Morfodinâmica e processos superficiais das unidades de relevo da planície do Recife
| Ano de defesa: | 2013 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10630 |
Resumo: | A planície do Recife constitui um geossistema com alto grau de complexidade, tanto no que se refere à organização espacial de seus atributos físico-naturais, quanto do seu processo de ocupação urbana. Sua formação envolveu fenômenos de ordem tectônica, sedimentar, paleoclimática, eustática e antrópica, que se processaram em diferentes escalas de tempo. No contexto regional de relevo, configura-se como sendo parte integrante das bacias sedimentares costeiras Pernambuco e Paraíba, sendo formada por sedimentos depositados durante o período quaternário. Por se tratar de uma feição geomorfológica que sofreu a influencia de diversos sistemas deposicionais por conta das inúmeras variações do nível do mar a que foi submetida ao longo dos últimos 2 milhões de anos, apresenta uma grande variedade de depósitos sedimentares correspondentes aos múltiplos ambientes de sedimentação desenvolvidos como resposta a vigência da ação marinha, flúvio-marinha, fluvial e coluvial ao longo de sua extensão. Em decorrência a atuação dos múltiplos processos de acumulação de sedimentos, passou a apresentar variações morfológicas ao longo dos seus diferentes setores, em função das propriedades das múltiplas classes de sedimentos que a compõem e aos diversos processos de superfície a que foram submetidas ao longo de seu processo de formação e evolução. Tais feições geomórficas podem ser reunidas em diferentes classes a partir da criação e uso de uma tipologia que consiga tecer uma classificação genética e processual, e agrupa-las sob a forma de unidades de relevo que possuam relativa expressão espacial e sejam passíveis de serem mapeadas numa determinada escala de análise. Esta proposta de pesquisa tem como objetivo discorrer sobre a origem e evolução da Planície do Recife; criação de uma compartimentação das formas de relevo presentes em sua paisagem; entendimento de sua evolução a partir dos diferentes ambientes de deposição existentes ao longo de sua extensão; o funcionamento dos processos de superfície, presentes e pretéritos, capazes de gerar e fazer evoluir as respectivas morfologias, de maneira distinta de acordo com a sua posição no espaço; e ainda, mesmo que de forma inicial, estabelecer relações com o uso da terra. |
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Souza, Joazadaque Lucena deCorrêa, Antônio Carlos de Barros Silva, Osvaldo Girão da 2015-03-05T13:09:05Z2015-03-05T13:09:05Z2013-07-30https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10630A planície do Recife constitui um geossistema com alto grau de complexidade, tanto no que se refere à organização espacial de seus atributos físico-naturais, quanto do seu processo de ocupação urbana. Sua formação envolveu fenômenos de ordem tectônica, sedimentar, paleoclimática, eustática e antrópica, que se processaram em diferentes escalas de tempo. No contexto regional de relevo, configura-se como sendo parte integrante das bacias sedimentares costeiras Pernambuco e Paraíba, sendo formada por sedimentos depositados durante o período quaternário. Por se tratar de uma feição geomorfológica que sofreu a influencia de diversos sistemas deposicionais por conta das inúmeras variações do nível do mar a que foi submetida ao longo dos últimos 2 milhões de anos, apresenta uma grande variedade de depósitos sedimentares correspondentes aos múltiplos ambientes de sedimentação desenvolvidos como resposta a vigência da ação marinha, flúvio-marinha, fluvial e coluvial ao longo de sua extensão. Em decorrência a atuação dos múltiplos processos de acumulação de sedimentos, passou a apresentar variações morfológicas ao longo dos seus diferentes setores, em função das propriedades das múltiplas classes de sedimentos que a compõem e aos diversos processos de superfície a que foram submetidas ao longo de seu processo de formação e evolução. Tais feições geomórficas podem ser reunidas em diferentes classes a partir da criação e uso de uma tipologia que consiga tecer uma classificação genética e processual, e agrupa-las sob a forma de unidades de relevo que possuam relativa expressão espacial e sejam passíveis de serem mapeadas numa determinada escala de análise. 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