"Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Chirindza, Liendina Joaquim
Orientador(a): Oliveira, Amurabi Pereira de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/188199
Resumo: Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política, Florianópolis, 2017.
id UFSC_8ff5a25810bcd5b52a89dd78de4e138b
oai_identifier_str oai:repositorio.ufsc.br:123456789/188199
network_acronym_str UFSC
network_name_str Repositório Institucional da UFSC
repository_id_str
spelling Universidade Federal de Santa CatarinaChirindza, Liendina JoaquimOliveira, Amurabi Pereira deColonna, Elena2018-07-13T04:03:31Z2018-07-13T04:03:31Z2017353407https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/188199Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política, Florianópolis, 2017.Este trabalho versa sobre pluralidades de experiências, relação de gênero e resistências de mulheres moçambicanas particularmente mulheres da cidade de Lichinga. A pesquisa tem como objetivo compreender como é que mulheres jovens, nascidas e educadas numa cultura dominante, que dita como devem ser e parecer conseguem resgatar seus direitos e vão se colocando no centro do poder. Estudamos este fenômeno fora do feminismo branco e Ocidental, dando lugar a outras diversas e diferentes perspectivas teorias. Por conta disso, valemo-nos da teoria afrocentrada, escolhendo obviamente, a teoria de mulherisma africana de Nah Dove (1998). Ao levantar tal debate esperamos contribuir na literatura sociológica, cultural de estudos sobre mulheres, tema este que tem levantado interessantes abordagens. Fizeram parte desta pesquisa mulheres com idades que partiam dos 22 aos 48 anos de idade. Com esta pesquisa compreendemos o embate entre os processos de dominação e como essas mulheres têm travado as lutas contra as desigualdades de gênero na sua cultura. Para a construção dos dados adotamos a pesquisa qualitativa e fizemos uso de entrevistas semiestruturadas, observações e histórias de vida. A realização desta pesquisa permitiu compreender como o mundo das mulheres deve ser olhado na sua plenitude e complexidade. Neste trabalho a cultura mostrou-se como o espaço escolhido por nossas entrevistadas para a sua militância. Pois o trabalho demonstra que as nossas entrevistadas estabelecem continuidade e algumas rupturas com práticas tradicionais. Daí que a cultura não é compreendida como simplesmente um espaço de limites.Abstract : This study focus on plurality of experiences about gender relations, resistance of Mozambican women, particularly women from the Lichinga City.The research aims to understand how young women, born and educated in a dominant culture, determines how they should be and seem to be able to rescue their rights and are putting themselves at the center of power. We study this phenomenon beyond the Western and White feminism, precisely because it is by asking the rigors of their own culture that they carry forward their struggles. Because of this, we based on the Afro-centered theory, choosing, of course, Nan Dove's theory of African feminism (1998). Raising this issue, we hope to contribute to the sociological and cultural literature of women's studies, a topic that has raised interesting approaches.This study was carried out by women aged between 22 and 48 years. With this research we understand the clash between the processes of domination and how these women have fought the struggles against gender inequalities in their culture. For data collection we adopted the qualitative research and we used the semi structured interviews, observations and life histories.The realization of this research allowed us to understand how the world of women should be perceived in its fullness and complexity. In this study the culture was shown as the space chosen by our interviewees for their militancy. Since the study shows that our interviewees establish continuity and some ruptures with traditional practices. Therefore the culture is not understood as simply a space of limits.117 p.| il.porSociologiaMulheresRelações de gêneroFeminismo"Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanasinfo:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINALPSOP0608-D.pdfPSOP0608-D.pdfapplication/pdf1479060https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/188199/-1/PSOP0608-D.pdf94456d1d498446d7a929f29c0115364eMD5-1123456789/1881992018-07-13 01:03:31.534oai:repositorio.ufsc.br:123456789/188199Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732018-07-13T04:03:31Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false
dc.title.none.fl_str_mv "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
title "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
spellingShingle "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
Chirindza, Liendina Joaquim
Sociologia
Mulheres
Relações de gênero
Feminismo
title_short "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
title_full "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
title_fullStr "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
title_full_unstemmed "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
title_sort "Somos ensinadas a respeitar o lar": dominação, resistência e a pluralidade de experiências de mulheres moçambicanas
author Chirindza, Liendina Joaquim
author_facet Chirindza, Liendina Joaquim
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Universidade Federal de Santa Catarina
dc.contributor.author.fl_str_mv Chirindza, Liendina Joaquim
dc.contributor.advisor1.fl_str_mv Oliveira, Amurabi Pereira de
dc.contributor.advisor-co1.fl_str_mv Colonna, Elena
contributor_str_mv Oliveira, Amurabi Pereira de
Colonna, Elena
dc.subject.classification.none.fl_str_mv Sociologia
Mulheres
Relações de gênero
Feminismo
topic Sociologia
Mulheres
Relações de gênero
Feminismo
description Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política, Florianópolis, 2017.
publishDate 2017
dc.date.issued.fl_str_mv 2017
dc.date.accessioned.fl_str_mv 2018-07-13T04:03:31Z
dc.date.available.fl_str_mv 2018-07-13T04:03:31Z
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/188199
dc.identifier.other.none.fl_str_mv 353407
identifier_str_mv 353407
url https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/188199
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.rights.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/openAccess
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv 117 p.| il.
dc.source.none.fl_str_mv reponame:Repositório Institucional da UFSC
instname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
instacron:UFSC
instname_str Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
instacron_str UFSC
institution UFSC
reponame_str Repositório Institucional da UFSC
collection Repositório Institucional da UFSC
bitstream.url.fl_str_mv https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/188199/-1/PSOP0608-D.pdf
bitstream.checksum.fl_str_mv 94456d1d498446d7a929f29c0115364e
bitstream.checksumAlgorithm.fl_str_mv MD5
repository.name.fl_str_mv Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
repository.mail.fl_str_mv sandra.sobrera@ufsc.br
_version_ 1851758920055390208