Consultoria colaborativa na escola: contribuições da psicologia para inclusão escolar do aluno surdo
| Ano de defesa: | 2009 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
UFSCar
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/193721 |
Resumo: | Neste estudo, buscou-se investigar sobre práticas psicológicas no ambiente escolar que possam favorecer a inclusão a partir da consultoria colaborativa. Participaram da pesquisa seis professoras de três classes comuns dos primeiros anos do Ensino Fundamental de uma escola pública, três efetivas e três substitutas. As professoras autorizaram a observação quinzenal de suas aulas e atividade de consultoria na semana que intercalava as observações. As três salas contavam com alunos surdos, num total de seis alunos(G1). A consultora solicitou às docentes indicações de seis outros alunos com indicativos de comportamento socialmente aceito (G2) e outros seis com problemas de comportamento (G3), todos identificados a partir de duas escalas comportamentais, respondidas pelas professoras. Como medida de desempenho escolar, os alunos ouvintes e surdos participaram de um teste de desempenho escolar (TDE). Tanto as escalas comportamentais como o TDE foram reaplicados no final do ano letivo. No período de maio a dezembro de 2006, a consultora realizou quinzenalmente, observação sistemática das aulas, nas três classes envolvidas, registrando dados no diário de campo. O conteúdo registrado era discutido na semana seguinte, com cada docente, para avaliação e planejamento de práticas inclusivas. Ao final do processo, a atividade de consultoria foi avaliada como uma possibilidade de formação tanto para o consultor como para os docentes envolvidos. As escalas comportamentais possibilitaram a discriminação de comportamentos socialmente aceitos e orientações de manejos comportamentais que contribuíram para o aumento de oportunidades para que os mesmos ocorressem. A avaliação de desempenho acadêmico apontou para uma correlação entre problemas de comportamento e dificuldades de aprendizagem, além de indicar que práticas vigentes têm contribuído para o ensino de aritmética aos surdos, mas ainda não lhe garantiam, pelo menos nesta escola, a alfabetização, requisito este essencial para acessibilidade ao conhecimento escolar. |
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PEREIRA, Veronica Aparecida2019-03-11T03:07:07Z2019-03-11T03:07:07Z2009PEREIRA, Veronica Aparecida. Consultoria colaborativa na escola: contribuições da psicologia para inclusão escolar do aluno surdo. 2009. 166f. Tese (Doutorado em Programa de Pós-Graduação em Educação Especial). Universidade Federal de São Carlos. 2009. Orientadora: Dra. Enicéia Gonçalves Mendeshttps://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/193721Neste estudo, buscou-se investigar sobre práticas psicológicas no ambiente escolar que possam favorecer a inclusão a partir da consultoria colaborativa. Participaram da pesquisa seis professoras de três classes comuns dos primeiros anos do Ensino Fundamental de uma escola pública, três efetivas e três substitutas. As professoras autorizaram a observação quinzenal de suas aulas e atividade de consultoria na semana que intercalava as observações. As três salas contavam com alunos surdos, num total de seis alunos(G1). A consultora solicitou às docentes indicações de seis outros alunos com indicativos de comportamento socialmente aceito (G2) e outros seis com problemas de comportamento (G3), todos identificados a partir de duas escalas comportamentais, respondidas pelas professoras. Como medida de desempenho escolar, os alunos ouvintes e surdos participaram de um teste de desempenho escolar (TDE). Tanto as escalas comportamentais como o TDE foram reaplicados no final do ano letivo. No período de maio a dezembro de 2006, a consultora realizou quinzenalmente, observação sistemática das aulas, nas três classes envolvidas, registrando dados no diário de campo. O conteúdo registrado era discutido na semana seguinte, com cada docente, para avaliação e planejamento de práticas inclusivas. Ao final do processo, a atividade de consultoria foi avaliada como uma possibilidade de formação tanto para o consultor como para os docentes envolvidos. As escalas comportamentais possibilitaram a discriminação de comportamentos socialmente aceitos e orientações de manejos comportamentais que contribuíram para o aumento de oportunidades para que os mesmos ocorressem. 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Neste estudo, buscou-se investigar sobre práticas psicológicas no ambiente escolar que possam favorecer a inclusão a partir da consultoria colaborativa. Participaram da pesquisa seis professoras de três classes comuns dos primeiros anos do Ensino Fundamental de uma escola pública, três efetivas e três substitutas. As professoras autorizaram a observação quinzenal de suas aulas e atividade de consultoria na semana que intercalava as observações. As três salas contavam com alunos surdos, num total de seis alunos(G1). A consultora solicitou às docentes indicações de seis outros alunos com indicativos de comportamento socialmente aceito (G2) e outros seis com problemas de comportamento (G3), todos identificados a partir de duas escalas comportamentais, respondidas pelas professoras. Como medida de desempenho escolar, os alunos ouvintes e surdos participaram de um teste de desempenho escolar (TDE). Tanto as escalas comportamentais como o TDE foram reaplicados no final do ano letivo. No período de maio a dezembro de 2006, a consultora realizou quinzenalmente, observação sistemática das aulas, nas três classes envolvidas, registrando dados no diário de campo. O conteúdo registrado era discutido na semana seguinte, com cada docente, para avaliação e planejamento de práticas inclusivas. Ao final do processo, a atividade de consultoria foi avaliada como uma possibilidade de formação tanto para o consultor como para os docentes envolvidos. As escalas comportamentais possibilitaram a discriminação de comportamentos socialmente aceitos e orientações de manejos comportamentais que contribuíram para o aumento de oportunidades para que os mesmos ocorressem. A avaliação de desempenho acadêmico apontou para uma correlação entre problemas de comportamento e dificuldades de aprendizagem, além de indicar que práticas vigentes têm contribuído para o ensino de aritmética aos surdos, mas ainda não lhe garantiam, pelo menos nesta escola, a alfabetização, requisito este essencial para acessibilidade ao conhecimento escolar. |
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