Ácido indolbutírico no enraizamento de estacas de oliveira coletadas em diferentes épocas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Massaut Segundo, Jai Bezerra
Orientador(a): Farias, Paulo Celso de Mello
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Agronomia
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13638
Resumo: A estaquia é um método de propagação muito utilizado nas frutíferas. Sua viabilidade depende da capacidade de formação de raízes adventícias de cada espécie, contudo, é necessário estudar as diferentes características desse processo como sobrevivência, enraizamento, formação de calos, número de raízes, comprimento de raízes e comprimento da maior raíz. No presente trabalho objetivou-se avaliar a resposta propagativa de estacas de oliveira coletadas em diferentes épocas do ano, sob tratamentos com diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB) dentro de cada época padronizadas para coincidir com as quatro estações do ano. As cultivares utilizadas foram ‘Arbequina’, ‘Coratina’ e ‘Picual’ e as concentrações de AIB foram 0 mg.L-1, 1.000 mg.L-1, 2.000 mg.L-1, 3.000 mg.L-1. Foram coletados ramos da porção mediana das plantas matrizes localizadas no campo experimental da Palma, no município do Capão do Leão-RS, e preparadas as estacas com, aproximadamente, 12 cm de comprimento, mantendo na região apical quatro folhas. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 4 x 4 x 4 (três cultivares, quatro épocas, quatro concentrações de AIB com quatro repetições) utilizando 12 unidades amostrais. O experimento foi conduzido em casa de vegetação e as avaliações foram realizadas 120 dias após a estaquia de cada época de coleta. Observou-se nas condições do presente trabalho que há variação entre as épocas de coleta e os tratamentos de AIB nas estacas de oliveira. Os estudos correspondentes aos tratamentos realizados nas épocas de estaquia destacaram o inverno e o outono pelos maiores índices de sobrevivência, enraizamento, formação de calos e número de raízes, com exceção da cultivar Arbequina que teve maior número de raízes na primavera. As épocas da primavera e verão, tiveram os melhores índices de comprimento de raízes e comprimento da maior raíz, dentro dos tratamentos estudados. Com relação aos tratamentos de AIB, observou-se que concentrações em torno de 2.000 mg.L-1 foram suficientes para promover melhores resultados para as variáveis estudadas.
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spelling 2024-07-30T18:37:24Z2024-07-302024-07-30T18:37:24Z2022-05-27MASSAUT SEGUNDO, Jai Bezerra.. Ácido indolbutírico no enraizamento de estacas de oliveira coletadas em diferentes épocas. 2022. 78 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia) - Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2022.http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13638A estaquia é um método de propagação muito utilizado nas frutíferas. Sua viabilidade depende da capacidade de formação de raízes adventícias de cada espécie, contudo, é necessário estudar as diferentes características desse processo como sobrevivência, enraizamento, formação de calos, número de raízes, comprimento de raízes e comprimento da maior raíz. No presente trabalho objetivou-se avaliar a resposta propagativa de estacas de oliveira coletadas em diferentes épocas do ano, sob tratamentos com diferentes concentrações de ácido indolbutírico (AIB) dentro de cada época padronizadas para coincidir com as quatro estações do ano. As cultivares utilizadas foram ‘Arbequina’, ‘Coratina’ e ‘Picual’ e as concentrações de AIB foram 0 mg.L-1, 1.000 mg.L-1, 2.000 mg.L-1, 3.000 mg.L-1. Foram coletados ramos da porção mediana das plantas matrizes localizadas no campo experimental da Palma, no município do Capão do Leão-RS, e preparadas as estacas com, aproximadamente, 12 cm de comprimento, mantendo na região apical quatro folhas. O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial 3 x 4 x 4 x 4 (três cultivares, quatro épocas, quatro concentrações de AIB com quatro repetições) utilizando 12 unidades amostrais. O experimento foi conduzido em casa de vegetação e as avaliações foram realizadas 120 dias após a estaquia de cada época de coleta. Observou-se nas condições do presente trabalho que há variação entre as épocas de coleta e os tratamentos de AIB nas estacas de oliveira. Os estudos correspondentes aos tratamentos realizados nas épocas de estaquia destacaram o inverno e o outono pelos maiores índices de sobrevivência, enraizamento, formação de calos e número de raízes, com exceção da cultivar Arbequina que teve maior número de raízes na primavera. As épocas da primavera e verão, tiveram os melhores índices de comprimento de raízes e comprimento da maior raíz, dentro dos tratamentos estudados. Com relação aos tratamentos de AIB, observou-se que concentrações em torno de 2.000 mg.L-1 foram suficientes para promover melhores resultados para as variáveis estudadas.Cutting is a propagation method widely used in fruit trees. Its viability depends on the ability of each species to form adventitious roots, however, it is necessary to study the different characteristics of this process. The present work aimed to evaluate the propagative response of olive cuttings collected at different times of the year, under treatments with different concentrations of indolebutyric acid (IBA) within each season standardized to coincide with the four seasons of the year. The cultivars used were 'Arbequina', 'Coratina' and 'Picual' and the AIB concentrations were 0 mg.L- 1, 1,000 mg.L-1, 2,000 mg.L-1, 3,000 mg.L-1. Branches were collected from the middle portion of the parent plants located in the experimental field of Palma, in the municipality of Capão do Leão-RS, and cuttings with approximately 12 cm in length were prepared, keeping four leaves in the apical region. The design used was completely randomized, in a 3 x 4 x 4 x 4 factorial scheme (three cultivars, four seasons, four concentrations of IBA with four replications) using 12 sampling units. The experiment was carried out in a greenhouse and the evaluations were carried out 120 days after the cutting of each collection period. It was observed in the conditions of the present work that there is variation between the times of collection and the treatments of IBA in the olive tree cuttings. Treatments corresponding to the collections carried out, regardless of the cultivar, winter and autumn had the best survival and rooting rates. Regarding the treatment of AIB, it was observed that the concentration of 2,000 mg.L-1 was sufficient to promote survival and rooting.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em AgronomiaUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS AGRARIASAGRONOMIAREPRODUCAO VEGETALOlea europaea L.OutonoPrimaveraVerãoInvernoPropagaçãoAutumnSpringSummerWinterPropagationÁcido indolbutírico no enraizamento de estacas de oliveira coletadas em diferentes épocasIndolebutyric acid in the rooting of olive tree cuttings at different timesinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/3964424085144464https://orcid.org/0000-0002-6519-4972http://lattes.cnpq.br/2028783548387719Costa, Vagner Brasilhttp://lattes.cnpq.br/3341925199997052Pasa, Mateus da Silveirahttp://lattes.cnpq.br/8237697446523422Farias, Paulo Celso de MelloMassaut Segundo, Jai Bezerrareponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALdissertacao_jai_segundo.pdfdissertacao_jai_segundo.pdfapplication/pdf2489941http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13638/1/dissertacao_jai_segundo.pdfc2ef518c7b2b08525b3075d7e772832fMD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-867http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13638/2/license.txtfbd6c74465857056e3ca572d7586661bMD52open accessTEXTdissertacao_jai_segundo.pdf.txtdissertacao_jai_segundo.pdf.txtExtracted texttext/plain139025http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13638/3/dissertacao_jai_segundo.pdf.txt823cf6e9fc35affacbfed624cfab6557MD53open accessTHUMBNAILdissertacao_jai_segundo.pdf.jpgdissertacao_jai_segundo.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1243http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/13638/4/dissertacao_jai_segundo.pdf.jpgf7014805e392c462fa7a2d37ecb816edMD54open accessprefix/136382024-07-31 03:01:40.938open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/13638VG9kb3Mgb3MgaXRlbnMgZGVzc2EgY29tdW5pZGFkZSBzZWd1ZW0gYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zLg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2024-07-31T06:01:40Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false
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