"Ser família não é crime": mulheres de presos, redes e cuidado durante a pandemia
| Ano de defesa: | 2022 |
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Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Florianópolis, 2022. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaCarvalho, Fábio Leite deMaluf, Sônia Weidner2022-12-13T11:52:48Z2022-12-13T11:52:48Z2022379365https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/242652Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social, Florianópolis, 2022.O objetivo dessa dissertação é descrever como as mulheres de homens presos atravessaram a pandemia com redes de solidariedade e de ativismo. A Covid-19 suspendeu as visitas presenciais nos presídios brasileiros, agravando mazelas do sistema prisional. A pesquisa faz observação pouco participante de quatro grupos fechados de Facebook entre junho de 2020 e dezembro de 2021, amplia-se pela interlocução com mulheres à frente de associações de amigos e familiares de presos de três estados brasileiros e também acompanha um protesto pelo fim de restrições às visitas em Porto Alegre (RS). A metodologia para a pesquisa mescla videochamadas, interação nas redes sociais, entrevistas, conversas, troca de mensagens e exame de dispositivos legais. As conclusões vão ao encontro de garantias de dignidade às visitantes de presídios e ao abolicionismo penal.Abstract: This dissertation aims at describing how male prisoner's women coped Covid-19 pandemic by means of solidarity and activism webs. Personal visiting to prisioners was suspended in Brazilian penitenciaries after the pandemic start, thus increasing old messes of penitenciary system. The research did a minor-participant observation of four closed Facebook groups from June 2020 to December 2021. It was widned by an intelocution with women leaders of prisioner's family and friend association from three Brazilian States and it also followed a protest movement for the end of prisioner's visiting restrictions in Porto Alegre (RS). Research methodology here was a medley of videocalls, interaction in social webs, interviews, chats, message exchanges an legal issues examining. Care policies, war on drugs and racism are here addressed. Conclusions point to having a warrented dignity to prisioner's female visitors and prision abolition.118 p.| il.porAntropologia socialDireitos humanosPrisioneirosCônjuges de prisioneirosPrisõesRedes sociais"Ser família não é crime": mulheres de presos, redes e cuidado durante a pandemiainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALPASO0559-D.pdfPASO0559-D.pdfapplication/pdf2501562https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/242652/-1/PASO0559-D.pdf9250a6e8351218f3133dd0a60283b354MD5-1123456789/2426522022-12-13 08:52:48.807oai:repositorio.ufsc.br:123456789/242652Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732022-12-13T11:52:48Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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