Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Kamwa, Elis Bernard
Orientador(a): Flemming, Jose Sidney, 1949-
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/1884/28787
Resumo: Resumo: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o desempenho zootécnico e a viabilidade econômica de frangos de corte, utilizando quatro tratamentos diferentes em relação às fontes de proteína. O tratamento Ti tinha farelo de soja como fonte de proteína, enquanto o T2 tinha além do farelo de soja em todas as fases, a farinha de vísceras na fase inicial, e a de penas e vísceras nas fases de crescimento e final. Os suplementos protéicos de T3, em todas as fases, foram o farelo de soja e a farinha de carne e ossos. Por sua vez, o T4 constou de farelo de soja, farinha de carne e ossos, e farinha de penas e vísceras, como fontes de proteína, nas três fases. Foram utilizados 2.800 pintinhos de corte, da linhagem Ross, machos e fêmeas (proporções aproximadamente iguais), com um dia de idade e peso médio de 37,67 g, alojados em 28 boxes. A fim de se garantir a isonomia das condições ambientais, as aves alojadas nos 4 boxes dos cantos não fizeram parte do experimento propriamente dito. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e 6 repetições, sendo 100 aves por unidade experimental. Durante os 46 dias de experimento, as aves tinham livre acesso à ração e à água. Os dados eram coletados diariamente, e/ou semanalmente, para posterior cálculo dos índices zootécnicos e do custo de produção. Os índices zootécnicos foram avaliados através da análise de variância e classificação de médias (teste de TUKEY). Para a variável peso médio aos 21 dias, o tratamento farelo de soja mais farinha de carne e ossos (T3) promoveu o melhor resultado, seguido pelo tratamento que tinha a combinação de farelo de soja, farinha de carne e ossos e farinha de penas e vísceras como fontes protéicas (T4), o tratamento T2 (farelo de soja mais farinha de vísceras) tendo apresentado o 32 melhor resultado, e finalmente aquele com farelo de soja como única fonte (T(). Aos 46 dias, as aves de Ti tiveram o maior peso médio, seguidas pelas do T4, aquelas do T3 e finalmente os animais do T2. Houve diferença estatisticamente significativa (p < 0,10) apenas entre os resultados referentes aos 21 dias, em que T3 foi diferente de T|. Quanto à conversão alimentar aos 21 dias, a classificação do melhor para o menos eficiente foi T3, T4, T2 e Ti, com T3 diferente (p < 0,05) de T|. Na 2~ fase, a ordem foi Ti, T4, T2 e T3, sem diferença estatística entre as médias. Com relação ao índice de eficiência produtiva, na l5 fase, o resultado foi igual ao da conversão alimentar, ao passo que na 2-, registrou-se Tt > T4 > T3 > T2, sem diferença estatística. No consumo de ração, não houve diferença estatística entre os tratamentos, em qualquer das duas fases. Em termos de custo de produção/kg de frango, calculado aos 46 dias, a ordem do mais barato para o mais oneroso foi T4, T2, Tt e T3, com T3 - T4 = R$ 0,045/kg de frango produzido. Aos 21 dias de idade, o tratamento T4 foi o de menor custo e Ti o mais caro.
id UFPR_10c34c67fbeb75461a47590b6da7cfac
oai_identifier_str oai:acervodigital.ufpr.br:1884/28787
network_acronym_str UFPR
network_name_str Repositório Institucional da UFPR
repository_id_str
spelling Kamwa, Elis BernardUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias VeterináriasFlemming, Jose Sidney, 1949-2012-12-04T16:08:01Z2012-12-04T16:08:01Z2012-12-04http://hdl.handle.net/1884/28787Resumo: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o desempenho zootécnico e a viabilidade econômica de frangos de corte, utilizando quatro tratamentos diferentes em relação às fontes de proteína. O tratamento Ti tinha farelo de soja como fonte de proteína, enquanto o T2 tinha além do farelo de soja em todas as fases, a farinha de vísceras na fase inicial, e a de penas e vísceras nas fases de crescimento e final. Os suplementos protéicos de T3, em todas as fases, foram o farelo de soja e a farinha de carne e ossos. Por sua vez, o T4 constou de farelo de soja, farinha de carne e ossos, e farinha de penas e vísceras, como fontes de proteína, nas três fases. Foram utilizados 2.800 pintinhos de corte, da linhagem Ross, machos e fêmeas (proporções aproximadamente iguais), com um dia de idade e peso médio de 37,67 g, alojados em 28 boxes. A fim de se garantir a isonomia das condições ambientais, as aves alojadas nos 4 boxes dos cantos não fizeram parte do experimento propriamente dito. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e 6 repetições, sendo 100 aves por unidade experimental. Durante os 46 dias de experimento, as aves tinham livre acesso à ração e à água. Os dados eram coletados diariamente, e/ou semanalmente, para posterior cálculo dos índices zootécnicos e do custo de produção. Os índices zootécnicos foram avaliados através da análise de variância e classificação de médias (teste de TUKEY). Para a variável peso médio aos 21 dias, o tratamento farelo de soja mais farinha de carne e ossos (T3) promoveu o melhor resultado, seguido pelo tratamento que tinha a combinação de farelo de soja, farinha de carne e ossos e farinha de penas e vísceras como fontes protéicas (T4), o tratamento T2 (farelo de soja mais farinha de vísceras) tendo apresentado o 32 melhor resultado, e finalmente aquele com farelo de soja como única fonte (T(). Aos 46 dias, as aves de Ti tiveram o maior peso médio, seguidas pelas do T4, aquelas do T3 e finalmente os animais do T2. Houve diferença estatisticamente significativa (p < 0,10) apenas entre os resultados referentes aos 21 dias, em que T3 foi diferente de T|. Quanto à conversão alimentar aos 21 dias, a classificação do melhor para o menos eficiente foi T3, T4, T2 e Ti, com T3 diferente (p < 0,05) de T|. Na 2~ fase, a ordem foi Ti, T4, T2 e T3, sem diferença estatística entre as médias. Com relação ao índice de eficiência produtiva, na l5 fase, o resultado foi igual ao da conversão alimentar, ao passo que na 2-, registrou-se Tt > T4 > T3 > T2, sem diferença estatística. No consumo de ração, não houve diferença estatística entre os tratamentos, em qualquer das duas fases. Em termos de custo de produção/kg de frango, calculado aos 46 dias, a ordem do mais barato para o mais oneroso foi T4, T2, Tt e T3, com T3 - T4 = R$ 0,045/kg de frango produzido. Aos 21 dias de idade, o tratamento T4 foi o de menor custo e Ti o mais caro.application/pdfFrango de corte - Alimentação e raçõesNutrição animalTesesUtiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corteinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALD - ELIS BERNARD KAMWA.pdfapplication/pdf2569280https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/1/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf8b01ce0eb1a7f590ea82d3b5fd822d94MD51open accessTEXTD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.txtD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.txtExtracted Texttext/plain71382https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/2/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf.txt86472371f4769a53c8c9cf6a3647d132MD52open accessTHUMBNAILD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.jpgD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1287https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/3/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf.jpg80ca35d5aa000611ff77867bf1e2f759MD53open access1884/287872016-04-08 05:49:54.352open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/28787Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082016-04-08T08:49:54Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false
dc.title.pt_BR.fl_str_mv Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
title Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
spellingShingle Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
Kamwa, Elis Bernard
Frango de corte - Alimentação e rações
Nutrição animal
Teses
title_short Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
title_full Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
title_fullStr Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
title_full_unstemmed Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
title_sort Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
author Kamwa, Elis Bernard
author_facet Kamwa, Elis Bernard
author_role author
dc.contributor.other.pt_BR.fl_str_mv Universidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias Veterinárias
dc.contributor.author.fl_str_mv Kamwa, Elis Bernard
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Flemming, Jose Sidney, 1949-
contributor_str_mv Flemming, Jose Sidney, 1949-
dc.subject.por.fl_str_mv Frango de corte - Alimentação e rações
Nutrição animal
Teses
topic Frango de corte - Alimentação e rações
Nutrição animal
Teses
description Resumo: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o desempenho zootécnico e a viabilidade econômica de frangos de corte, utilizando quatro tratamentos diferentes em relação às fontes de proteína. O tratamento Ti tinha farelo de soja como fonte de proteína, enquanto o T2 tinha além do farelo de soja em todas as fases, a farinha de vísceras na fase inicial, e a de penas e vísceras nas fases de crescimento e final. Os suplementos protéicos de T3, em todas as fases, foram o farelo de soja e a farinha de carne e ossos. Por sua vez, o T4 constou de farelo de soja, farinha de carne e ossos, e farinha de penas e vísceras, como fontes de proteína, nas três fases. Foram utilizados 2.800 pintinhos de corte, da linhagem Ross, machos e fêmeas (proporções aproximadamente iguais), com um dia de idade e peso médio de 37,67 g, alojados em 28 boxes. A fim de se garantir a isonomia das condições ambientais, as aves alojadas nos 4 boxes dos cantos não fizeram parte do experimento propriamente dito. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e 6 repetições, sendo 100 aves por unidade experimental. Durante os 46 dias de experimento, as aves tinham livre acesso à ração e à água. Os dados eram coletados diariamente, e/ou semanalmente, para posterior cálculo dos índices zootécnicos e do custo de produção. Os índices zootécnicos foram avaliados através da análise de variância e classificação de médias (teste de TUKEY). Para a variável peso médio aos 21 dias, o tratamento farelo de soja mais farinha de carne e ossos (T3) promoveu o melhor resultado, seguido pelo tratamento que tinha a combinação de farelo de soja, farinha de carne e ossos e farinha de penas e vísceras como fontes protéicas (T4), o tratamento T2 (farelo de soja mais farinha de vísceras) tendo apresentado o 32 melhor resultado, e finalmente aquele com farelo de soja como única fonte (T(). Aos 46 dias, as aves de Ti tiveram o maior peso médio, seguidas pelas do T4, aquelas do T3 e finalmente os animais do T2. Houve diferença estatisticamente significativa (p < 0,10) apenas entre os resultados referentes aos 21 dias, em que T3 foi diferente de T|. Quanto à conversão alimentar aos 21 dias, a classificação do melhor para o menos eficiente foi T3, T4, T2 e Ti, com T3 diferente (p < 0,05) de T|. Na 2~ fase, a ordem foi Ti, T4, T2 e T3, sem diferença estatística entre as médias. Com relação ao índice de eficiência produtiva, na l5 fase, o resultado foi igual ao da conversão alimentar, ao passo que na 2-, registrou-se Tt > T4 > T3 > T2, sem diferença estatística. No consumo de ração, não houve diferença estatística entre os tratamentos, em qualquer das duas fases. Em termos de custo de produção/kg de frango, calculado aos 46 dias, a ordem do mais barato para o mais oneroso foi T4, T2, Tt e T3, com T3 - T4 = R$ 0,045/kg de frango produzido. Aos 21 dias de idade, o tratamento T4 foi o de menor custo e Ti o mais caro.
publishDate 2012
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2012-12-04T16:08:01Z
dc.date.available.fl_str_mv 2012-12-04T16:08:01Z
dc.date.issued.fl_str_mv 2012-12-04
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://hdl.handle.net/1884/28787
url http://hdl.handle.net/1884/28787
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFPR
instname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
instacron:UFPR
instname_str Universidade Federal do Paraná (UFPR)
instacron_str UFPR
institution UFPR
reponame_str Repositório Institucional da UFPR
collection Repositório Institucional da UFPR
bitstream.url.fl_str_mv https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/1/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/2/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf.txt
https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/3/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf.jpg
bitstream.checksum.fl_str_mv 8b01ce0eb1a7f590ea82d3b5fd822d94
86472371f4769a53c8c9cf6a3647d132
80ca35d5aa000611ff77867bf1e2f759
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
MD5
MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)
repository.mail.fl_str_mv informacaodigital@ufpr.br
_version_ 1847526132980645888