Cidade gris : heterotopias pedestres
| Ano de defesa: | 2016 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Palavras-chave em Inglês: | |
| Link de acesso: | http://hdl.handle.net/10183/158324 |
Resumo: | Esta tese investiga as relações entre cidade e subjetividade no contexto do bio-capitalismo cognitivo. Parte de quatro figuras subjetivas da crise econômica-antropológica (o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado), apontadas por Antonio Negri e Michael Hardt. A partir delas, fabula o tipo psicossocial do velocizado, figura transversal a todas as outras, elaborada junto a esta pesquisa para melhor mostrar o problema das dinâmicas urbanas e da circulação acelerada no mundo contemporâneo. Utiliza-se do método da dramatização deleuziana como estratégia de enfrentamento da velocização molar, buscando construir perspectivas criativas aos modos de subjetivação contemporâneo na cidade. Entende-se, aqui, a cidade como uma mega-máquina onde coabitam ritmos e movimentos de controle, processos de normalização e distopias catastrofistas, e, ao mesmo tempo, dispersão de práticas de resistências, de fuga das segmentações do poder e de heterotopias desativadoras das axiomáticas do capital. Desativações selvagens, bárbaras e alter-civilizadas são mobilizadas para produzir, em plena fábrica do capitalismo pós-fordista (a cidade) disrupções no comando e outras formas de circulação da subjetividade. Máquinas primitivas, despóticas e cínicas são apresentadas para exercitar heterotopias pedestres de esgotamento do olhar, de miniaturizações portáteis, de reaprendizados para pisotear o mundo, de perseguições de epifanias fugazes. Enigmas do caminhar forjadoras de outras andaduras aceleracionistas. |
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Silva, Marcio Tascheto daZordan, Paola2017-05-23T02:26:27Z2016http://hdl.handle.net/10183/158324001021276Esta tese investiga as relações entre cidade e subjetividade no contexto do bio-capitalismo cognitivo. Parte de quatro figuras subjetivas da crise econômica-antropológica (o endividado, o mediatizado, o securitizado e o representado), apontadas por Antonio Negri e Michael Hardt. A partir delas, fabula o tipo psicossocial do velocizado, figura transversal a todas as outras, elaborada junto a esta pesquisa para melhor mostrar o problema das dinâmicas urbanas e da circulação acelerada no mundo contemporâneo. Utiliza-se do método da dramatização deleuziana como estratégia de enfrentamento da velocização molar, buscando construir perspectivas criativas aos modos de subjetivação contemporâneo na cidade. Entende-se, aqui, a cidade como uma mega-máquina onde coabitam ritmos e movimentos de controle, processos de normalização e distopias catastrofistas, e, ao mesmo tempo, dispersão de práticas de resistências, de fuga das segmentações do poder e de heterotopias desativadoras das axiomáticas do capital. Desativações selvagens, bárbaras e alter-civilizadas são mobilizadas para produzir, em plena fábrica do capitalismo pós-fordista (a cidade) disrupções no comando e outras formas de circulação da subjetividade. Máquinas primitivas, despóticas e cínicas são apresentadas para exercitar heterotopias pedestres de esgotamento do olhar, de miniaturizações portáteis, de reaprendizados para pisotear o mundo, de perseguições de epifanias fugazes. Enigmas do caminhar forjadoras de outras andaduras aceleracionistas.This thesis investigates the relationship between city and subjectivity in the context of bio-cognitive capitalism. From four subjective figures of the crisis economic-anthropological (the debt, the mediated, the securitized, and the represented), pointed out by Antonio Negri and Michael Hardt. It is analyzed from them the psychosocial type of the individual who experiences a high speed lifestyle, cross figure to all the others, drawn from this research to better show the problem of urban dynamics and accelerated movement in the contemporary world. The method of dramatization of Deleuze as a coping strategy molar speed, seeking to build creative perspectives to contemporary modes of subjectivity in the city. Understanding the city as a mega-machine where cohabit rhythms and movements of control, standardization processes and catastrophic dystopias, and at the same time, dispersion of resistance practices, avoidance of segmentations of power, and deactivating heterotopias of axiomatic of capital. Wild deactivations, barbarous and alter- civilized mobilized to produce in full factory post-Fordist capitalism (the city), disruptions in charge and other forms of subjectivity circulation. Primitive, despotic and cynical machines appear to exercise pedestrians heterotopias of exhaustion view, portable miniaturization of relearning to stomp the world, of epiphanies fleeting persecution. Enigmas of walking forger of other accelerationist gaits.application/pdfporSubjetividadeHeterotopiaCidadeCitySubjectivitySpeedHeterotopiaPedestrianCidade gris : heterotopias pedestresinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisUniversidade Federal do Rio Grande do SulFaculdade de EducaçãoPrograma de Pós-Graduação em EducaçãoPorto Alegre, BR-RS2016doutoradoinfo:eu-repo/semantics/openAccessreponame:Repositório Institucional da UFRGSinstname:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)instacron:UFRGSORIGINAL001021276.pdf001021276.pdfTexto completoapplication/pdf2873053http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/158324/1/001021276.pdf05575bc9cb94120365a45a9a09fecc7fMD51TEXT001021276.pdf.txt001021276.pdf.txtExtracted Texttext/plain528852http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/158324/2/001021276.pdf.txtc2cd6409532bf456d828bf14202b8b7aMD52THUMBNAIL001021276.pdf.jpg001021276.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg1488http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/10183/158324/3/001021276.pdf.jpg759b8d83dcc1ccc0f4f4e1748c5e06bdMD5310183/1583242018-10-30 08:16:10.987oai:www.lume.ufrgs.br:10183/158324Repositório InstitucionalPUBhttps://lume.ufrgs.br/oai/requestlume@ufrgs.bropendoar:2018-10-30T11:16:10Repositório Institucional da UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)false |
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