Unidades Fitoambientais II - uma nova proposta de compartimentação ecológica : Estudo de caso : Estado do Paraná
| Ano de defesa: | 2013 |
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Augustin, Cátia ReginaGalvão, Franklin, 1952-Lopes, Omar FerreiraUniversidade Federal do Paraná. Setor de Ciências Agrárias. Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal2019-01-22T12:31:16Z2019-01-22T12:31:16Z2013https://hdl.handle.net/1884/35228Orientador : Prof. Dr. Franklin GalvãoCo-orientador : Prof. Dr. Omar Ferreira LopesDissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Engenharia Florestal. Defesa: Curitiba, 19/07/2013Inclui referênciasÁrea de concentração : Conservação da naturezaResumo: Conservar a natureza num país megadiverso como o Brasil é uma questão complexa, que exige respostas mais apropriadas que as baseadas em classificações feitas quase que exclusivamente fundamentadas na vegetação. Num mundo cada vez mais impactado pela ação humana, é necessário entender mais a fundo os processos naturais determinantes. Foi buscando este nível de compreensão que surgiram, tendo o Paraná como objeto de estudo, as Unidades Fitoambientais - as UFAs - em sua primeira versão. Estabelecendo critérios mínimos de diferenciação do espaço e de vegetação, foi lançada a ideia de compartimentar a paisagem natural de modo a tornar as ações de preservação mais efetivas. Uma Unidade Fitoambiental - UFA - é uma unidade ecológica onde há correspondência fisiográfica, geológica, de bacia hidrográfica, classe de altitude e formação vegetal original. O conceito de UFA foi criado por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná - UFPR, da Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuária - EMBRAPA e do Instituto Ambiental do Paraná - IAP. As unidades obtidas (171) foram instituídas pela resolução 20/2008 da SEMA - Secretaria Estadual do Meio Ambiente - como instrumento de política pública ambiental, com foco na análise de recuperação da cobertura vegetal e de supressão de vegetação nativa em estágio inicial no estado, mas nunca foram utilizadas. Esta dissertação procurou, a partir das informações atuais, apresentar uma revisão dessa proposta de classificação ecológica - as Unidades Fitoambientas II - UFAs II. Esta segunda versão do conceito de unidades fitoambientais, readequando alguns dos critérios usados na definição original e aprofundando outros, amplia as áreas consideradas minimamente homogêneas, criando um instrumento de análise ambiental de fácil utilização principalmente por gestores públicos. Uma UFA II é um módulo para planejamento de ações ambientais, singular o bastante para se diferenciar das demais unidades, justificando a necessidade de preservação de sua diversidade, e uniforme o suficiente para permitir a busca em seu interior do material genético necessário para obras de recuperação daquela paisagem. Assim como na primeira versão, para análise do arquivo de dados espaciais das UFAs II, utilizou-se o software ArcView GIS. As UFAs II foram constituídas por fusão das unidades da primeira versão, obedecendo-se os seguintes critérios: utilização da fisiografia para a diferenciação de unidades apenas quando agregava dados com repercussão ecológica; questionamento dos limites entre as áreas de Savana, Estepe, Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual, no 2º planalto paranaense; escala utilizada para o estabelecimento das UFAs (1:650.000) e sua repercussão no uso da vegetação como critério de subdivisão das unidades; a possibilidade de ampliação do uso das UFAs e o atual estado de devastação da vegetação no Paraná; e área mínima de 1.000 ha. O trabalho de análise resultou em um conjunto de 81 novas unidades fitoambientais, 81 UFAs II, 90 a menos que a primeira versão. Foram produzidos um mapa geral do estado com as 81 unidades assinaladas e 81 mapas específicos, cada um deles com uma unidade em destaque. Estes últimos foram usados na elaboração de fichas descritivas das unidades, contendo o código que identifica a UFA II, a fisiografia, o grupamento litológico dominante, a textura predominante de solo, a bacia hidrográfica, a classe de altitude, a vegetação original/vegetação original predominante, a área da unidade, a cobertura remanescente, os municípios integrantes, o status de conservação da vegetação e observações. A readequação de alguns dos critérios utilizados na primeira versão das Unidades Fitoambientais - UFAs. - não resultou em perda da qualidade da compartimentação ecológica. Na gestão ambiental do espaço rural, o método UFAs II permite a tomada de decisões a partir do todo e não mais de uma propriedade isolada. Na definição das políticas de desenvolvimento para o estado, as UFAs II, por apontarem as diferenças ambientais, causa e consequência das disparidades entre as regiões, podem nortear as decisões de investimentos segundo a vocação do espaço físico.Abstract: The Phyto Environmental Unit II - PhEU II - A new proposal of ecological subdivision to the Paraná state. Preserve nature in such a diverse country as Brazil is a complex issue, which demands more appropriate answers than the ones provided by classifications based almost exclusively on vegetation. In a world that is constantly impacted by human actions, it's necessary to have a deeper understanding about nature's determinant processes. To reach this level of understanding, Phyto Environmental Units - PhEU - were established using the state of Paraná as object of study. Minimum criteria of space and vegetation differentiation were created to partionate the natural landscape and to direct more effective conservation actions. The Phyto Environmental Unit - PhEU - is an ecological unit which presents physiographic, geologic, hydrographic basin, class of altitude and original vegetation formation correspondence. The concept of PhEU was created by researchers from Federal University of Paraná - UFPR, Brazilian Agricultural Research - EMBRAPA and Environmental Institute of Paraná - IAP. The 171 units obtained were established by Resolution 20/2008 of SEMA - Environmental State Department - as an instrument of environmental public politics, focusing on analysis of vegetation recovery and removal of the State native vegetation at an early stage, but they were never used. This dissertation aimed to refine the PhEU using current information. The second version of PhEU, called PhEU II, adjusted some of these criteria, creating an instrument of environmental analysis easier to use, especially by public managers. The PhEU II is considered a module for environmental action planning, unique enough to differentiate itself from the other units and to justify its diversity preservation, and uniform enough to provide the genetic material required for landscape restoration. The software ArcView GIS were also used for the PhEU II analysis of spatial data files as in the first version. The PhEU II were constituted by merging the units of the first version, obeying the criteria described below. Physiography was used only to differentiate units when they present data with ecological impact since they constitute ecotone areas. Doubts brought up by scientific and historical research regarding Savanna, Steppe, Araucaria Forest and Semideciduous Forest in the Paraná 2nd plateau area limits. The forest information in the PhEU scale (1:650.000) is not sufficiently detailed to allow its use in conservation, restoration or native species propagation works. The possibility of PhEU expanding use and the current state of devastation of Paraná vegetation; and minimum area of 1.000 ha area. The second version of PhEU, developed in this work, resulted in 81 new Phyto Environmental Units (81 PhEU II) instead of 171 obtained in the first version. A general map with the 81 units of the Paraná State and other 81 specific maps, each one with a unit highlighted, were produced. The specific maps were used to prepare units descriptive sheets, which contain the PhEU II code identity, physiography, dominant lithology grouping, predominant soil texture, hydrographic basin, class of altitude, original/ predominant vegetation, total area , remaining coverage covered cities, vegetation conservation status and other observations. The readjustment of some of the criteria used in the first version of the Phyto Environmental Units - PhEU - did not decrease the quality of the ecological partitioning. In the environmental management, the PhEU II method enable decision making from all over and not an isolated property. In policy development for the state, the PhEU II, by pointing environmental differences, cause and consequence of disparities between regions, can guide investment decisions according to the vocation of the physical space.183f. : il. algumas color., mapas, tabs.application/pdfDisponível em formato digitalAnalise ambientalUnidades ambientaisPolitica ambientalVegetação - ClassificaçãoConservação da naturezaTesesUnidades Fitoambientais II - uma nova proposta de compartimentação ecológica : Estudo de caso : Estado do Paranáinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisporreponame:Repositório Institucional da UFPRinstname:Universidade Federal do Paraná (UFPR)instacron:UFPRinfo:eu-repo/semantics/openAccessTHUMBNAILR - D - CATIA REGINA AUGUSTIN.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1160https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35228/1/R%20-%20D%20-%20CATIA%20REGINA%20AUGUSTIN.pdf.jpg993c7f441ffa27451bdd409bfd5847e7MD51open accessTEXTR - D - CATIA REGINA AUGUSTIN.pdf.txtExtracted Texttext/plain352668https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35228/2/R%20-%20D%20-%20CATIA%20REGINA%20AUGUSTIN.pdf.txta578123ccd2923dbd873091850450468MD52open accessORIGINALR - D - CATIA REGINA AUGUSTIN.pdfapplication/pdf15916783https://acervodigital.ufpr.br/bitstream/1884/35228/3/R%20-%20D%20-%20CATIA%20REGINA%20AUGUSTIN.pdfa2ec94425ef3665e618245b3c7482caeMD53open access1884/352282019-01-22 10:31:16.526open accessoai:acervodigital.ufpr.br:1884/35228Repositório InstitucionalPUBhttp://acervodigital.ufpr.br/oai/requestinformacaodigital@ufpr.bropendoar:3082019-01-22T12:31:16Repositório Institucional da UFPR - Universidade Federal do Paraná (UFPR)false |
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