Transposição do Rio São Francisco e fragmentação do bioma caatinga
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12440 |
Resumo: | A transposição é uma obra de caráter emergencial usada em muitos países para abastecer regiões que se encontram com o acesso restrito à água. No Brasil, o projeto está sendo implementando no semiárido nordestino, considerado como uma das maiores obras hidráulicas realizadas pelo Ministério da Integração. Denominado Projeto de Integração do rio São Francisco às Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional (PIFS), popularmente conhecido como Transposição do rio São Francisco, o empreendimento tem como objetivo abastecimento de água para as comunidades difusas, dessedentação de animais, irrigação, indústria. Os estados beneficiados são Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. Parte da obra está localizada na área de incidência do bioma caatinga, de extrema importância biológica e social. O histórico de movimento de luta e resistência para a preservação, o conhecimento e a recuperação desse bioma é enorme, mas, essa área se encontra em um gigantesco canteiro de obras. Em Pernambuco, inicia-se a embocadura do canal dividido em dois eixos, norte e leste, através de quilômetros de canais que estão sendo construídos caatinga adentro, fragmentando o habitat natural. A fragmentação antrópica é considerada como uma das principais perdas relacionadas à biodiversidade. Assim, o trabalho procurou analisar a transposição do rio São Francisco como fator de fragmentação do bioma Caatinga no município de Cabrobó - PE. Essa região se encontra bastante suscetível aos processos de degradação da terra, que, em situações extremas, fazem surgir à desertificação, haja vista a insustentabilidade no manejo do solo e da água que vem acontecendo há décadas na região. Para compreender a relação da transposição e da fragmentação, este trabalho procurou reconhecer as mudanças de uso e cobertura do solo gerado pela construção do canal da transposição do rio São Francisco; avaliar os efeitos do canal como elemento fragmentador da caatinga; e identificar os efeitos acarretados pela obra da transposição no processo de degradação do ambiente. Na busca de materiais e informações sobre o trabalho foram realizadas as seguintes etapas, levantamento bibliográfico, cartográfico e de campo, com o intuito de fornecer subsídios para a formação de futuras pesquisas e programas de cunho educacional. Por fim, apresenta-se como uma contribuição científica que possivelmente pode ser levada aos gestores públicos e ambientais nas discussões das tomadas de decisões. |
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