Análise da atividade farmacológica do extrato etanólogico da Melissa officinalis L.
| Ano de defesa: | 2007 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Florianópolis, SC
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Link de acesso: | http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/90477 |
Resumo: | Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em Farmacologia |
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Universidade Federal de Santa CatarinaGuginski, GiselleSantos, Adair Roberto Soares dos2012-10-23T11:13:30Z2012-10-23T11:13:30Z20072007255932http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/90477Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Biológicas. Programa de Pós-Graduação em FarmacologiaO presente estudo analisou a possível ação antinociceptiva do extrato etanólico (EE) obtido da Melissa officinalis em modelos de nocicepção química, mecânica e térmica em camundongos e ratos. O EE administrado pela via oral (v.o.), 1 h antes do teste, inibiu significativamente as contorções abdominais induzidas pelo ácido acético, bem como as duas fases do teste da formalina e a nocicepção mediada por glutamato. Além disso, o ácido rosmarínico (0.3-3 mg/kg, v.o.), presente em grandes quantidades no EE, administrado 60 min antes do teste, também reduziu de forma dependente da dose a nocicepção induzida pelo glutamato. O EE ainda mostrou-se eficaz em reverter a nocicepção causada pela constrição parcial do nervo ciático em camundongos por até 12 horas e parece não induzir tolerância e nem ter efeito cumulativo com o tratamento prolongado. Além disso, o EE foi capaz de reverter a hiperalgesia térmica e mecânica induzida pela injeção intraplantar de BK, PGE2 e PMA. Igualmente, o EE foi capaz de prevenir os efeitos deletérios da colite induzida por injeção retal de ácido acético. O EE facilitou a aquisição e a retenção da memória de longa e curta duração, quando analisado no modelo da esquiva inibitória em ratos, facilitação esta revertida pelo pré-tratamento dos animais via i.p. com MK-801, L-NAME, mecamilanima e atropina. A antinocicepção ou facilitação da memória causada pelo EE não está associada a efeitos inespecíficos, como relaxamento muscular ou sedação. Em conjunto, estes resultados sugerem que o EE de Melissa officinalis apresenta importante atividade antinociceptiva em vários modelos experimentais de nocicepção e inflamação em camundongos e ratos, além de atividade facilitadora da memória em ratos no modelo da esquiva inibitória. O seu mecanismo de ação antinociceptiva e facilitadora da memória não estão completamente esclarecidos, mas o presente estudo mostrou que esta ação é dependente, pelo menos em parte, de uma interação com os sistemas glutamatérgico, colinérgico e com a via L-arginina-óxido nítrico.1 v.| il., grafs., tab.porFlorianópolis, SCFarmacologiaMelissa officinalisUso terapeuticoAvaliaçãoNocicepçãoMemoriaPlantas medicinaisAnálise da atividade farmacológica do extrato etanólogico da Melissa officinalis L.info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisreponame:Repositório Institucional da UFSCinstname:Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)instacron:UFSCinfo:eu-repo/semantics/openAccessORIGINAL255932.pdfapplication/pdf1171736https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/90477/1/255932.pdf7809d9f2407b306222cb1075b14d12feMD51TEXT255932.pdf.txt255932.pdf.txtExtracted Texttext/plain201272https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/90477/2/255932.pdf.txt7eb32c4ba8d34de4e7010711254cdf51MD52THUMBNAIL255932.pdf.jpg255932.pdf.jpgGenerated Thumbnailimage/jpeg707https://repositorio.ufsc.br/bitstream/123456789/90477/3/255932.pdf.jpg14a10af8ae324da16cbe97aa1bb8b33aMD53123456789/904772013-05-01 22:33:06.073oai:repositorio.ufsc.br:123456789/90477Repositório InstitucionalPUBhttp://150.162.242.35/oai/requestsandra.sobrera@ufsc.bropendoar:23732013-05-02T01:33:06Repositório Institucional da UFSC - Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)false |
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