Evolução morfodinâmica e antropogênica da unidade geomorfológica restinga no bairro do Recife Antigo-PE

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: SANTOS, Leandro Diomério João dos
Orientador(a): SILVA, Osvaldo Girão da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/10585
Resumo: A evolução da restinga do bairro do Recife Antigo pode ser divida em dois momentos um onde a dinâmica dos processos de âmbito natural ocorreu de maneira plena. Isto é, não houve a interferência humana de maneira a modificar a morfodinâmica natural da restinga. A posteriori ocorreu à ocupação e povoamento da capitania de Pernambuco, iniciando na cidade do Recife no século XVI, desta forma inicia a intervenção do novo agente geológico, o antrópico. Este conseguiu moldar a morfologia da restinga a partir da necessidade humana em obter mais espaço para o crescimento urbano. Partindo deste contexto, o objetivo norteador da pesquisa é analisar a evolução morfodinâmica da unidade geomorfológica restinga do bairro do Recife Antigo e correlacionar com as modificações antrópicas que levaram a mudanças na configuração natural da restinga. Foi realizado para alcançar este fim a reconstrução da evolução geomorfológica da restinga e as alterações sofridas pelos processos formativos. A pesquisa teve seu desenvolvimento contíguo à teoria dos sistemas, na qual, a mesma busca compreender o funcionamento da superfície terrestre como um todo, ou seja, explicar a dinâmica da perda, ganho e trocas de matéria e energia no planeta. Isso implica na análise complexa e integrada dos elementos naturais e antrópicos para um melhor entendimento da relação homem e natureza. E através dos sistemas pode inferir o processo de evolução da morfodinâmica da unidade geomorfológica restinga do Recife no progresso da paisagem. Christofoletti (1979 e 1999) assevera que os sistemas são estabelecidos por: elementos ou unidades, relações, atributos, input e output. Os elementos são as partes que têm inter-relações entre si, os atributos seriam as características do sistema, e estas ocorrem por uma entrada (energia e/ou matéria). A saída constituirá em tudo o que já foi transformado nas ligações dos elementos no sistema, saindo um produto diferente de acordo com o desenvolvimento do sistema, desde os elementos até as entradas e as relações. Prontamente, a morfodinâmica da restinga do bairro do Recife teve no se desenvolvimento as três fases propostas por Tricart (1977) para definir o grau de estabilidade da paisagem em relação ao equilíbrio entre a morfogênese e a pedogênese. A estável no século XVI e XVII, a intergrade no XVIII e fortemente instável no XIX e XX. Sendo a restinga atualmente moldada num morfologia estável do ponto de vista da forma e processos e se comportando como uma ilha fluvial. Deste modo, a ação antrópica é um agente geológico de alta competência na alteração da paisagem numa escala de tempo histórico.
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Este conseguiu moldar a morfologia da restinga a partir da necessidade humana em obter mais espaço para o crescimento urbano. Partindo deste contexto, o objetivo norteador da pesquisa é analisar a evolução morfodinâmica da unidade geomorfológica restinga do bairro do Recife Antigo e correlacionar com as modificações antrópicas que levaram a mudanças na configuração natural da restinga. Foi realizado para alcançar este fim a reconstrução da evolução geomorfológica da restinga e as alterações sofridas pelos processos formativos. A pesquisa teve seu desenvolvimento contíguo à teoria dos sistemas, na qual, a mesma busca compreender o funcionamento da superfície terrestre como um todo, ou seja, explicar a dinâmica da perda, ganho e trocas de matéria e energia no planeta. Isso implica na análise complexa e integrada dos elementos naturais e antrópicos para um melhor entendimento da relação homem e natureza. 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Sendo a restinga atualmente moldada num morfologia estável do ponto de vista da forma e processos e se comportando como uma ilha fluvial. Deste modo, a ação antrópica é um agente geológico de alta competência na alteração da paisagem numa escala de tempo histórico.porUniversidade Federal de PernambucoAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessPlanície flúvio-marinhaIstmo de Olinda e RecifeMorfodinâmicaRestingaSistemaEvolução morfodinâmica e antropogênica da unidade geomorfológica restinga no bairro do Recife Antigo-PEinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPETHUMBNAILDissertação LEANDRO.pdf.jpgDissertação LEANDRO.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg2127https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10585/5/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20LEANDRO.pdf.jpgc0f983eb496dd434f2780f0d1dd6e2bbMD55ORIGINALDissertação LEANDRO.pdfDissertação LEANDRO.pdfapplication/pdf8294148https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10585/1/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20LEANDRO.pdf3e40a2ca9bb26eaf8e94fce590c8fbb6MD51CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81232https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10585/2/license_rdf66e71c371cc565284e70f40736c94386MD52LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82311https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10585/3/license.txt4b8a02c7f2818eaf00dcf2260dd5eb08MD53TEXTDissertação LEANDRO.pdf.txtDissertação LEANDRO.pdf.txtExtracted texttext/plain324170https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/10585/4/Disserta%c3%a7%c3%a3o%20LEANDRO.pdf.txteea8d9914443d74c8fa42009eba02f1fMD54123456789/105852019-10-25 04:26:28.943oai:repositorio.ufpe.br:123456789/10585TGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKClRvZG8gZGVwb3NpdGFudGUgZGUgbWF0ZXJpYWwgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIEluc3RpdHVjaW9uYWwgKFJJKSBkZXZlIGNvbmNlZGVyLCDDoCBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIChVRlBFKSwgdW1hIExpY2Vuw6dhIGRlIERpc3RyaWJ1acOnw6NvIE7Do28gRXhjbHVzaXZhIHBhcmEgbWFudGVyIGUgdG9ybmFyIGFjZXNzw612ZWlzIG9zIHNldXMgZG9jdW1lbnRvcywgZW0gZm9ybWF0byBkaWdpdGFsLCBuZXN0ZSByZXBvc2l0w7NyaW8uCgpDb20gYSBjb25jZXNzw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhIG7Do28gZXhjbHVzaXZhLCBvIGRlcG9zaXRhbnRlIG1hbnTDqW0gdG9kb3Mgb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IuCl9fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fX19fXwoKTGljZW7Dp2EgZGUgRGlzdHJpYnVpw6fDo28gTsOjbyBFeGNsdXNpdmEKCkFvIGNvbmNvcmRhciBjb20gZXN0YSBsaWNlbsOnYSBlIGFjZWl0w6EtbGEsIHZvY8OqIChhdXRvciBvdSBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMpOgoKYSkgRGVjbGFyYSBxdWUgY29uaGVjZSBhIHBvbMOtdGljYSBkZSBjb3B5cmlnaHQgZGEgZWRpdG9yYSBkbyBzZXUgZG9jdW1lbnRvOwpiKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBjb25oZWNlIGUgYWNlaXRhIGFzIERpcmV0cml6ZXMgcGFyYSBvIFJlcG9zaXTDs3JpbyBJbnN0aXR1Y2lvbmFsIGRhIFVGUEU7CmMpIENvbmNlZGUgw6AgVUZQRSBvIGRpcmVpdG8gbsOjbyBleGNsdXNpdm8gZGUgYXJxdWl2YXIsIHJlcHJvZHV6aXIsIGNvbnZlcnRlciAoY29tbyBkZWZpbmlkbyBhIHNlZ3VpciksIGNvbXVuaWNhciBlL291IGRpc3RyaWJ1aXIsIG5vIFJJLCBvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZSAoaW5jbHVpbmRvIG8gcmVzdW1vL2Fic3RyYWN0KSBlbSBmb3JtYXRvIGRpZ2l0YWwgb3UgcG9yIG91dHJvIG1laW87CmQpIERlY2xhcmEgcXVlIGF1dG9yaXphIGEgVUZQRSBhIGFycXVpdmFyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZXN0ZSBkb2N1bWVudG8gZSBjb252ZXJ0w6otbG8sIHNlbSBhbHRlcmFyIG8gc2V1IGNvbnRlw7pkbywgcGFyYSBxdWFscXVlciBmb3JtYXRvIGRlIGZpY2hlaXJvLCBtZWlvIG91IHN1cG9ydGUsIHBhcmEgZWZlaXRvcyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBwcmVzZXJ2YcOnw6NvIChiYWNrdXApIGUgYWNlc3NvOwplKSBEZWNsYXJhIHF1ZSBvIGRvY3VtZW50byBzdWJtZXRpZG8gw6kgbyBzZXUgdHJhYmFsaG8gb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgZGV0w6ltIG8gZGlyZWl0byBkZSBjb25jZWRlciBhIHRlcmNlaXJvcyBvcyBkaXJlaXRvcyBjb250aWRvcyBuZXN0YSBsaWNlbsOnYS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBhIGVudHJlZ2EgZG8gZG9jdW1lbnRvIG7Do28gaW5mcmluZ2Ugb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgb3V0cmEgcGVzc29hIG91IGVudGlkYWRlOwpmKSBEZWNsYXJhIHF1ZSwgbm8gY2FzbyBkbyBkb2N1bWVudG8gc3VibWV0aWRvIGNvbnRlciBtYXRlcmlhbCBkbyBxdWFsIG7Do28gZGV0w6ltIG9zIGRpcmVpdG9zIGRlCmF1dG9yLCBvYnRldmUgYSBhdXRvcml6YcOnw6NvIGlycmVzdHJpdGEgZG8gcmVzcGVjdGl2byBkZXRlbnRvciBkZXNzZXMgZGlyZWl0b3MgcGFyYSBjZWRlciDDoApVRlBFIG9zIGRpcmVpdG9zIHJlcXVlcmlkb3MgcG9yIGVzdGEgTGljZW7Dp2EgZSBhdXRvcml6YXIgYSB1bml2ZXJzaWRhZGUgYSB1dGlsaXrDoS1sb3MgbGVnYWxtZW50ZS4gRGVjbGFyYSB0YW1iw6ltIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGN1am9zIGRpcmVpdG9zIHPDo28gZGUgdGVyY2Vpcm9zIGVzdMOhIGNsYXJhbWVudGUgaWRlbnRpZmljYWRvIGUgcmVjb25oZWNpZG8gbm8gdGV4dG8gb3UgY29udGXDumRvIGRvIGRvY3VtZW50byBlbnRyZWd1ZTsKZykgU2UgbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgw6kgYmFzZWFkbyBlbSB0cmFiYWxobyBmaW5hbmNpYWRvIG91IGFwb2lhZG8gcG9yIG91dHJhIGluc3RpdHVpw6fDo28gcXVlIG7Do28gYSBVRlBFLMKgZGVjbGFyYSBxdWUgY3VtcHJpdSBxdWFpc3F1ZXIgb2JyaWdhw6fDtWVzIGV4aWdpZGFzIHBlbG8gcmVzcGVjdGl2byBjb250cmF0byBvdSBhY29yZG8uCgpBIFVGUEUgaWRlbnRpZmljYXLDoSBjbGFyYW1lbnRlIG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBhdXRvciAoZXMpIGRvcyBkaXJlaXRvcyBkbyBkb2N1bWVudG8gZW50cmVndWUgZSBuw6NvIGZhcsOhIHF1YWxxdWVyIGFsdGVyYcOnw6NvLCBwYXJhIGFsw6ltIGRvIHByZXZpc3RvIG5hIGFsw61uZWEgYykuCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212019-10-25T07:26:28Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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