Estratégias de manejo adaptativo para os campos sulinos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Baggio, Rodrigo
Orientador(a): Pillar, Valerio de Patta
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/187252
Resumo: Os ecossistemas campestres que caracterizam os Campos Sulinos contêm alta biodiversidade e a sua manutenção está associada aos regimes de distúrbio como o fogo e o pastejo. Apesar de sua ampla contribuição social, nas últimas décadas esses ecossistemas têm sido substituídos por lavouras anuais e silvicultura, em razão de uma suposta vantagem econômica em relação à pecuária. Portanto, urge a consolidação de estratégias de manejo que conciliem a manutenção da diversidade biológica, dos processos ecossistêmicos e dos serviços ecológicos, com a viabilidade econômica aos produtores. Neste sentido, esta tese pretende colaborar com a concepção de estratégias de manejo para distintas formações dos Campos Sulinos. No Capítulo 1 discutimos a perspectiva de manejo adaptativo para a conservação de mosaicos de campos e florestas, propondo alternativas para serem testadas. Os Capítulos 2 e 3 abordam respostas das comunidades de plantas às três estratégias de manejo implementadas em um experimento conduzido em Aceguá/RS. No Capítulo 2 tratamos das mudanças na diversidade funcional e na estratégia de utilização dos recursos pelas plantas em resposta às estratégias de manejo. Em três escalas espaciais estudadas houve efeitos significativos dos diferentes manejos avaliados, incluindo o tratamento controle definido pelo manejo adotado na propriedade. No Capítulo 3 tratamos do efeito da roseta espinhenta Eryngium horridum sobre as comunidades de plantas, em resposta a um gradiente de altura da vegetação e aos dois sistemas de manejo conservativos implementados. Mesmo em uma pequena escala de tempo, neste estudo tivemos uma amostra da produção secundária dos campos de solos profundos e das respostas das comunidades de plantas às diferentes estratégias manejo aplicadas.
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