Neovascularização retiniana induzida por injeções intravítreas de Vegf 165
| Ano de defesa: | 2012 |
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Resumo: | Resumo: Objetivos: Desenvolver um modelo animal de neovascularização retiniana através de uma ou duas injeções do fator de crescimento do endotélio vascular (VEGF) 165 na cavidade vítrea de coelhos. Avaliar esse modelo com angiografia fluorescente (AF), tomografia de coerência óptica (OCT) e análise histopatológica. Materais e métodos: Doze coelhos foram divididos em três grupos. Grupo I (n=3) recebeu injeção intra-vítrea de 0.1 mL de solução salina balanceada (grupo controle). Grupo II (n=6) recebeu 10 ?g de VEGF no dia 0; grupo III foi aplicado 10 ?g de VEGF no dia 0 e 7. O acompanhamento (dia 0,3,7,14,21,28) incluiu fotografia colorida do fundo de olho, AF, OCT e exame histopatológico. Os olhos foram removidos e corados com hematoxilina e eosina (HE). Resultados: Os animais do grupo I (controle) não apresentaram alterações no globo ocular durante os 28 dias de acompanhamento. Por outro lado os olhos do grupo II (uma injeção de VEGF) demonstraram após 72 horas da aplicação dilatação e tortuosidade dos capliares retinianos, já a neovascularização foi detectada no dia 7 e regrediu na segunda semana. No grupo III (duas injeções de VEGF) o vazamento dos capilares retinianos e a neovascularização se acentuaram até o dia 14 e ao final do acompanhamento tanto a histologia como o OCT evidenciaram o descolamento de retina tracional. O estudo histopatológico demonstrou um aumento no tamanho do calibre dos vasos tanto do grupo II e III ao se comparar com o controle. Conclusão: Os resultados demonstram um modelo animal eficiente e confiável de neovascularização de retina pela AF, OCT e histopatologia. Uma injeção de angiogênico desenvolve a neovascularização de retina que regride após sete dias, já duas aplicações desenvolvem uma neovascularização mais intensa, que após quatro semanas evolui para o descolamento de retina. |
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