Respostas fisiológicas em plantas jovens de Jatropha curcas l. submetidas à estrobilurina e alagamento
| Ano de defesa: | 2015 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal
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| Departamento: |
Instituto de Biologia
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| País: |
Brasil
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| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://repositorio.ufpel.edu.br/handle/prefix/3538 |
Resumo: | A pesquisa foi desenvolvida em dois experimentos com o objetivo de verificar o efeito da aplicação de piraclostrobina na mitigação do estresse causado pelo alagamento em plantas jovens de Jatropha curcas L.. Ambos os experimentos foram desenvolvidos na Universidade Federal de Pelotas, Campus Capão do Leão, Município de Capão do Leão, RS. Foram utilizadas sementes de Jatropha curcas L. (pinhão manso) oriundas do município de Janaúba- MG. A semeadura foi realizada em vasos plásticos com capacidade de 5 L, dispostos em espaçamento 50 x 50 cm, contendo uma mistura de solo com areia (proporção 2:1). O primeiro experimento consistiu em testar a influência da piraclostrobina sobre a fluorescência transiente da clorofila, trocas gasosas, curvas de resposta fotossintética, atividade da enzima redutase do nitrato e níveis de nitrogênio foliar. Para isso foram instalados quatro tratamentos com piraclostrobina com as seguintes quantidade de ingrediente ativo (i.a.) por litro de calda: T1 – 0 g i.a. L-1, T2 - 0,05 g i.a. L-1, T3 - 0,10 i.a. g L-1, T4 - 0,20 g i.a. L-1. Como fonte de piraclostrobina foi utilizado o fungicida Comet® (250 g i.a L-1). As plantas receberam duas aplicações nas referidas doses, a primeira aos 30 dias após a emergência e a segunda cinco dias após. Constatou-se que as diferentes concentrações de piraclostrobina ocasionaram respostas fisiológicas diferentes às plantas ao longo do experimento. Observou-se efeitos positivos nos índices de performance fotossintética nas plantas que receberam a piraclostrobina e as taxas assimilatórias líquidas aumentaram respectivamente com o aumento das concentrações. Por outro lado apenas concentração 0,1 g i.a. L-1 demonstrou correlação positiva nos índices de clorofila. O segundo experimento consistiu em testar a eficiência da aplicação de piraclostrobina na superação do estresse hipóxico causado pelo alagamento. Para tal foram avaliados os índices de fluorescência transiente da clorofila, trocas gasosas e parâmetros biométricos. Este ensaio foi constituído por quatro tratamentos nas seguintes condições: T1- normóxia sem piraclostrobina; T2- normóxia com piraclostrobina (0,1 g i.a. L-1); T3- hipóxia sem piraclostrobina e T4- hipóxia com piraclostrobina (0,1 g i.a. L-1). Os resultados demostram que a condição de hipóxia reduziu o crescimento das plantas, proporcionado também uma serie de outros efeitos fisiológicos negativos que prejudicaram o fluxo de elétrons na cadeia transportadora de elétrons cloroplastídica e também as trocas gasosas às plantas jovens de Jatropha curcas L.. Contudo, a aplicação de piraclostrobina causou menor redução dos índices de clorofila e biomassa e também proporcionou atraso dos efeitos negativos do estresse na cadeia transportadora de elétrons cloroplastídica. Diante do exposto pode-se dizer que os processos fisiológicos da Jatropha curcas L. respondem diferentemente as concentrações de piraclostrobina ao longo do tempo. Assim sendo, os resultados deste experimento podem fundamentar futuros estudos na utilização da piraclostrobina como uma alternativa a superação de estresses abióticos. |
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(pinhão manso) oriundas do município de Janaúba- MG. A semeadura foi realizada em vasos plásticos com capacidade de 5 L, dispostos em espaçamento 50 x 50 cm, contendo uma mistura de solo com areia (proporção 2:1). O primeiro experimento consistiu em testar a influência da piraclostrobina sobre a fluorescência transiente da clorofila, trocas gasosas, curvas de resposta fotossintética, atividade da enzima redutase do nitrato e níveis de nitrogênio foliar. Para isso foram instalados quatro tratamentos com piraclostrobina com as seguintes quantidade de ingrediente ativo (i.a.) por litro de calda: T1 – 0 g i.a. L-1, T2 - 0,05 g i.a. L-1, T3 - 0,10 i.a. g L-1, T4 - 0,20 g i.a. L-1. Como fonte de piraclostrobina foi utilizado o fungicida Comet® (250 g i.a L-1). As plantas receberam duas aplicações nas referidas doses, a primeira aos 30 dias após a emergência e a segunda cinco dias após. Constatou-se que as diferentes concentrações de piraclostrobina ocasionaram respostas fisiológicas diferentes às plantas ao longo do experimento. Observou-se efeitos positivos nos índices de performance fotossintética nas plantas que receberam a piraclostrobina e as taxas assimilatórias líquidas aumentaram respectivamente com o aumento das concentrações. Por outro lado apenas concentração 0,1 g i.a. L-1 demonstrou correlação positiva nos índices de clorofila. O segundo experimento consistiu em testar a eficiência da aplicação de piraclostrobina na superação do estresse hipóxico causado pelo alagamento. Para tal foram avaliados os índices de fluorescência transiente da clorofila, trocas gasosas e parâmetros biométricos. Este ensaio foi constituído por quatro tratamentos nas seguintes condições: T1- normóxia sem piraclostrobina; T2- normóxia com piraclostrobina (0,1 g i.a. L-1); T3- hipóxia sem piraclostrobina e T4- hipóxia com piraclostrobina (0,1 g i.a. L-1). Os resultados demostram que a condição de hipóxia reduziu o crescimento das plantas, proporcionado também uma serie de outros efeitos fisiológicos negativos que prejudicaram o fluxo de elétrons na cadeia transportadora de elétrons cloroplastídica e também as trocas gasosas às plantas jovens de Jatropha curcas L.. Contudo, a aplicação de piraclostrobina causou menor redução dos índices de clorofila e biomassa e também proporcionou atraso dos efeitos negativos do estresse na cadeia transportadora de elétrons cloroplastídica. Diante do exposto pode-se dizer que os processos fisiológicos da Jatropha curcas L. respondem diferentemente as concentrações de piraclostrobina ao longo do tempo. Assim sendo, os resultados deste experimento podem fundamentar futuros estudos na utilização da piraclostrobina como uma alternativa a superação de estresses abióticos.The research was conducted in two experiments in order to verify the application of pyraclostrobin effect in mitigating the stress caused by flooding in young plants of Jatropha curcas L. (physic nut ). Both experiments were conducted at Federal University of Pelotas, Campus Capão do Leão, City Capão do Leão, RS. Jatropha curcas L. seeds were used originated in the city of Janaúba- MG. The seeds were sown in plastic pots with 5 L capacity, arranged in spaced 50 x 50 cm, containing a soil mixture with sand (proportion 2: 1). The first experiment is to test the influence of pyraclostrobin on transient chlorophyll fluorescence, gas exchange, photosynthetic response curves reductase activity of the enzyme nitrate and leaf nitrogen levels. To this were four treatments with pyraclostrobin at the following amount of active ingredient (ai) per liter of water: T1 – 0 g i.a. L-1, T2 - 0,05 g i.a. L-1, T3 - 0,10 i.a. g L-1, T4 - 0,20 g i.a. L-1. As pyraclostrobin source was used COMET® fungicide (250 g ai L-1). Plants take two applications in these doses, the first at 30 days after emergence and the second five days. It was found that the different concentrations of pyraclostrobin caused different physiological responses to plants throughout the experiment. We observed positive effects on rates of photosynthetic performance on plants supplied pyraclostrobin and net assimilatory rates increased respectively with increasing concentrations. In contrast, only concentration 0.1 g ai L-1 showed a positive correlation chlorophyll indices. The second experiment is to test the pyraclostrobin application efficiency in overcoming the hypoxic stress caused by flooding. To this end we evaluated the transient fluorescence of chlorophyll indices, gas exchange and biometric parameters. This test consisted of four treatments as follows: T1 normoxia without pyraclostrobin; T2 normoxia with pyraclostrobin (0.1 g ai L-1); T3-T4 hypoxia without pyraclostrobin and hypoxia with pyraclostrobin (0.1 g ai L-1). The results demonstrate that hypoxia condition reduces plant growth, also provided a number of other negative physiological effects that hindered the flow of electrons in the electron transport chain cloroplastídica and also gas exchange in young plants of Jatropha curcas L .. However, the application of pyraclostrobin caused less reduction in chlorophyll contents and biomass and also caused a delay of the negative effects of stress on the conveyor chain cloroplastídica electrons. Given the above it can be said that the physiological processes of Jatropha curcas L. respond differently to pyraclostrobin concentrations over time. Therefore, the results of this experiment can support future studies on the use of pyraclostrobin as an alternative to overcome abiotic stresses.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul - FAPERGSporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Fisiologia VegetalUFPelBrasilInstituto de BiologiaCNPQ::CIENCIAS BIOLOGICAS::BOTANICA::FISIOLOGIA VEGETALFisiologia vegetalJatropha curcas L.PiraclostrobinaHipóxiaFluorescência da clorofilaPinhão mansoPyraclostrobinChlorophyll fluorescenceGas exchangePhysic nutRespostas fisiológicas em plantas jovens de Jatropha curcas l. submetidas à estrobilurina e alagamentoPhysiological responses in young plants of Jatropha curcas l. submitted to strobilurin and floodinginfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELTEXTtese_anderson_augusto_schock.pdf.txttese_anderson_augusto_schock.pdf.txtExtracted texttext/plain129937http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/3538/6/tese_anderson_augusto_schock.pdf.txte9e4985a24acd9836ee0cc0b34b3e361MD56open accessTHUMBNAILtese_anderson_augusto_schock.pdf.jpgtese_anderson_augusto_schock.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1204http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/3538/7/tese_anderson_augusto_schock.pdf.jpgdc12df320a3e3c4efe4fd261c8d2f00fMD57open accessORIGINALtese_anderson_augusto_schock.pdftese_anderson_augusto_schock.pdfapplication/pdf1520871http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/3538/1/tese_anderson_augusto_schock.pdf3832517fddb50738dca235fa9b7cbf2eMD51open accessCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL) |
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