Associação entre os níveis séricos de pentraxina 3 e a mortalidade de pacientes vítimas de traumatismo crânio-encefálico grave
| Ano de defesa: | 2013 |
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Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, Florianópolis, 2010 |
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Universidade Federal de Santa CatarinaGullo, Jackson da SilvaWalz, Roger2013-07-16T04:02:21Z2013-07-16T04:02:21Z2013-07-16T04:02:21Z276711http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/103292Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, Florianópolis, 2010Introdução: O trauma cranioencefálico (TCE), é a umas das maiores causas de morbidade e mortalidade no mundo. Pentraxina 3 (PTX3) é um componente do sistema humoral de resposta imune inata que tem sido estudada como marcador para inflamação, infecções ou patologias cardiovasculares. Objetivos: Investigar a associação entre os níveis séricos de PTX3 e a mortalidade de pacientes com TCE grave. Métodos: A associação independente entre os níveis séricos de PTX3 após o TCE grave (Escala de Coma de Glasgow, ECG ? 8) e a mortalidade no momento da alta foi analisada em um estudo prospectivo de 83 pacientes consecutivos, por uma análise de regressão logística múltipla. Resultados: A média de idade dos pacientes foi de 35 anos e 85 porcento são homens. Os níveis séricos de PTX3 são determinados em 18.0 (DP ± 17.0) horas após o trauma. Pacientes que morreram apresentaram uma média no nível sérico de PTX3 de 9,95 ?gm / ml (DP ± 6,42) em comparação com 5,46 ?gm / ml (DP ± 4,87) no Grupo de sobreviventes (p = 0,007). Após a análise por regressão logística múltipla, níveis séricos de PTX3 maior que 10 ?gm/ml foi 3 vezes mais associado com à morte do que os níveis mais baixos (OR ajustado 3.38, IC 95% 1.10 - 10.45, p = 0.03). A idade avançada, anormalidades pupilares e menor pontuação na ECG também foram associadas independentemente à mortalidade. Conclusão: Níveis séricos de PTX3 após o TCE grave estão associados à maior mortalidade no momento da alta. Nossa descoberta sugere que PTX3 pode ser um marcador útil de TCE grave e seu prognóstico.42 f.| il., grafs., tabs.porCiencias medicasCranioTraumatismoPrognósticoAssociação entre os níveis séricos de pentraxina 3 e a mortalidade de pacientes vítimas de traumatismo crânio-encefálico graveinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL276711.pdfapplication/pdf1258846https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/103292/1/276711.pdf74a809fae7fb12b98d0bba9fc2970e03MD51TEXT276711.pdf.txt276711.pdf.txtExtracted texttext/plain61857https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/103292/2/276711.pdf.txta1ba650f26d15a437ba9964affeaa590MD52123456789/1032922013-08-27 17:30:04.584oai:repositorio.ufsc.br:123456789/103292Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-08-27T20:30:04Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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