Reserva de ferro reduzida em crianças com Transtorno do Espectro Autista
| Ano de defesa: | 2019 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Alimentos
|
| Departamento: |
Faculdade de Nutrição
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| País: |
Brasil
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Área do conhecimento CNPq: | |
| Link de acesso: | http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7600 |
Resumo: | A deficiência de ferro pode ser determinada pelos estágios de depleção, deficiência de ferro e anemia. A hemoglobina (Hb) é utilizada para estabelecer o diagnóstico de anemia, já a concentração sérica de ferritina é utilizada para estimar o conteúdo de ferro armazenado. A depleção de ferro é indicada por valores abaixo de 12μg.L-1 em crianças menores de 5 anos e abaixo de 15μg.L- 1 para crianças entre 5 e 12 anos. Entretanto, a ferritina deveria ficar acima de 30 μg.L-1 uma vez que valor abaixo de 15μg.L-1 indica presença de repercussões fisiológicas, em especial no encéfalo. Sabe-se que na população pediátrica em geral a deficiência de ferro é muito frequente, porém é ainda mais comum em transtornos do desenvolvimento infantil, como o Transtorno do espectro autista (TEA). O objetivo do estudo foi investigar a concentração sérica de ferritina em crianças e adolescentes com TEA. Foi realizado estudo transversal, com crianças e adolescentes entre 3 e 18 anos de idade, diagnosticados com TEA. Foram excluídos aqueles com diagnóstico de neuropatias e cardiopatia congênita, em uso de suplementos e que não realizaram a coleta de sangue. Foram avaliados 57 participantes entre 3 a 18 anos de idade. Foi realizada antropometria e os responsáveis responderam a um questionário padronizado sobre características sociodemográficas e dados clínicos. As variáveis analisadas foram escolaridade materna (anos); idade da criança/adolescentes (anos); sexo (masculino e feminino), cor da pele (branca 10 e não branca), índice de massa corporal (IMC) em escore-z para idade, uso de antipsicóticos (sim ou não). As variáveis de desfecho foram ferritina ng.ml-1 e Hb g.dl-1. Considerou-se anemia valores de Hb abaixo de 11,5 g.dL-1 para crianças de 2 a 12 anos e abaixo 12,0 g.dL-1 para maiores de 12 anos. Foi considerada reserva de ferro reduzida uma concentração de ferritina abaixo de 30 ng.mL-1. Quanto as análises de exposição em relação ao desfecho, a comparação entre duas ou três categorias foi realizada com testes não paramétricos. A associação independente entre cada faixa etária do estudo e a concentração de ferritina e de Hb foi testada usando análise de regressão linear ajustada. As variáveis de ajuste foram escolaridade da mãe, idade, sexo, cor da pele, uso de antipiscóticos e excesso de peso. Considerou-se diferença estatística significativa p<0,05. A média de idade foi 8,5±3,1 anos, a maioria do sexo masculino, de cor branca, com uso de antipsicótico e excesso de peso. A escolaridade materna foi igual ou superior a 9 anos (63,2%), a prevalência de reserva de ferro reduzida e anemia foi de 21,1% e 7,0%, respectivamente. A análise ajustada indicou que 17% da concentração sérica de ferritina foi atribuída a escolaridade materna e a idade. A reserva de ferro foi menor entre crianças com idade ≤ 5 anos, quando comparada aquelas com idade acima de 5 anos. Conclui-se que a reserva de ferro foi reduzida em crianças do espectro autista na faixa etária ≤5 anos de idade, apesar da ausência de anemia. |
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2021-05-29T00:58:40Z2021-05-29T00:58:40Z2019-09-11MONK, Giliane Fraga. Reserva de ferro reduzida em crianças com transtorno do espectro autista. 2019. 107 f. Dissertação (Mestrado) - Programa de Pós-Graduação em Nutrição e Alimentos, Faculdade de Nutrição, Universidade Federal de Pelotas, Pelotas, 2019.http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/7600A deficiência de ferro pode ser determinada pelos estágios de depleção, deficiência de ferro e anemia. A hemoglobina (Hb) é utilizada para estabelecer o diagnóstico de anemia, já a concentração sérica de ferritina é utilizada para estimar o conteúdo de ferro armazenado. A depleção de ferro é indicada por valores abaixo de 12μg.L-1 em crianças menores de 5 anos e abaixo de 15μg.L- 1 para crianças entre 5 e 12 anos. Entretanto, a ferritina deveria ficar acima de 30 μg.L-1 uma vez que valor abaixo de 15μg.L-1 indica presença de repercussões fisiológicas, em especial no encéfalo. Sabe-se que na população pediátrica em geral a deficiência de ferro é muito frequente, porém é ainda mais comum em transtornos do desenvolvimento infantil, como o Transtorno do espectro autista (TEA). O objetivo do estudo foi investigar a concentração sérica de ferritina em crianças e adolescentes com TEA. Foi realizado estudo transversal, com crianças e adolescentes entre 3 e 18 anos de idade, diagnosticados com TEA. Foram excluídos aqueles com diagnóstico de neuropatias e cardiopatia congênita, em uso de suplementos e que não realizaram a coleta de sangue. Foram avaliados 57 participantes entre 3 a 18 anos de idade. Foi realizada antropometria e os responsáveis responderam a um questionário padronizado sobre características sociodemográficas e dados clínicos. As variáveis analisadas foram escolaridade materna (anos); idade da criança/adolescentes (anos); sexo (masculino e feminino), cor da pele (branca 10 e não branca), índice de massa corporal (IMC) em escore-z para idade, uso de antipsicóticos (sim ou não). As variáveis de desfecho foram ferritina ng.ml-1 e Hb g.dl-1. Considerou-se anemia valores de Hb abaixo de 11,5 g.dL-1 para crianças de 2 a 12 anos e abaixo 12,0 g.dL-1 para maiores de 12 anos. Foi considerada reserva de ferro reduzida uma concentração de ferritina abaixo de 30 ng.mL-1. Quanto as análises de exposição em relação ao desfecho, a comparação entre duas ou três categorias foi realizada com testes não paramétricos. A associação independente entre cada faixa etária do estudo e a concentração de ferritina e de Hb foi testada usando análise de regressão linear ajustada. As variáveis de ajuste foram escolaridade da mãe, idade, sexo, cor da pele, uso de antipiscóticos e excesso de peso. 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Iron depletion is indicated by values below 12μg.L-1 in children under 5 years and below 15μg.L-1 for children between 5 and 12 years. However, ferritin should be above 30 μg.L-1 since values below 15 μg.L-1 indicate the presence of physiological repercussions, especially in the brain. In the general pediatric population, iron deficiency is known to be very common, but is even more common in childhood developmental disorders, such as Autistic Spectrum Disorder (ASD). The aim of the study was to investigate serum ferritin concentration in children and adolescents with ASD. A cross-sectional study was conducted with children and adolescents between 3 and 18 years of age diagnosed with ASD. Those diagnosed with neuropathies and congenital heart disease, taking supplements, and who did not collect blood were excluded. Fifty-seven participants between 3 and 18 years old were evaluated. Anthropometry was performed and those responsible answered a standardized questionnaire on sociodemographic characteristics and clinical data. The variables analyzed were maternal education (years); age of child / adolescents (years); gender (male and female), skin color (white and non-white), body mass index (BMI) in z-score for age, antipsychotic use (yes or no). The outcome variables were ferritin ng.ml-1 and Hb g.dl-1. Hb values below 11.5 g.dL-1 for children aged 2 to 12 years and below 12.0 g.dL-1 for those older than 12 years were considered anemia. A reduced iron reserve was considered to be a ferritin concentration below 30 ng.mL-1. Regarding exposure analyzes in relation to the outcome, the comparison between two or three categories was performed with nonparametric tests. The independent association between each study age group and ferritin and Hb concentration was tested using adjusted linear regression analysis. Adjustment variables were mother's education, age, gender, skin color, use of antipiscotics and overweight. We considered a statistically significant difference p <0.05. The average age was 8.5 ± 3.1 years, most of them white, with antipsychotic and overweight. Maternal education was 9 years or older (63.2%), the prevalence of reduced iron stores and anemia was 21.1% and 7.0%, respectively. Adjusted analysis indicated that 17% of serum ferritin concentration was attributed to maternal education and age. Iron stores were lower among children ≤ 5 years old when compared to children over 5 years old. It was concluded that iron stores were reduced in children with autism spectrum aged ≤5 years, despite the absence of anemia.Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPqCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Nutrição e AlimentosUFPelBrasilFaculdade de NutriçãoCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::NUTRICAONutriçãoTranstorno do Espectro Autista (TEA)FerritinasHemoglobinasAutistic spectrum disorderFerritinsHemoglobinsIron deficiencyReserva de ferro reduzida em crianças com Transtorno do Espectro AutistaReduced iron stores in children with autism spectrum disorderinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/0172105001356166http://lattes.cnpq.br/3126369067313569Vaz, Juliana dos Santoshttp://lattes.cnpq.br/5991995630527653Valle, Sandra CostaMonk, Giliane Fragainfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELTEXTDissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf.txtDissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf.txtExtracted texttext/plain148391http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/7600/6/Dissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf.txt594e99d9309e7d19fea44e47cd10cf3eMD56open accessTHUMBNAILDissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf.jpgDissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1196http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/7600/7/Dissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf.jpg66ba71886b092afce0624a107c8d9b1dMD57open accessORIGINALDissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdfDissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdfapplication/pdf2124718http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/7600/1/Dissertacao_Giliane_Fraga_Monk.pdf443dd47292db6736b0de117164c6807fMD51open accessCC-LICENSElicense_urllicense_urltext/plain; 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