Avaliação da frequência de sarcopenia e associação com manifestações clínicas, capacidade funcional, fadiga e qualidade de vida em pacientes com esclerose sistêmica: estudo transversal em um centro de referência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: SANTOS, Laryssa Teotonio Silva dos
Orientador(a): DANTAS, Andréa Tavares
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Fisioterapia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/67110
Resumo: A esclerose sistêmica (ES) é uma doença autoimune rara e multissistêmica do tecido conjuntivo, caracterizada por fibrose cutânea e visceral, vasculopatia e disfunção imunológica, associada à alta morbimortalidade e impacto funcional. Entre suas manifestações clínicas, destaca-se o comprometimento muscular, frequentemente decorrente de inflamação crônica, desnutrição, inatividade física e efeitos adversos de fármacos, condições que favorecem o desenvolvimento da sarcopenia. Estudos prévios apontam prevalência variável de sarcopenia na ES, entre 15% e 53%, mas dados brasileiros são escassos. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar a frequência de sarcopenia e sua associação com manifestações clínicas, incapacidade, fadiga e qualidade de vida em pacientes com ES. Trata-se de um estudo transversal, realizado no Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, entre agosto de 2024 e julho de 2025, com diagnóstico de ES segundo os critérios do American College of Rheumatology e da European League Against Rheumatism (ACR/EULAR,2013). A sarcopenia foi definida e classificada em provável, definida e grave conforme os critérios do European Working Group on Sarcopenia in Older People 2 (EWGSOP2). A força muscular foi avaliada por meio da força de preensão palmar (FPP), a massa muscular por meio da absorciometria por dupla emissão de raios X (DXA) e a função muscular pelo Short Physical Performance Battery (SPPB). Foram avaliadas, ainda, as características demográficas e clínicas, a incapacidade pelo Scleroderma Health Assessment Questionnaire (SHAQ), a fadiga pelo Fatigue Severity Scale (FSS) e qualidade de vida pelo Short Form Health Survery-12 (SF-12). Essas variáveis foram comparadas entre pacientes com e sem sarcopenia. Também foram avaliadas correlações entre as variáveis relacionadas à definição da sarcopenia e aspectos clínicos da doença. Foram avaliadas 36 pacientes, todas do sexo feminino, com média de idade de 50,5 (±8,9) anos e mediana de tempo de diagnóstico de 8 (5-17) anos. A frequência de sarcopenia provável, definida e grave foi de 41,7%, 27,8% e 22,2%, respectivamente. Pacientes com sarcopenia definida apresentaram maior tempo de diagnóstico (p=0,03) e menor índice de massa corporal (p=0,02), sem diferenças significativas com relação a manifestações clínicas e uso de medicamentos, quando comparados a pacientes sem sarcopenia. Também não houve diferenças com relação a incapacidade, fadiga e qualidade de vida entre os dois grupos. A FPP correlacionou-se negativamente com fadiga (r=-0,43; p=0,01) e incapacidade (r=-0,46; p=0,005). O SPPB correlacionou-se negativamente com FSS (r=-0,50; p=0,002) e SHAQ (r=-0,46; p=0,005), além de positivamente com a componente físico do SF-12 (r=0,37; p=0,02). A massa muscular apresentou correlação negativa apenas com idade (r=-0,48; p=0,003) e tempo de doença (r=-0,37; p=0,03). Conclui-se que a sarcopenia é uma condição frequente em pacientes com ES e está associada a maior tempo de doença e menor IMC. Não foram detectadas diferenças com relação a manifestações clínicas, fadiga, incapacidade e qualidade de vida entre pacientes com ou sem sarcopenia. A função muscular demonstrou correlação com incapacidade, fadiga e qualidade de vida, reforçando a importância da avaliação funcional no rastreamento e no manejo clínico dessa população.
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Entre suas manifestações clínicas, destaca-se o comprometimento muscular, frequentemente decorrente de inflamação crônica, desnutrição, inatividade física e efeitos adversos de fármacos, condições que favorecem o desenvolvimento da sarcopenia. Estudos prévios apontam prevalência variável de sarcopenia na ES, entre 15% e 53%, mas dados brasileiros são escassos. Assim, o presente estudo teve como objetivo avaliar a frequência de sarcopenia e sua associação com manifestações clínicas, incapacidade, fadiga e qualidade de vida em pacientes com ES. Trata-se de um estudo transversal, realizado no Ambulatório de Reumatologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco, entre agosto de 2024 e julho de 2025, com diagnóstico de ES segundo os critérios do American College of Rheumatology e da European League Against Rheumatism (ACR/EULAR,2013). A sarcopenia foi definida e classificada em provável, definida e grave conforme os critérios do European Working Group on Sarcopenia in Older People 2 (EWGSOP2). A força muscular foi avaliada por meio da força de preensão palmar (FPP), a massa muscular por meio da absorciometria por dupla emissão de raios X (DXA) e a função muscular pelo Short Physical Performance Battery (SPPB). Foram avaliadas, ainda, as características demográficas e clínicas, a incapacidade pelo Scleroderma Health Assessment Questionnaire (SHAQ), a fadiga pelo Fatigue Severity Scale (FSS) e qualidade de vida pelo Short Form Health Survery-12 (SF-12). Essas variáveis foram comparadas entre pacientes com e sem sarcopenia. Também foram avaliadas correlações entre as variáveis relacionadas à definição da sarcopenia e aspectos clínicos da doença. Foram avaliadas 36 pacientes, todas do sexo feminino, com média de idade de 50,5 (±8,9) anos e mediana de tempo de diagnóstico de 8 (5-17) anos. A frequência de sarcopenia provável, definida e grave foi de 41,7%, 27,8% e 22,2%, respectivamente. Pacientes com sarcopenia definida apresentaram maior tempo de diagnóstico (p=0,03) e menor índice de massa corporal (p=0,02), sem diferenças significativas com relação a manifestações clínicas e uso de medicamentos, quando comparados a pacientes sem sarcopenia. Também não houve diferenças com relação a incapacidade, fadiga e qualidade de vida entre os dois grupos. A FPP correlacionou-se negativamente com fadiga (r=-0,43; p=0,01) e incapacidade (r=-0,46; p=0,005). O SPPB correlacionou-se negativamente com FSS (r=-0,50; p=0,002) e SHAQ (r=-0,46; p=0,005), além de positivamente com a componente físico do SF-12 (r=0,37; p=0,02). A massa muscular apresentou correlação negativa apenas com idade (r=-0,48; p=0,003) e tempo de doença (r=-0,37; p=0,03). Conclui-se que a sarcopenia é uma condição frequente em pacientes com ES e está associada a maior tempo de doença e menor IMC. Não foram detectadas diferenças com relação a manifestações clínicas, fadiga, incapacidade e qualidade de vida entre pacientes com ou sem sarcopenia. A função muscular demonstrou correlação com incapacidade, fadiga e qualidade de vida, reforçando a importância da avaliação funcional no rastreamento e no manejo clínico dessa população.Systemic sclerosis (SSc) is a rare, multisystemic autoimmune connective tissue disease characterized by cutaneous and visceral fibrosis, vasculopathy, and immune dysfunction, associated with high morbidity, mortality, and functional impairment. Among its clinical manifestations, muscle involvement stands out, often resulting from chronic inflammation, malnutrition, physical inactivity, and adverse drug effects, conditions that favor the development of sarcopenia. Previous studies have reported a variable prevalence of sarcopenia in SSc, ranging from 15% to 53%, but Brazilian data are scarce. Therefore, the present study aimed to evaluate the frequency of sarcopenia and its association with clinical manifestations, disability, fatigue, and quality of life in patients with SSc. This was a cross-sectional study conducted at the Rheumatology Outpatient Clinic of the Hospital das Clínicas, Federal University of Pernambuco, between August 2024 and July 2025, with SSc diagnosed according to the criteria of the American College of Rheumatism (ACR/EULAR,2013). Sarcopenia was defined and classified as probable, confirmed, and severe according to the criteria of the European Working Group on sarcopenia in Older People 2 (EWGSOP2). Muscle strength was assessed by handgrip strength (HGS), muscle mass by dual-energy X-ray absorptiometry (DXA), and physical function by the Short Physical Performance Battery (SPPB). Demographic and clinical characteristics were also evaluated, disability was assessed using the Scleroderma Health Assessment Questionnaire (SHAQ), fatigue by the Fatigue Severity Scale (FSS), and quality of life by the Short Form Health Survey-12 (SF-12). These variables were compared between patients with and without sarcopenia. Correlations between sarcopenia-related variables and clinical aspects of the disease were also analyzed. A total of 36 female patients were evaluated, with a mean age of 50.5 (±8.9) years and a median disease duration of 8 (5 17) years. The frequency of probable, confirmed, and severe sarcopenia was 41.7%, 27.8%, and 22.2%, respectively. Patients with confirmed sarcopenia had longer disease duration (p=0.03) and lower body mass index (p=0.02), with no significant differences in clinical manifestations or medication use compared with patients without sarcopenia. No differences were found regarding disability, fatigue, and quality of life between the groups. HGS correlated negatively with fatigue (r=-0.43; p=0.01) and disability (r=-0.46; p=0.005). SPPB correlated negatively with FSS (r=-0.50; p=0.002) and SHAQ (r=-0.46; p=0.005), and positively with the physical component of the SF-12 (r=0.37; p=0.02). Muscle mass correlated negatively only with age (r=-0.48; p=0.003) and disease duration (r=-0.37; p=0.03). In conclusion, sarcopenia is a frequent condition in patients with SSc and is associated with longer disease duration and lower BMI. No differences were detected regarding clinical manifestations, fatigue, disability, and quality of life between patients with or without sarcopenia. Muscle function showed correlations with disability, fatigue, and quality of life, reinforcing the importance of functional assessment in the screening and clinical management of this population.porUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FisioterapiaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessesclerose sistêmicaesclerodermiasarcopeniaincapacidadeAvaliação da frequência de sarcopenia e associação com manifestações clínicas, capacidade funcional, fadiga e qualidade de vida em pacientes com esclerose sistêmica: estudo transversal em um centro de referênciainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesismestradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALDISSERTAÇÃO Laryssa Teotonio Silva dos Santos.pdfDISSERTAÇÃO Laryssa Teotonio Silva dos Santos.pdfapplication/pdf3878207https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/67110/1/DISSERTA%c3%87%c3%83O%20Laryssa%20Teotonio%20Silva%20dos%20Santos.pdfb8699076b3dab436d0a33bbc097f92bcMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/67110/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52123456789/671102025-12-11 12:52:44.278oai:repositorio.ufpe.br:123456789/67110VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212025-12-11T15:52:44Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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