Utiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corte
| Ano de defesa: | 2012 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/1884/28787 |
Resumo: | Resumo: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o desempenho zootécnico e a viabilidade econômica de frangos de corte, utilizando quatro tratamentos diferentes em relação às fontes de proteína. O tratamento Ti tinha farelo de soja como fonte de proteína, enquanto o T2 tinha além do farelo de soja em todas as fases, a farinha de vísceras na fase inicial, e a de penas e vísceras nas fases de crescimento e final. Os suplementos protéicos de T3, em todas as fases, foram o farelo de soja e a farinha de carne e ossos. Por sua vez, o T4 constou de farelo de soja, farinha de carne e ossos, e farinha de penas e vísceras, como fontes de proteína, nas três fases. Foram utilizados 2.800 pintinhos de corte, da linhagem Ross, machos e fêmeas (proporções aproximadamente iguais), com um dia de idade e peso médio de 37,67 g, alojados em 28 boxes. A fim de se garantir a isonomia das condições ambientais, as aves alojadas nos 4 boxes dos cantos não fizeram parte do experimento propriamente dito. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e 6 repetições, sendo 100 aves por unidade experimental. Durante os 46 dias de experimento, as aves tinham livre acesso à ração e à água. Os dados eram coletados diariamente, e/ou semanalmente, para posterior cálculo dos índices zootécnicos e do custo de produção. Os índices zootécnicos foram avaliados através da análise de variância e classificação de médias (teste de TUKEY). Para a variável peso médio aos 21 dias, o tratamento farelo de soja mais farinha de carne e ossos (T3) promoveu o melhor resultado, seguido pelo tratamento que tinha a combinação de farelo de soja, farinha de carne e ossos e farinha de penas e vísceras como fontes protéicas (T4), o tratamento T2 (farelo de soja mais farinha de vísceras) tendo apresentado o 32 melhor resultado, e finalmente aquele com farelo de soja como única fonte (T(). Aos 46 dias, as aves de Ti tiveram o maior peso médio, seguidas pelas do T4, aquelas do T3 e finalmente os animais do T2. Houve diferença estatisticamente significativa (p < 0,10) apenas entre os resultados referentes aos 21 dias, em que T3 foi diferente de T|. Quanto à conversão alimentar aos 21 dias, a classificação do melhor para o menos eficiente foi T3, T4, T2 e Ti, com T3 diferente (p < 0,05) de T|. Na 2~ fase, a ordem foi Ti, T4, T2 e T3, sem diferença estatística entre as médias. Com relação ao índice de eficiência produtiva, na l5 fase, o resultado foi igual ao da conversão alimentar, ao passo que na 2-, registrou-se Tt > T4 > T3 > T2, sem diferença estatística. No consumo de ração, não houve diferença estatística entre os tratamentos, em qualquer das duas fases. Em termos de custo de produção/kg de frango, calculado aos 46 dias, a ordem do mais barato para o mais oneroso foi T4, T2, Tt e T3, com T3 - T4 = R$ 0,045/kg de frango produzido. Aos 21 dias de idade, o tratamento T4 foi o de menor custo e Ti o mais caro. |
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Kamwa, Elis BernardUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciencias Agrárias. Programa de Pós-Graduaçao em Ciencias VeterináriasFlemming, Jose Sidney, 1949-2012-12-04T16:08:01Z2012-12-04T16:08:01Z2012-12-04http://hdl.handle.net/1884/28787Resumo: Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o desempenho zootécnico e a viabilidade econômica de frangos de corte, utilizando quatro tratamentos diferentes em relação às fontes de proteína. O tratamento Ti tinha farelo de soja como fonte de proteína, enquanto o T2 tinha além do farelo de soja em todas as fases, a farinha de vísceras na fase inicial, e a de penas e vísceras nas fases de crescimento e final. Os suplementos protéicos de T3, em todas as fases, foram o farelo de soja e a farinha de carne e ossos. Por sua vez, o T4 constou de farelo de soja, farinha de carne e ossos, e farinha de penas e vísceras, como fontes de proteína, nas três fases. Foram utilizados 2.800 pintinhos de corte, da linhagem Ross, machos e fêmeas (proporções aproximadamente iguais), com um dia de idade e peso médio de 37,67 g, alojados em 28 boxes. A fim de se garantir a isonomia das condições ambientais, as aves alojadas nos 4 boxes dos cantos não fizeram parte do experimento propriamente dito. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, com quatro tratamentos e 6 repetições, sendo 100 aves por unidade experimental. Durante os 46 dias de experimento, as aves tinham livre acesso à ração e à água. Os dados eram coletados diariamente, e/ou semanalmente, para posterior cálculo dos índices zootécnicos e do custo de produção. Os índices zootécnicos foram avaliados através da análise de variância e classificação de médias (teste de TUKEY). Para a variável peso médio aos 21 dias, o tratamento farelo de soja mais farinha de carne e ossos (T3) promoveu o melhor resultado, seguido pelo tratamento que tinha a combinação de farelo de soja, farinha de carne e ossos e farinha de penas e vísceras como fontes protéicas (T4), o tratamento T2 (farelo de soja mais farinha de vísceras) tendo apresentado o 32 melhor resultado, e finalmente aquele com farelo de soja como única fonte (T(). Aos 46 dias, as aves de Ti tiveram o maior peso médio, seguidas pelas do T4, aquelas do T3 e finalmente os animais do T2. Houve diferença estatisticamente significativa (p < 0,10) apenas entre os resultados referentes aos 21 dias, em que T3 foi diferente de T|. Quanto à conversão alimentar aos 21 dias, a classificação do melhor para o menos eficiente foi T3, T4, T2 e Ti, com T3 diferente (p < 0,05) de T|. Na 2~ fase, a ordem foi Ti, T4, T2 e T3, sem diferença estatística entre as médias. Com relação ao índice de eficiência produtiva, na l5 fase, o resultado foi igual ao da conversão alimentar, ao passo que na 2-, registrou-se Tt > T4 > T3 > T2, sem diferença estatística. No consumo de ração, não houve diferença estatística entre os tratamentos, em qualquer das duas fases. Em termos de custo de produção/kg de frango, calculado aos 46 dias, a ordem do mais barato para o mais oneroso foi T4, T2, Tt e T3, com T3 - T4 = R$ 0,045/kg de frango produzido. Aos 21 dias de idade, o tratamento T4 foi o de menor custo e Ti o mais caro.application/pdfFrango de corte - Alimentação e raçõesNutrição animalTesesUtiliação de diferentes subprodutos de origem animal na alimentação de frangos de corteinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALD - ELIS BERNARD KAMWA.pdfapplication/pdf2569280https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/1/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf8b01ce0eb1a7f590ea82d3b5fd822d94MD51open accessTEXTD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.txtD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.txtExtracted Texttext/plain71382https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/2/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf.txt86472371f4769a53c8c9cf6a3647d132MD52open accessTHUMBNAILD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.jpgD - ELIS BERNARD KAMWA.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1287https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/28787/3/D%20-%20ELIS%20BERNARD%20KAMWA.pdf.jpg80ca35d5aa000611ff77867bf1e2f759MD53open access1884/287872016-04-08 05:49:54.352open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/28787Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082016-04-08T08:49:54Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false |
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