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Convivendo com a infecção pelo HIV e a AIDS em Boa Vista (RR): um estudo sobre autoatenção e itinerários terapêuticos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Alves, Ana Paula Barbosa lattes
Orientador(a): Pellegrini, Marcos Antônio lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Roraima
Programa de Pós-Graduação: PROCISA - Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde
Departamento: PRPPG - Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
HIV
VIH
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufrr.br:8080/jspui/handle/prefix/872
Resumo: Este estudo tem por o objetivo geral conhecer os processos de autoatenção e os fatores que influenciam nos itinerários terapêuticos no contexto de pessoas soropositivas e assim caracterizar as práticas de cuidados de indivíduos portadores de HIV/AIDS; compreender as relações sociais e os significados envolvidos na experiência de saúde/doença. Para tal investida, foram utilizados os eixos teóricos ancorados na abordagem sociocultural da antropologia da saúde, itinerários terapêuticos e autoatenção. Esta pesquisa foi realizada na ‘Associação de Luta pela Vida’ em Boa Vista-RR. Participaram do estudo 07 sujeitos entre 39 e 60 anos, portadores de HIV/AIDS, entre dezembro de 2012 a março de 2013. Na coleta de dados foram utilizadas as narrativas dos sujeitos obtidas pelas entrevistas semiestruturadas e a observação participante nas reuniões do grupo de ajuda mútua registrada no diário de campo. As narrativas obtidas foram analisadas de acordo com os itinerários terapêuticos encontrados. Os resultados demonstram que os sujeitos sofrem influência do contexto sociocultural e dos distintos sistemas ou racionalidades médicas. Assim, o conceito de saúde vai além do bem-estar físico, englobando os contextos sociais, espirituais, psicológicos, econômicos, entre outros. A doença é percebida como uma experiência, algo que desarmoniza, debilita, definha, nesse processo de adoecer esta incorporada à busca pelo tratamento. Os itinerários terapêuticos são diversos e/ou únicos, resultam das negociações cotidianas dos sujeitos afetados e por sua rede social de apoio, as suas escolhas são orientadas segundo o que lhes confere ‘sentido’ e dependem do grau de satisfação dos sujeitos e não possuem uma ordem pré-concebida. Nos cuidados de saúde buscam qualidade de vida, aumentar a imunidade, evitar o adoecimento e tratar intercorrências referentes à infecção. A religião tem o papel de apoio, equilíbrio da alma e de captação de forças para seguir o tratamento. As redes sócias, quando mobilizadas, contribuem para criar estratégias para lidar com o sofrimento. O grupo de autoajuda favorece a interação social, o compartilhar de experiências, o resgate da autoestima, conhecimentos sobre HIV/AIDS, cidadania. Assim, as práticas de autoatenção são condutas coletivas, dinâmicas, e ajustáveis pelo grupo para seu benefício. Diante disso, como profissionais de saúde, deveríamos conhecer os sujeitos de nosso campo assistencial, para entender a experiência de adoecer na perspectiva do indivíduo de suas redes de relações, e quais estratégias estão sendo acionadas para o enfrentamento desta doença. Fazendo-se necessário a colaboração interdisciplinar e intercultural, favorecendo discussões, reflexões, para melhorar a assistência em saúde prestada a toda população do nosso município e do nosso estado em geral.
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Para tal investida, foram utilizados os eixos teóricos ancorados na abordagem sociocultural da antropologia da saúde, itinerários terapêuticos e autoatenção. Esta pesquisa foi realizada na ‘Associação de Luta pela Vida’ em Boa Vista-RR. Participaram do estudo 07 sujeitos entre 39 e 60 anos, portadores de HIV/AIDS, entre dezembro de 2012 a março de 2013. Na coleta de dados foram utilizadas as narrativas dos sujeitos obtidas pelas entrevistas semiestruturadas e a observação participante nas reuniões do grupo de ajuda mútua registrada no diário de campo. As narrativas obtidas foram analisadas de acordo com os itinerários terapêuticos encontrados. Os resultados demonstram que os sujeitos sofrem influência do contexto sociocultural e dos distintos sistemas ou racionalidades médicas. Assim, o conceito de saúde vai além do bem-estar físico, englobando os contextos sociais, espirituais, psicológicos, econômicos, entre outros. A doença é percebida como uma experiência, algo que desarmoniza, debilita, definha, nesse processo de adoecer esta incorporada à busca pelo tratamento. Os itinerários terapêuticos são diversos e/ou únicos, resultam das negociações cotidianas dos sujeitos afetados e por sua rede social de apoio, as suas escolhas são orientadas segundo o que lhes confere ‘sentido’ e dependem do grau de satisfação dos sujeitos e não possuem uma ordem pré-concebida. Nos cuidados de saúde buscam qualidade de vida, aumentar a imunidade, evitar o adoecimento e tratar intercorrências referentes à infecção. A religião tem o papel de apoio, equilíbrio da alma e de captação de forças para seguir o tratamento. As redes sócias, quando mobilizadas, contribuem para criar estratégias para lidar com o sofrimento. O grupo de autoajuda favorece a interação social, o compartilhar de experiências, o resgate da autoestima, conhecimentos sobre HIV/AIDS, cidadania. Assim, as práticas de autoatenção são condutas coletivas, dinâmicas, e ajustáveis pelo grupo para seu benefício. Diante disso, como profissionais de saúde, deveríamos conhecer os sujeitos de nosso campo assistencial, para entender a experiência de adoecer na perspectiva do indivíduo de suas redes de relações, e quais estratégias estão sendo acionadas para o enfrentamento desta doença. Fazendo-se necessário a colaboração interdisciplinar e intercultural, favorecendo discussões, reflexões, para melhorar a assistência em saúde prestada a toda população do nosso município e do nosso estado em geral.Este estudio es el objetivo general de autoatenção entender los procesos y factores que influyen en los itinerarios terapéuticos en el contexto de las personas VIH positivas y así caracterizar el cuidado práctico de los pacientes con VIH/SIDA, entender las relaciones sociales y los significados que participan en la experiencia salud /enfermedad. Para este tipo de ataque, hemos utilizado los ejes teóricos anclados en la antropología sociocultural de la salud, itinerarios terapéuticos y autoatenção. Esta investigación se llevó a cabo en la "Asociación de Lucha por la Vida 'en Boa Vista-RR. El estudio incluyó a 07 sujetos de entre 39 y 60 años, el VIH /SIDA, desde diciembre 2012 hasta marzo 2013. En la recolección de datos fueron utilizados narrativas de los sujetos obtenidos a través de entrevistas semi-estructuradas y observación participante en las reuniones del grupo de autoayuda registrados en el diario de campo. Los relatos obtenidos fueron analizados de acuerdo a los itinerarios terapéuticos encontrados. Los resultados muestran que los sujetos están influenciadas por los sistemas socioculturales y diferente o fundamentos médicos. Por lo tanto, el concepto de salud va más allá del bienestar físico, que abarca los otros sociales, espirituales, psicológicas, económicas, entre. La enfermedad se percibe como una experiencia, algo que desarmoniza debilita, cruz, este proceso de la enfermedad se incorpora a la búsqueda de tratamiento. Los itinerarios son varios terapéutico y/o único, el resultado de las negociaciones de temas cotidianos afectados y su red de apoyo social, sus opciones están orientadas a darles "sentido" y dependerá del grado de satisfacción de los pacientes y no tienen un fin preconcebido. En el cuidado de la salud que buscan la calidad de vida, mejorar la inmunidad, prevenir enfermedades y tratar las complicaciones relacionadas con la infección. El papel de la religión es apoyar, equilibrar el alma y capturar la fortaleza para seguir el tratamiento. Los miembros de la red, cuando se despliega, ayuda a crear estrategias para lidiar con el sufrimiento. El grupo de autoayuda promueve la interacción social, el intercambio de experiencias, la recuperación de la autoestima, el conocimiento sobre el VIH/SIDA, la ciudadanía. Por lo tanto, las prácticas son autoatenção conductas colectivas, dinámico y ajustable por el grupo para su beneficio. Por lo tanto, como profesionales de la salud, hay que conocer el tema de nuestro campo de atención, para comprender la experiencia de la enfermedad en la perspectiva del individuo de sus redes de relaciones, y qué estrategias se están conduciendo para enfrentar esta enfermedad. Por lo que es necesario la colaboración interdisciplinaria e intercultural, facilitar los debates, reflexiones, para mejorar la atención prestada a toda la población de nuestro país y de nuestro estado en general.Submitted by Shirdoill Batalha (shirdoill.batalha@ufrr.br) on 2023-10-26T15:50:31Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 1037 bytes, checksum: 996f8b5afe3136b76594f43bfda24c5e (MD5) Convivendo com a infecção pelo HIV e a AIDS em Boa Vista (RR)... Alves.pdf: 665556 bytes, checksum: 4dc8bda62609de2c222f245683cad299 (MD5)Made available in DSpace on 2023-10-26T15:50:31Z (GMT). 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Alves.pdf: 665556 bytes, checksum: 4dc8bda62609de2c222f245683cad299 (MD5) Previous issue date: 2013Agência 1porUniversidade Federal de RoraimaPROCISA - Programa de Pós-Graduação em Ciências da SaúdeUFRRBrasilPRPPG - Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-GraduaçãoAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazilhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/info:eu-repo/semantics/openAccessCNPQ::CIENCIAS DA SAUDEItinerários terapêuticosAutoatençãoGrupos de autoajudaHIVAIDSGrupos de autoayudaVIHSIDAConvivendo com a infecção pelo HIV e a AIDS em Boa Vista (RR): um estudo sobre autoatenção e itinerários terapêuticosinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFRRinstname:Universidade Federal de Roraima (UFRR)instacron:UFRRLICENSElicense.txtlicense.txttext/plain; charset=utf-81878http://repositorio.ufrr.br:8080/jspui/bitstream/prefix/872/3/license.txtfd61db6d47dd7375e9ca57de6155cd1dMD53CC-LICENSElicense_rdflicense_rdfapplication/rdf+xml; charset=utf-81037http://repositorio.ufrr.br:8080/jspui/bitstream/prefix/872/2/license_rdf996f8b5afe3136b76594f43bfda24c5eMD52ORIGINALConvivendo com a infecção pelo HIV e a AIDS em Boa Vista (RR)... 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Alves.pdfDissertaçãoapplication/pdf665556http://repositorio.ufrr.br:8080/jspui/bitstream/prefix/872/1/Convivendo%20com%20a%20infec%c3%a7%c3%a3o%20pelo%20HIV%20e%20a%20AIDS%20em%20Boa%20Vista%20%28RR%29...%20Alves.pdf4dc8bda62609de2c222f245683cad299MD51prefix/8722023-10-26 11:50:31.699oai:repositorio.ufrr.br:prefix/872TElDRU7Dh0EgREUgRElTVFJJQlVJw4fDg08gTsODTy1FWENMVVNJVkEKCkNvbSBhIGFwcmVzZW50YcOnw6NvIGRlc3RhIGxpY2Vuw6dhLCB2b2PDqiAobyBhdXRvciAoZXMpIG91IG8gdGl0dWxhciBkb3MgZGlyZWl0b3MgZGUgYXV0b3IpIGNvbmNlZGUgYW8gUmVwb3NpdMOzcmlvIApJbnN0aXR1Y2lvbmFsIG8gZGlyZWl0byBuw6NvLWV4Y2x1c2l2byBkZSByZXByb2R1emlyLCAgdHJhZHV6aXIgKGNvbmZvcm1lIGRlZmluaWRvIGFiYWl4byksIGUvb3UgZGlzdHJpYnVpciBhIApzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIChpbmNsdWluZG8gbyByZXN1bW8pIHBvciB0b2RvIG8gbXVuZG8gbm8gZm9ybWF0byBpbXByZXNzbyBlIGVsZXRyw7RuaWNvIGUgZW0gcXVhbHF1ZXIgbWVpbywgaW5jbHVpbmRvIG9zIApmb3JtYXRvcyDDoXVkaW8gb3UgdsOtZGVvLgoKVm9jw6ogY29uY29yZGEgcXVlIG8gRGVwb3NpdGFudGUgcG9kZSwgc2VtIGFsdGVyYXIgbyBjb250ZcO6ZG8sIHRyYW5zcG9yIGEgc3VhIHB1YmxpY2HDp8OjbyBwYXJhIHF1YWxxdWVyIG1laW8gb3UgZm9ybWF0byAKcGFyYSBmaW5zIGRlIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiB0YW1iw6ltIGNvbmNvcmRhIHF1ZSBvIERlcG9zaXRhbnRlIHBvZGUgbWFudGVyIG1haXMgZGUgdW1hIGPDs3BpYSBkZSBzdWEgcHVibGljYcOnw6NvIHBhcmEgZmlucyBkZSBzZWd1cmFuw6dhLCBiYWNrLXVwIAplIHByZXNlcnZhw6fDo28uCgpWb2PDqiBkZWNsYXJhIHF1ZSBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gw6kgb3JpZ2luYWwgZSBxdWUgdm9jw6ogdGVtIG8gcG9kZXIgZGUgY29uY2VkZXIgb3MgZGlyZWl0b3MgY29udGlkb3MgbmVzdGEgbGljZW7Dp2EuIApWb2PDqiB0YW1iw6ltIGRlY2xhcmEgcXVlIG8gZGVww7NzaXRvIGRhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gbsOjbywgcXVlIHNlamEgZGUgc2V1IGNvbmhlY2ltZW50bywgaW5mcmluZ2UgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgCmRlIG5pbmd1w6ltLgoKQ2FzbyBhIHN1YSBwdWJsaWNhw6fDo28gY29udGVuaGEgbWF0ZXJpYWwgcXVlIHZvY8OqIG7Do28gcG9zc3VpIGEgdGl0dWxhcmlkYWRlIGRvcyBkaXJlaXRvcyBhdXRvcmFpcywgdm9jw6ogZGVjbGFyYSBxdWUgCm9idGV2ZSBhIHBlcm1pc3PDo28gaXJyZXN0cml0YSBkbyBkZXRlbnRvciBkb3MgZGlyZWl0b3MgYXV0b3JhaXMgcGFyYSBjb25jZWRlciBhbyBEZXBvc2l0YW50ZSBvcyBkaXJlaXRvcyBhcHJlc2VudGFkb3MgCm5lc3RhIGxpY2Vuw6dhLCBlIHF1ZSBlc3NlIG1hdGVyaWFsIGRlIHByb3ByaWVkYWRlIGRlIHRlcmNlaXJvcyBlc3TDoSBjbGFyYW1lbnRlIGlkZW50aWZpY2FkbyBlIHJlY29uaGVjaWRvIG5vIHRleHRvIApvdSBubyBjb250ZcO6ZG8gZGEgcHVibGljYcOnw6NvIG9yYSBkZXBvc2l0YWRhLgoKQ0FTTyBBIFBVQkxJQ0HDh8ODTyBPUkEgREVQT1NJVEFEQSBURU5IQSBTSURPIFJFU1VMVEFETyBERSBVTSBQQVRST0PDjU5JTyBPVSBBUE9JTyBERSBVTUEgQUfDik5DSUEgREUgRk9NRU5UTyBPVSBPVVRSTyAKT1JHQU5JU01PLCBWT0PDiiBERUNMQVJBIFFVRSBSRVNQRUlUT1UgVE9ET1MgRSBRVUFJU1FVRVIgRElSRUlUT1MgREUgUkVWSVPDg08gQ09NTyBUQU1Cw4lNIEFTIERFTUFJUyBPQlJJR0HDh8OVRVMgCkVYSUdJREFTIFBPUiBDT05UUkFUTyBPVSBBQ09SRE8uCgpPIERlcG9zaXRhbnRlIHNlIGNvbXByb21ldGUgYSBpZGVudGlmaWNhciBjbGFyYW1lbnRlIG8gc2V1IG5vbWUgKHMpIG91IG8ocykgbm9tZShzKSBkbyhzKSBkZXRlbnRvcihlcykgZG9zIGRpcmVpdG9zIAphdXRvcmFpcyBkYSBwdWJsaWNhw6fDo28sIGUgbsOjbyBmYXLDoSBxdWFscXVlciBhbHRlcmHDp8OjbywgYWzDqW0gZGFxdWVsYXMgY29uY2VkaWRhcyBwb3IgZXN0YSBsaWNlbsOnYS4KRepositório InstitucionalPUBhttp://repositorio.ufrr.br:8080/oai/requestangelsenhora@gmail.com||jacquicilea.souza@ufrr.bropendoar:2023-10-26T15:50:31Repositório Institucional da UFRR - Universidade Federal de Roraima (UFRR)false
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