Transbordamentos femininos : rituais de subjetivação e abjeção em A redoma de vidro, de Sylvia Plath

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: BEZERRA, Isabella Giordano
Orientador(a): OLIVEIRA, Karine da Rocha
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Letras
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/40692
Resumo: O presente trabalho consiste em uma análise do romance A redoma de vidro, escrito por Sylvia Plath. Tem-se como objetivo traçar uma crítica feminista das políticas existenciais que atravessam a protagonista, a partir da sua condição de mulher, assim como expor as possíveis formas de escape dessa captura. É demonstrado como a dinâmica entre edição, público e crítica transformou a figura da autora em um mito contemporâneo, tal qual definido por Barthes (2019). Apesar do esclarecimento que Plath investe em uma padronagem mítica para compor sua obra, é demonstrado que o romance promove uma transgressão da mítica e mística feminina (FRIEDAN, 2020). O contexto sociocultural que regula o processo de subjetivação da protagonista funciona através de um mercado existencial que delimita as fronteiras identitárias. Através do modelo de subjetividade proposto por Julia Kristeva (1982), expõe-se como a abjeção é utilizada estrategicamente para o transbordamento dos limites impostos às vidas das mulheres. É através da percepção de que algo precisa ser expulso e repudiado do corpo social que a protagonista produz um dispêndio físico, linguístico e psíquico, no intuito de produzir desequilíbrios que irão fazê-la vacilar entre a vida e a morte. Conclui-se que se existe algum paralelo possível entre a vida e obra de Plath, ele está no empreendimento de um diagnóstico social.
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Apesar do esclarecimento que Plath investe em uma padronagem mítica para compor sua obra, é demonstrado que o romance promove uma transgressão da mítica e mística feminina (FRIEDAN, 2020). O contexto sociocultural que regula o processo de subjetivação da protagonista funciona através de um mercado existencial que delimita as fronteiras identitárias. Através do modelo de subjetividade proposto por Julia Kristeva (1982), expõe-se como a abjeção é utilizada estrategicamente para o transbordamento dos limites impostos às vidas das mulheres. É através da percepção de que algo precisa ser expulso e repudiado do corpo social que a protagonista produz um dispêndio físico, linguístico e psíquico, no intuito de produzir desequilíbrios que irão fazê-la vacilar entre a vida e a morte. Conclui-se que se existe algum paralelo possível entre a vida e obra de Plath, ele está no empreendimento de um diagnóstico social.CNPqThe present work consists of an analysis of Sylvia Plath’s novel The Bell Jar. The goal is to outline a feminist critique of the existential policies which penetrate the protagonist - from her position as a woman - as well as expose the possible means of escape from this capture. It is shown how the dynamics between editing, audience and critique transformed the author’s figure into a contemporary myth, as defined by Barthes (2019). Despite the clarification that Plath invests in a mythical pattern to compose her work, it is demonstrated that the novel promotes a transgression of the mythic and mystic of the feminine (FRIEDAN, 2020). The sociocultural context which regulates the protagonist’s subjectification works by means of an existential market that delimits identitary borders. Based on Julia Kristeva’s (1982) proposed model of subjectivity, it is exposed how abjection is strategically utilized to overflow the limits imposed on women's lives. It is from the perspective that something needs to be expelled and rejected from the social body that the protagonist produces physical, linguistic and psychic harm in order to produce imbalances that will make her sway between life and death. The conclusion is that, if there is any parallel possible between Plath’s life and work, it is in the endeavor of a social diagnostic.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em LetrasUFPEBrasilAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessA redoma de vidroCrítica feministaSubjetivaçãoMíticaAbjetoTransbordamentos femininos : rituais de subjetivação e abjeção em A redoma de vidro, de Sylvia Plathinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Isabella Giordano Bezerra.pdfDISSERTAÇÃO Isabella Giordano Bezerra.pdfapplication/pdf885484https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/40692/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Isabella%20Giordano%20Bezerra.pdfd75f128f15d80a8e467380f186312107MD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82310https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/40692/3/license.txtbd573a5ca8288eb7272482765f819534MD53CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; 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