Maturidade de semestres de Araucaria angustifolia (Bertoloni) Otto Kuntze: alterações fisiológicas, bioquímicas e conservação na pós-colheita
| Ano de defesa: | 2013 |
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Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2013. |
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Universidade Federal de Santa CatarinaShibata, MaríliaSouza, Cileide Maria Medeiros Coelho Arruda de2013-12-05T23:25:25Z2013-12-05T23:25:25Z2013318968https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/107175Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Programa de Pós-Graduação em Recursos Genéticos Vegetais, Florianópolis, 2013.Para estabelecer as condições adequadas para a conservação de Araucaria angustifolia, uma espécie criticamente em perigo de extinção, há a necessidade de estudos sobre o comportamento das sementes durante a maturidade, para evitar coletas imaturas e/ou inviáveis e obter sementes com máxima viabilidade e vigor. O objetivo do trabalho foi analisar as alterações fisiológicas associadas ao período de maturidade das sementes e relaciona-las às alterações bioquímicas e a conservação pós-colheita. Pinhas de A. angustifolia foram coletadas no município de Curitibanos ? SC, em março, abril, maio, junho e julho de 2011 e 2012, classificando em estádio cotiledonar e I, II, III e IV conforme o mês de coleta. Avaliou-se a viabilidade, o vigor, os principais compostos de reservas e a conservação da qualidade fisiológica na pós-colheita. No ano de 2011, verificou-se que o grau de umidade decresceu do estádio I (56,26 %) até o estádio II (48,23 %), mantendo-se estáveis nos demais estádios. Maiores porcentagens de germinação (98%), índice de velocidade de germinação (0,88), primeira contagem (70%), condutividade elétrica (81,35 µS/cm/g) e comprimento da parte aérea (21,8 cm) e raiz (28,2) foram observados no estádio IV. Resultados semelhantes foram obtidos na coleta de 2012, com decréscimos no grau de umidade até o estádio II (49,13%) e valores superiores na germinação (95%), índice de velocidade de germinação (0,66), primeira contagem (79%), condutividade elétrica (81,2 µS/cm/g) e comprimento da parte aérea (21,39 cm) e raiz (28,30) no estádio IV. Também se observou acréscimos no teor de carboidratos (2,1 %, no embrião, e 1,7 %, no megagametófito) e amido (10 %, embrião, e 16,7%, no megagametófito) do estádio cotiledonar para o estádio IV. E decréscimos no teor proteico (11,78 mg.g-1 e 5,51 mg.g-1, no embrião e no megagametófito, respectivamente) e baixos teores de lipídios (2,1%, no megagametófito). O contínuo acúmulo de amido parece estar relacionado ao aumento na qualidade fisiológica no estádio IV. Observaram-se baixos teores de carboidratos e lipídios em todos os estádios que podem estar relacionados ao comportamento recalcitrante da espécie. Em relação ao teor proteíco, observaram-se decréscimos de 28,1 mg.g-1 para 16,3 mg.g-1 no embrião do estádio cotiledonar até o estádio IV. No estádio cotiledonar e I, após o armazenamento por 60 e 120 dias, observou-se ± 89% de germinação. Por outro lado, nos estádios II e III observaram-se decréscimos em 28% e 20% na germinação, após o armazenamento por 120 dias. Concluiu-se que o máximo acúmulo de massa seca ocorre no estádio II, não coincidindo com a máxima qualidade fisiológica. As sementes apresentaram acúmulo de carboidratos e amido durante a maturidade, contribuindo para o aumento da viabilidade e do vigor. Os teores de proteínas e lipídios decresceram do estádio cotiledonar até o IV podendo ter desfavorecido a integridade das membranas celulares com o avanço da maturidade. A conservação da qualidade fisiológica na pós colheita foi mantida durante o armazenamento por 60 e 120 dias quando coletadas nos estádios cotiledonar e I. <br>110 p.| il., grafs., tabs.porAgriculturaRecursos genéticos vegetaisPinheiro-do-paranaSementeMaturidade de semestres de Araucaria angustifolia (Bertoloni) Otto Kuntze: alterações fisiológicas, bioquímicas e conservação na pós-colheitainfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL318968.pdfapplication/pdf1463210https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/107175/1/318968.pdf208e5c000d53f73e57ad56fb71bb086dMD51123456789/1071752013-12-05 21:25:25.865oai:repositorio.ufsc.br:123456789/107175Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-12-05T23:25:25Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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