Ecofisiologia de produção forragem de azevém cv. BRS Integração sob diferentes intensidades de desfolhas em diferentes momentos fenológicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Huanca, Victor Choque
Orientador(a): Pedroso, Carlos Eduardo da Silva
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pelotas
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Sistemas de Produção Agrícola Familiar
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/15906
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar respostas morfofisiológicas de uma cultivar precoce (BRS Integração) de azevém anual (Lolium multiflorum Lam.) submetida a diferentes intensidades de desfolhas em diferentes momentos fenológicos da cultura. O experimento foi conduzido na Estação Experimental Terras Baixas da Embrapa Clima Temperado (31°80’S e 52°40’W), no município de Capão do Leão/RS. As intensidades de desfolhas foram ao 0% (rente ao solo), 25% e 50% da altura das plantas no momento pré-desfolha, as quais foram manejadas com única frequência de desfolha, tempo necessário para a expansão de duas folhas (2F). Os 4 momentos fenológicos foram resultantes do 1º; 2º; 3º e 4º rebrote. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso em esquema fatorial 3x4 (3 intensidades x 4 momentos) com 3 repetições. Os dados foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05). Por ocasião do 1º rebrote houve adequada estrutura e elevada colheita de lâminas vivas na desfolha menos intensa (50% da altura da planta). A desfolha mais intensa (rente ao solo) propiciou maior colheita de forragem apenas por ocasião do 1º corte, porém a proteína bruta e a estrutura foram piores. No 2º rebrote não houve diferenças quanto a quantidade de forragem colhida. Permaneceu a alta proporção de lâminas vivas colhidas na desfolha menos intensa, porém a estrutura e o valor nutritivo foram melhores na desfolha intermediária. No 3º e 4º rebrotes a melhor estrutura e valor nutritivo ocorreram em desfolhas mais intensas (0% e 25%); especialmente pelo maior controle do alongamento dos entrenós. Todavia, entre as mais intensas, a desfolha intermediária possibilitou maior colheita de forragem, pois houve menor morte de menos perfilhos em relação a desfolha mais intensa (rente ao solo). A desfolha intermediária também apresentou maior colheita de forragem em comparação a desfolha menos intensa (50%). Deste modo a intensidade intermediária de desfolha determina as melhores respostas morfofisiológicas, sob o aspecto forrageiro, do azevém anual de ciclo precoce, pois propicia de forma concomitante, alta quantidade de forragem colhida de alto valor proteico nos diferentes momentos de desfolha.
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As intensidades de desfolhas foram ao 0% (rente ao solo), 25% e 50% da altura das plantas no momento pré-desfolha, as quais foram manejadas com única frequência de desfolha, tempo necessário para a expansão de duas folhas (2F). Os 4 momentos fenológicos foram resultantes do 1º; 2º; 3º e 4º rebrote. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso em esquema fatorial 3x4 (3 intensidades x 4 momentos) com 3 repetições. Os dados foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p<0,05). Por ocasião do 1º rebrote houve adequada estrutura e elevada colheita de lâminas vivas na desfolha menos intensa (50% da altura da planta). A desfolha mais intensa (rente ao solo) propiciou maior colheita de forragem apenas por ocasião do 1º corte, porém a proteína bruta e a estrutura foram piores. No 2º rebrote não houve diferenças quanto a quantidade de forragem colhida. Permaneceu a alta proporção de lâminas vivas colhidas na desfolha menos intensa, porém a estrutura e o valor nutritivo foram melhores na desfolha intermediária. No 3º e 4º rebrotes a melhor estrutura e valor nutritivo ocorreram em desfolhas mais intensas (0% e 25%); especialmente pelo maior controle do alongamento dos entrenós. Todavia, entre as mais intensas, a desfolha intermediária possibilitou maior colheita de forragem, pois houve menor morte de menos perfilhos em relação a desfolha mais intensa (rente ao solo). A desfolha intermediária também apresentou maior colheita de forragem em comparação a desfolha menos intensa (50%). Deste modo a intensidade intermediária de desfolha determina as melhores respostas morfofisiológicas, sob o aspecto forrageiro, do azevém anual de ciclo precoce, pois propicia de forma concomitante, alta quantidade de forragem colhida de alto valor proteico nos diferentes momentos de desfolha.The objective of this study was to evaluate the morphophysiological responses of an early cultivar (BRS Integração) of annual ryegrass (Lolium multiflorum Lam.) subjected to different defoliation intensities at different phenological moments of the crop. The experiment was conducted at the Terras Baixas Experimental Station of Embrapa Clima Temperado (31°80’S and 52°40’W), in the municipality of Capão do Leão/RS. The defoliation intensities were 0% (close to the ground), 25% and 50% of the plant height at the pre-defoliation moment, which were managed with a single defoliation frequency, the time required for the expansion of two leaves (2F). The 4 phenological moments resulted from the 1st; 2nd; 3rd and 4th regrowth. The experimental design was randomized blocks in a 3x4 factorial scheme (3 intensities x 4 moments) with 3 replications. The data were subjected to analysis of variance and the means were compared by Tukey's test (p<0.05). At the time of the first regrowth, there was adequate structure and high harvest of live blades in the less intense defoliation (50% of the plant height). The more intense defoliation (close to the ground) provided a higher forage harvest only at the time of the first cut, but the crude protein and structure were worse. In the second regrowth, there were no differences in the amount of forage harvested. The high proportion of live blades harvested in the less intense defoliation remained, but the structure and nutritional value were better in the intermediate defoliation. In the third and fourth regrowths, the best structure and nutritional value occurred in more intense defoliations (0% and 25%); especially due to the greater control of internode elongation. However, among the most intense, intermediate defoliation allowed for a greater forage harvest, since there was less death of fewer tillers in relation to the most intense defoliation (close to the ground). Intermediate defoliation also presented a greater forage harvest in comparison to the least intense defoliation (50%). Thus, the intermediate defoliation intensity determines the best morphophysiological responses, from the forage aspect, of the early cycle annual ryegrass, since it concomitantly provides a high quantity of harvested forage with high protein value at the different defoliation moments.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESporUniversidade Federal de PelotasPrograma de Pós-Graduação em Sistemas de Produção Agrícola FamiliarUFPelBrasilCC BY-NC-SAinfo:eu-repo/semantics/openAccessCIENCIAS AGRARIASAGRONOMIAAzevémLolium multiflorum (Lam.)CorteMomentos fenológicosRebrotesDesfolhasEcofisiologia de produção forragem de azevém cv. BRS Integração sob diferentes intensidades de desfolhas em diferentes momentos fenológicosEcophysiology of forage production of ryegrass cv BRS Integration under different defoliation intensities at different phenological momentsinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesishttp://lattes.cnpq.br/2592775902034803https://orcid.org/0000-0003-3253-6152http://lattes.cnpq.br/9016260141552163Pedroso, Carlos Eduardo da SilvaHuanca, Victor Choquereponame:Repositório Institucional da UFPel - Guaiacainstname:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)instacron:UFPELORIGINALdissertacao_victor_choque_huanca.pdfdissertacao_victor_choque_huanca.pdfapplication/pdf596858http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/15906/1/dissertacao_victor_choque_huanca.pdf95900ce2c9c919e8be8e0e2a82cb4fc1MD51open accessLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-867http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/15906/2/license.txtfbd6c74465857056e3ca572d7586661bMD52open accessTEXTdissertacao_victor_choque_huanca.pdf.txtdissertacao_victor_choque_huanca.pdf.txtExtracted texttext/plain96907http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/15906/3/dissertacao_victor_choque_huanca.pdf.txt19f90dc8f98d30ecacf3ea1ad5bdde6bMD53open accessTHUMBNAILdissertacao_victor_choque_huanca.pdf.jpgdissertacao_victor_choque_huanca.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1209http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/bitstream/prefix/15906/4/dissertacao_victor_choque_huanca.pdf.jpg2bcf28a7d3a0ddbb76bcc7850c785120MD54open accessprefix/159062025-05-10 03:02:06.953open accessoai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/15906VG9kb3Mgb3MgaXRlbnMgZGVzc2EgY29tdW5pZGFkZSBzZWd1ZW0gYSBsaWNlbsOnYSBDcmVhdGl2ZSBDb21tb25zLg==Repositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufpel.edu.br/oai/requestrippel@ufpel.edu.br || repositorio@ufpel.edu.br || aline.batista@ufpel.edu.bropendoar:2025-05-10T06:02:06Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca - Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)false
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