Adequação do horário de administração da antibioticoprofilaxia cirúrgica
| Ano de defesa: | 2011 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/60756 |
Resumo: | Introdução: A profilaxia antimicrobiana cirúrgica tem se demonstrado como uma das mais importantes medidas para redução das infecções de sítio cirúrgico. O momento da administração dessa profilaxia é essencial para atingir concentrações terapêuticas nos tecidos durante o procedimento cirúrgico, condição freqüentemente não observada. O objetivo deste estudo foi caracterizar o lapso de tempo transcorrido entre a profilaxia antimicrobiana e o início da incisão cirúrgica. Métodos: Amostra de procedimentos cirúrgicos eletivos realizados em um hospital geral acompanhada mediante observação direta do momento de administração da antibioticoprofilaxia e da incisão. Resultados: Foram analisados 130 procedimentos. A maioria dos pacientes da amostra era do sexo feminino (64,6%). Em 60% dos procedimentos avaliados, os pacientes internaram no mesmo dia da cirurgia e o antimicrobiano mais utilizado foi cefazolina (91,5%). O antimicrobiano profilático foi administrado com uma mediana de 8 minutos antes da incisão, sendo que em 18 (13,8%) procedimentos foi aplicado num tempo maior que 30 min e em 37 (28,5%), foi administrado após a incisão. Em apenas 13,8% a profilaxia foi administrada conforme o protocolo da instituição. As especialidades cujos procedimentos cirúrgicos apresentaram menor freqüência de adequação do horário de administração foram cirurgias plástica (4,5%), urologia (6,7) e vascular (9,1%). Conclusão: Apesar de consagrada, a administração da profilaxia em tempo adequado ainda permanece longe do ideal no nosso meio. As instituições devem adotar medidas eficazes para minimizar a inadequação desta medida. |
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Stadñik, Claudio Marcel BerdúnKuchenbecker, Ricardo de Souza2012-11-10T01:38:24Z2011http://hdl.handle.net/10183/60756000863153Introdução: A profilaxia antimicrobiana cirúrgica tem se demonstrado como uma das mais importantes medidas para redução das infecções de sítio cirúrgico. O momento da administração dessa profilaxia é essencial para atingir concentrações terapêuticas nos tecidos durante o procedimento cirúrgico, condição freqüentemente não observada. O objetivo deste estudo foi caracterizar o lapso de tempo transcorrido entre a profilaxia antimicrobiana e o início da incisão cirúrgica. Métodos: Amostra de procedimentos cirúrgicos eletivos realizados em um hospital geral acompanhada mediante observação direta do momento de administração da antibioticoprofilaxia e da incisão. Resultados: Foram analisados 130 procedimentos. A maioria dos pacientes da amostra era do sexo feminino (64,6%). Em 60% dos procedimentos avaliados, os pacientes internaram no mesmo dia da cirurgia e o antimicrobiano mais utilizado foi cefazolina (91,5%). O antimicrobiano profilático foi administrado com uma mediana de 8 minutos antes da incisão, sendo que em 18 (13,8%) procedimentos foi aplicado num tempo maior que 30 min e em 37 (28,5%), foi administrado após a incisão. Em apenas 13,8% a profilaxia foi administrada conforme o protocolo da instituição. As especialidades cujos procedimentos cirúrgicos apresentaram menor freqüência de adequação do horário de administração foram cirurgias plástica (4,5%), urologia (6,7) e vascular (9,1%). Conclusão: Apesar de consagrada, a administração da profilaxia em tempo adequado ainda permanece longe do ideal no nosso meio. As instituições devem adotar medidas eficazes para minimizar a inadequação desta medida.Introduction: Antimicrobial surgical prophylaxis has been demonstrated as one of the most important steps to reduce surgical site infections. The timing of administration of prophylaxis is essential to achieve therapeutic concentrations in tissues during the surgical procedure, which is frequently not observed. The aim of this study was to characterize the lapse of time between antimicrobial prophylaxis and beginning of surgical incision. Methods: A sample of elective surgeries performed in a general hospital accompanied by direct observation of the timing of administration of antibiotic prophylaxis and the incision. Results: We analyzed 130 procedures. Most of the patients were female (64.6%). In 60% of the procedures evaluated, patients hospitalized on the same day of surgery and antimicrobial more used was cefazolin (91.5%). The antibiotic prophylaxis was administered with a median of 8 minutes before incision, and in 18 (13.8%) procedures were applied to a time longer than 30 min and 37 (28.5%) was administered after the incision. In only 13.8% prophylaxis was administered according to institutional protocol. Whose specialty surgical procedures had lower rates of appropriateness of administration time were plastic surgery (4.5%), urology (6.7) and vascular (9.1%). Conclusion: Although established, the administration of prophylaxis in a timely manner remains far from ideal in our midst. Institutions should adopt effective measures to minimize the inadequacy of this measure.application/pdfporAntibioticoprofilaxiaComplicações intraoperatóriasSurgical prophylaxisAntibioticsSurgical site infectionAdequação do horário de administração da antibioticoprofilaxia cirúrgicainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de MedicinaPrograma de Pós-Graduação em EpidemiologiaPorto Alegre, BR-RS2011mestradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSORIGINAL000863153.pdf000863153.pdfTexto completoapplication/pdf445314http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/60756/1/000863153.pdf231091b0ccb675c914d6f46a6449bcf9MD51TEXT000863153.pdf.txt000863153.pdf.txtExtracted Texttext/plain131102http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/60756/2/000863153.pdf.txta25ed515e3778a14f8e08e64c0babb68MD52THUMBNAIL000863153.pdf.jpg000863153.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1142http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/60756/3/000863153.pdf.jpgc2d0d4129f292371397d5d27b028d7b0MD5310183/607562018-10-05 09:04:38.3oai:www.lume.ufrgs.br:10183/60756Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2018-10-05T12:04:38Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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