Population Persistence and Divergence Driven by Environmental Changes

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: SILVA JUNIOR, Osmar Freitas da
Orientador(a): CAMPOS, Paulo Roberto de Araújo
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: eng
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pos Graduacao em Fisica
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66842
Resumo: A evolução da vida acompanha a dinâmica do nosso planeta Terra. Da deriva continental às eras glaciais, eventos geológicos moldaram a superfície e o clima da Terra, influenciando a história evolutiva das populações. Muito mais recentemente, a espécie humana também se tornou capaz de grandes modificações no planeta. O aumento da temperatura global, a alteração do curso dos rios e o uso cada vez maior da terra são alguns exemplos de ativi- dades humanas que exercem grande pressão sobre outras espécies. Neste trabalho, utilizamos modelos evolutivos estocásticos para estudar dois aspectos da evolução impulsionados por mudanças ambientais: persistência e divergência populacional. Persistência é a capacidade de uma população sobreviver e se adaptar a mudanças ambientais drásticas, enquanto divergência envolve o processo inicial de diferenciação que leva ao surgimento de novas espécies. Nossa primeira abordagem sobre persistência trata do resgate evolutivo, um processo em que a adap- tação reverte o destino de uma população fadada à extinção. Combinando métodos analíticos e simulação, mostramos a relação entre a probabilidade de extinção e o nível de estresse so- bre a população. Investigamos a resposta evolutiva e sua relação com fatores demográficos e genéticos, envolvendo crescimento populacional e epistasia, respectivamente. Na sequência, passamos a estudar o processo de divergência à nível de espécies em uma população dividida em duas ilhas, onde eventos ambientais geográficos determinam a possibilidade de troca de indivíduos. Neste modelo neutro, apenas a taxa de migração entre as ilhas e os períodos inter- mitentes de conectância e isolamento podem promover a divergência populacional, levando à especiação. Registramos a dinâmica por meio de uma filogenia e mostramos como a taxa e o modo de especiação estão relacionados ao tempo de isolamento. Por fim, estudamos a especi- ação em um modelo de metapopulação sob flutuações ambientais, onde tanto a seleção quanto a migração estão presentes. Realizamos uma análise estatística sobre diferentes conjuntos de parâmetros para examinar a diversidade resultante. Em seguida, comparamos como diferentes cenários de variações ambientais – incluindo a magnitude e a frequência dessas mudanças – afetam a persistência e a divergência da metapopulação. Descobrimos que o padrão de espe- ciação depende apenas do efeito líquido das perturbações ambientais, independentemente da taxa em que os eventos ocorrem. Esperamos que a discussão deles possa nos dar uma visão sobre os processos que afetam a diversidade e a resiliência da vida.
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O aumento da temperatura global, a alteração do curso dos rios e o uso cada vez maior da terra são alguns exemplos de ativi- dades humanas que exercem grande pressão sobre outras espécies. Neste trabalho, utilizamos modelos evolutivos estocásticos para estudar dois aspectos da evolução impulsionados por mudanças ambientais: persistência e divergência populacional. Persistência é a capacidade de uma população sobreviver e se adaptar a mudanças ambientais drásticas, enquanto divergência envolve o processo inicial de diferenciação que leva ao surgimento de novas espécies. Nossa primeira abordagem sobre persistência trata do resgate evolutivo, um processo em que a adap- tação reverte o destino de uma população fadada à extinção. Combinando métodos analíticos e simulação, mostramos a relação entre a probabilidade de extinção e o nível de estresse so- bre a população. Investigamos a resposta evolutiva e sua relação com fatores demográficos e genéticos, envolvendo crescimento populacional e epistasia, respectivamente. Na sequência, passamos a estudar o processo de divergência à nível de espécies em uma população dividida em duas ilhas, onde eventos ambientais geográficos determinam a possibilidade de troca de indivíduos. Neste modelo neutro, apenas a taxa de migração entre as ilhas e os períodos inter- mitentes de conectância e isolamento podem promover a divergência populacional, levando à especiação. Registramos a dinâmica por meio de uma filogenia e mostramos como a taxa e o modo de especiação estão relacionados ao tempo de isolamento. Por fim, estudamos a especi- ação em um modelo de metapopulação sob flutuações ambientais, onde tanto a seleção quanto a migração estão presentes. Realizamos uma análise estatística sobre diferentes conjuntos de parâmetros para examinar a diversidade resultante. Em seguida, comparamos como diferentes cenários de variações ambientais – incluindo a magnitude e a frequência dessas mudanças – afetam a persistência e a divergência da metapopulação. Descobrimos que o padrão de espe- ciação depende apenas do efeito líquido das perturbações ambientais, independentemente da taxa em que os eventos ocorrem. Esperamos que a discussão deles possa nos dar uma visão sobre os processos que afetam a diversidade e a resiliência da vida.The evolution of life accompanies the dynamics of our planet Earth. From continental drift to glacial ages, geological events have shaped the Earth’s surface and climate, influenc- ing the evolutionary history of populations. Much more recently, the human species became capable of great modifications on the planet as well. Increasing global temperature, altering the course of rivers and an ever-expanding usage of the land are some examples of human activities that cause great pressure upon other species. In this work, we use stochastic evolu- tionary models to study two aspects of evolution driven by environmental changes: population persistence and divergence. Persistence is the ability of a population to survive and adapt to drastic environmental changes, while divergence involves the initial differentiation process leading to new species. Our first approach on persistence deals with evolutionary rescue, a process where adaptive evolution reverts the fate of a population doomed to extinction. With a combination of analytical and simulation methods, we show the relation between the prob- ability of extinction and the intensity of stress level upon the population. We characterize the parallelism of the evolutionary response and its relation with demographic and genetic factors of density regulation and epistasis, respectively. In the sequel, we pass to study the divergence process at the speciation level in a population divided into a two-deme system where geographic environmental events determine the possibility of exchanging individuals. In this neutral selective model, only the migration rate among patches and the intermittent periods of connectance and isolation can promote population divergence leading to speciation. We register the dynamics through a phylogenetic speciation tree and show how the rate and mode of speciation are related to the time the population spent in isolation. At last, we study speciation in a metapopulation model under environmental fluctuations, where both selection and migration are present. We carry out a statistical analysis over different sets of parameters in order to examine the resulting diversity. We then compare how different scenarios of envi- ronmental variations - including the magnitude and frequency of these changes - affect the persistence and divergence of the metapopulation. We find that the pattern of speciation is only dependent on the net effect of the environmental disturbances, despite the rate at which the events occur. We hope that these models can give us insight into the processes affecting life’s diversity and resilience.engUniversidade Federal de PernambucoPrograma de Pos Graduacao em FisicaUFPEBrasilhttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/info:eu-repo/semantics/openAccessEvolutionary dynamicsEnvironmental changesPersistenceSpeciationPopulation Persistence and Divergence Driven by Environmental Changesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisdoutoradoreponame:Repositório Institucional da UFPEinstname:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)instacron:UFPEORIGINALTESE Osmar Freitas da Silva Júnior.pdfTESE Osmar Freitas da Silva Júnior.pdfapplication/pdf12184875https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66842/1/TESE%20Osmar%20Freitas%20da%20Silva%20J%c3%banior.pdf460feaf087b847cb38c912b00978cc2aMD51LICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-82362https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66842/2/license.txt5e89a1613ddc8510c6576f4b23a78973MD52TEXTTESE Osmar Freitas da Silva Júnior.pdf.txtTESE Osmar Freitas da Silva Júnior.pdf.txtExtracted texttext/plain305859https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66842/3/TESE%20Osmar%20Freitas%20da%20Silva%20J%c3%banior.pdf.txt0076ecf37fe86e20284fce97970ab87aMD53THUMBNAILTESE Osmar Freitas da Silva Júnior.pdf.jpgTESE Osmar Freitas da Silva Júnior.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1212https://repositorio.ufpe.br/bitstream/123456789/66842/4/TESE%20Osmar%20Freitas%20da%20Silva%20J%c3%banior.pdf.jpg81b115568de41a6ec6ad7723986dd336MD54123456789/668422025-11-16 16:34:36.176oai:repositorio.ufpe.br:123456789/66842VGVybW8gZGUgRGVww7NzaXRvIExlZ2FsIGUgQXV0b3JpemHDp8OjbyBwYXJhIFB1YmxpY2l6YcOnw6NvIGRlIERvY3VtZW50b3Mgbm8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRQoKCkRlY2xhcm8gZXN0YXIgY2llbnRlIGRlIHF1ZSBlc3RlIFRlcm1vIGRlIERlcMOzc2l0byBMZWdhbCBlIEF1dG9yaXphw6fDo28gdGVtIG8gb2JqZXRpdm8gZGUgZGl2dWxnYcOnw6NvIGRvcyBkb2N1bWVudG9zIGRlcG9zaXRhZG9zIG5vIFJlcG9zaXTDs3JpbyBEaWdpdGFsIGRhIFVGUEUgZSBkZWNsYXJvIHF1ZToKCkkgLSBvcyBkYWRvcyBwcmVlbmNoaWRvcyBubyBmb3JtdWzDoXJpbyBkZSBkZXDDs3NpdG8gc8OjbyB2ZXJkYWRlaXJvcyBlIGF1dMOqbnRpY29zOwoKSUkgLSAgbyBjb250ZcO6ZG8gZGlzcG9uaWJpbGl6YWRvIMOpIGRlIHJlc3BvbnNhYmlsaWRhZGUgZGUgc3VhIGF1dG9yaWE7CgpJSUkgLSBvIGNvbnRlw7pkbyDDqSBvcmlnaW5hbCwgZSBzZSBvIHRyYWJhbGhvIGUvb3UgcGFsYXZyYXMgZGUgb3V0cmFzIHBlc3NvYXMgZm9yYW0gdXRpbGl6YWRvcywgZXN0YXMgZm9yYW0gZGV2aWRhbWVudGUgcmVjb25oZWNpZGFzOwoKSVYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIG9icmEgY29sZXRpdmEgKG1haXMgZGUgdW0gYXV0b3IpOiB0b2RvcyBvcyBhdXRvcmVzIGVzdMOjbyBjaWVudGVzIGRvIGRlcMOzc2l0byBlIGRlIGFjb3JkbyBjb20gZXN0ZSB0ZXJtbzsKClYgLSBxdWFuZG8gdHJhdGFyLXNlIGRlIFRyYWJhbGhvIGRlIENvbmNsdXPDo28gZGUgQ3Vyc28sIERpc3NlcnRhw6fDo28gb3UgVGVzZTogbyBhcnF1aXZvIGRlcG9zaXRhZG8gY29ycmVzcG9uZGUgw6AgdmVyc8OjbyBmaW5hbCBkbyB0cmFiYWxobzsKClZJIC0gcXVhbmRvIHRyYXRhci1zZSBkZSBUcmFiYWxobyBkZSBDb25jbHVzw6NvIGRlIEN1cnNvLCBEaXNzZXJ0YcOnw6NvIG91IFRlc2U6IGVzdG91IGNpZW50ZSBkZSBxdWUgYSBhbHRlcmHDp8OjbyBkYSBtb2RhbGlkYWRlIGRlIGFjZXNzbyBhbyBkb2N1bWVudG8gYXDDs3MgbyBkZXDDs3NpdG8gZSBhbnRlcyBkZSBmaW5kYXIgbyBwZXLDrW9kbyBkZSBlbWJhcmdvLCBxdWFuZG8gZm9yIGVzY29saGlkbyBhY2Vzc28gcmVzdHJpdG8sIHNlcsOhIHBlcm1pdGlkYSBtZWRpYW50ZSBzb2xpY2l0YcOnw6NvIGRvIChhKSBhdXRvciAoYSkgYW8gU2lzdGVtYSBJbnRlZ3JhZG8gZGUgQmlibGlvdGVjYXMgZGEgVUZQRSAoU0lCL1VGUEUpLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gQWJlcnRvOgoKTmEgcXVhbGlkYWRlIGRlIHRpdHVsYXIgZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzIGRlIGF1dG9yIHF1ZSByZWNhZW0gc29icmUgZXN0ZSBkb2N1bWVudG8sIGZ1bmRhbWVudGFkbyBuYSBMZWkgZGUgRGlyZWl0byBBdXRvcmFsIG5vIDkuNjEwLCBkZSAxOSBkZSBmZXZlcmVpcm8gZGUgMTk5OCwgYXJ0LiAyOSwgaW5jaXNvIElJSSwgYXV0b3Jpem8gYSBVbml2ZXJzaWRhZGUgRmVkZXJhbCBkZSBQZXJuYW1idWNvIGEgZGlzcG9uaWJpbGl6YXIgZ3JhdHVpdGFtZW50ZSwgc2VtIHJlc3NhcmNpbWVudG8gZG9zIGRpcmVpdG9zIGF1dG9yYWlzLCBwYXJhIGZpbnMgZGUgbGVpdHVyYSwgaW1wcmVzc8OjbyBlL291IGRvd25sb2FkIChhcXVpc2nDp8OjbykgYXRyYXbDqXMgZG8gc2l0ZSBkbyBSZXBvc2l0w7NyaW8gRGlnaXRhbCBkYSBVRlBFIG5vIGVuZGVyZcOnbyBodHRwOi8vd3d3LnJlcG9zaXRvcmlvLnVmcGUuYnIsIGEgcGFydGlyIGRhIGRhdGEgZGUgZGVww7NzaXRvLgoKIApQYXJhIHRyYWJhbGhvcyBlbSBBY2Vzc28gUmVzdHJpdG86CgpOYSBxdWFsaWRhZGUgZGUgdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgZGUgYXV0b3IgcXVlIHJlY2FlbSBzb2JyZSBlc3RlIGRvY3VtZW50bywgZnVuZGFtZW50YWRvIG5hIExlaSBkZSBEaXJlaXRvIEF1dG9yYWwgbm8gOS42MTAgZGUgMTkgZGUgZmV2ZXJlaXJvIGRlIDE5OTgsIGFydC4gMjksIGluY2lzbyBJSUksIGF1dG9yaXpvIGEgVW5pdmVyc2lkYWRlIEZlZGVyYWwgZGUgUGVybmFtYnVjbyBhIGRpc3BvbmliaWxpemFyIGdyYXR1aXRhbWVudGUsIHNlbSByZXNzYXJjaW1lbnRvIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgcGFyYSBmaW5zIGRlIGxlaXR1cmEsIGltcHJlc3PDo28gZS9vdSBkb3dubG9hZCAoYXF1aXNpw6fDo28pIGF0cmF2w6lzIGRvIHNpdGUgZG8gUmVwb3NpdMOzcmlvIERpZ2l0YWwgZGEgVUZQRSBubyBlbmRlcmXDp28gaHR0cDovL3d3dy5yZXBvc2l0b3Jpby51ZnBlLmJyLCBxdWFuZG8gZmluZGFyIG8gcGVyw61vZG8gZGUgZW1iYXJnbyBjb25kaXplbnRlIGFvIHRpcG8gZGUgZG9jdW1lbnRvLCBjb25mb3JtZSBpbmRpY2FkbyBubyBjYW1wbyBEYXRhIGRlIEVtYmFyZ28uCg==Repositório InstitucionalPUBhttps://repositorio.ufpe.br/oai/requestattena@ufpe.bropendoar:22212025-11-16T19:34:36Repositório Institucional da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)false
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