média a responsabilidade por este sucesso. Espaços e lugares frequentados pelos envolvidos, ainda hoje compartilham sentidos e significados. Alguns estudos apontam que a década de 1990, período em ocorreu no Recife o movimento Manguebeat, ‘deslobotomizaram as veias enfartadas do Recife’. Atribui-se o relativo sucesso vivenciado pelos Maracatus neste período, talvez pelo uso das alfaias por estas bandas e grupos percussivos. O movimento Manguebeat será pensado como um ponto de partida para esta discussão, dado que uma bibliografia atribui a este movimento a responsabilidade pela aspiração da classe média a participar de grupos de cultura popular, especialmente o Maracatu-Nação. Discutir essa relação permitirá entender quais caminhos os Maracatus-Nação percorreram até se tornar um dos símbolos culturais mais conhecidos e propagados do estado de Pernambuco. Sabendo que a representação é uma complexa luta política para estabelecer o poder de significar suas práticas culturais, pensar a história dos Maracatus-Nação inseridos no processo de globalização, em que a cultura popular passa a ser utilizado como mercadoria em âmbito local e difundido pelo mundo, é nosso principal objetivo. Neste sentido pretendo discutir as táticas, as estratégias e as negociações realizadas pelos maracatuzeiros e grupos percussivos para representarem o Maracatu-Nação. |
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FRANÇA FILHO, Walter Ferreira dehttp://lattes.cnpq.br/1678212427535221http://lattes.cnpq.br/8822901286294537GUILLEN, Isabel Cristina MartinsLIMA, Ivaldo Marciano de França2018-09-17T18:50:04Z2018-09-17T18:50:04Z2016-08-25https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/26603O presente trabalho propõe compreender o processo de produção de uma efervescência cultural através da atuação dos maracatuzeiros, grupos percussivos e movimento Manguebeat, durante a década de 1990. Para tal entendimento buscou-se analisar a questão através de experiências singulares. Existia e ainda existem diversas identidades sendo vivenciadas na cidade do Recife, e este contexto colaborou para criar uma identidade pernambucana. No entanto, durante o período pesquisado atribuiu-se apenas a um círculo de bandas e jovens de classe média a responsabilidade por este sucesso. Espaços e lugares frequentados pelos envolvidos, ainda hoje compartilham sentidos e significados. Alguns estudos apontam que a década de 1990, período em ocorreu no Recife o movimento Manguebeat, ‘deslobotomizaram as veias enfartadas do Recife’. Atribui-se o relativo sucesso vivenciado pelos Maracatus neste período, talvez pelo uso das alfaias por estas bandas e grupos percussivos. O movimento Manguebeat será pensado como um ponto de partida para esta discussão, dado que uma bibliografia atribui a este movimento a responsabilidade pela aspiração da classe média a participar de grupos de cultura popular, especialmente o Maracatu-Nação. Discutir essa relação permitirá entender quais caminhos os Maracatus-Nação percorreram até se tornar um dos símbolos culturais mais conhecidos e propagados do estado de Pernambuco. Sabendo que a representação é uma complexa luta política para estabelecer o poder de significar suas práticas culturais, pensar a história dos Maracatus-Nação inseridos no processo de globalização, em que a cultura popular passa a ser utilizado como mercadoria em âmbito local e difundido pelo mundo, é nosso principal objetivo. Neste sentido pretendo discutir as táticas, as estratégias e as negociações realizadas pelos maracatuzeiros e grupos percussivos para representarem o Maracatu-Nação.CNPqThis work seeks to understand the process of producing a collective cultural effervescence in Recife and Olinda through the creative actualizations of maracatu drummers, percussive groups and the Manguebeat Movement of the 1990s. However, to gain such an understanding, we must seek to analyze the question through individual experiences. There existed, and still existvery diverse identities being lived throughout the cities of Recife and Olinda, and within this context many collaborated to create a modern Pernambucan identity. Nonetheless, during this period of significant research into the Manguebeat Movement, the responsibility for this success is attributed only to a small circle of bands and youth of the middle class. Many of the spaces and places cited by those involved in this movement shared meaning and significance with many other individuals. Some studies propose that the decade of the 1990s, the period in which Manguebeat occurred, “de-lobotomized the clogged veins of Recife.’They attributed the success of the Maracatu-Nations in this period to this movement, perhaps because of the use of the alfaia drums of Maracatu de Baque Virado by some of these bands and percussive groups. Manguebeat is considered the point of reference for this discussion, given that a bibliography attributed to the movement is responsible for the aspirations of the middle class to participate in popular culture groups, especially the Maracatu-Nations. Discussing this relationship will permit us to understand which roads the traditional Maracatus have taken to arrive where they are today and become one of the cultural symbols most known and promoted in the state of Pernambuco. Knowing that itis a complex and difficult political struggle for marginalized communities to assert power and make these cultural practices accepted in mainstream society, the principal objective is to think about the history of the traditional Maracatu-Nations within the modern process of globalization - where popular culture becomes a local market and then spreads throughout the world. In this sense I hope to discuss the tactics, strategies and existing dynamics within the Maracatus and percussive groups and how they have come to represent Maracatu de Baque Virado.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em HistoriaUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessHistóriaMaracatuPercussão (Música)Conjuntos de percussãoFestas folclóricasMangue (Música)Tradições compartilhadas: maracatus-nação e grupos percussivos na efervescência cultural de Pernambuco dos anos 1990info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDISSERTAÇÃO Walter Ferreira de França Filho.pdf.jpgDISSERTAÇÃO Walter Ferreira de França Filho.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1308https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/26603/5/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Walter%20Ferreira%20de%20Fran%c3%a7a%20Filho.pdf.jpg47d5b524d5d7767b7939e45c76c25f66MD55ORIGINALDISSERTAÇÃO Walter Ferreira de França Filho.pdfDISSERTAÇÃO Walter Ferreira de França Filho.pdfapplication/pdf1915844https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/26603/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Walter%20Ferreira%20de%20Fran%c3%a7a%20Filho.pdf200c0d8e66d800f590a6aed5879b3deeMD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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